AS AVENTURAS DE PAULECO E SANDRECA NO PLANETA ÁGUA CHEGA A CURITIBA

Grupo Palavra Cantada comemora 25 anos com espetáculo em Curitiba

O espetáculo infantil “As aventuras de Pauleco e Sandreca no Planeta Água” acontece no palco do Teatro Guaíra, nesta sábado (31).

O espetáculo comemora os 25 anos do grupo musical Palavra  Cantada e os 50 anos do grupo de bonecos Gira Mundo.

O show tem somente bonecos em cena, de vários tipos e tamanhos, e narra uma história lúdica e divertida, inspirando, por meio da música, as crianças e suas famílias sobre a importância da água e da preservação da natureza.

A montagem conta com 10 canções criadas por Paulo Tatit, Sandra Peres e seus parceiros Luiz Tatit e Zé Tatit. Além deles, uma das canções do show “O do Rap do Pingo” foi composto e interpretado por Fabio Brazza.

O espetáculo tem mais de dez personagens, sendo Pauleco (inspirado em Paulo Tatit) e Sandreca (inspirada em Sandra Peres) os protagonistas. Eles se conhecem ainda crianças, ao se protegerem durante uma forte tempestade, mas que acaba em um lindo arco-íris.

Dessa chuva, nasce um novo amigo e importante personagem da história, o Pingo – que representa a natureza viva que se expressa, mas sempre aparece e desaparece, fazendo com que a dupla Pauleco e Sandreca esteja em sua busca constante.

Juntos nessa jornada, Pauleco, Sandreca e toda trupe percorrem  locais onde exploram e descobrem a importância da água, sua função na natureza, a relevância da conservação das florestas, geleiras e outros fenômenos naturais. Falam especialmente do aquecimento global, além de outros temas que tratam das ameaças ao meio ambiente.

As Músicas

1- A Grande História da Água (Sandra Peres, Paulo Tatit/Luiz Tatit)

2- Canção do Pingo D’água (Sandra Peres/ Luiz Tatit)

3- Rap do Pingo (Fabio Brazza)

4- Nosso Tietê (Paulo Tatit/Zé Tatit)

5- Canção do Rejeito (Sandra Peres, Paulo Tatit/ Luiz Tatit)

6- Banho Não (Sandra Peres/ Zé Tatit)

7- Tchibum, da Cabeça ao Bumbum (Sandra Peres/ Zé Tatit)

8- De Gotinha em Gotinha (Sandra Peres/Zé Tatit)

9- O Ritmo da Maré (Sandra Peres, Paulo Tatit /Luiz Tatit)

10- Meu Liquido Favorito (Paulo Tatit/ Zé Tatit)

11- Naturágua (Sandra Peres, Paulo Tatit/Luiz Tatit)

Confirma a programação do espetáculo.

Comissão Técnica de Meio Ambiente cobra nova era para a sustentabilidade

Integrantes da Comissão Técnica de Meio Ambiente da FAEP pediram a autoridades, durante reunião no dia 19 de julho, na sede da entidade em Curitiba, que o Estado entre em uma
nova era de políticas ambientais. A pauta incluiu debates sobre agilidade na liberação de licenças ambientais, resolução de impasses com relação a terras invadidas, necessidade de
revisão na postura de órgãos de fiscalização, sustentabilidade, acesso a novos mercados, turismo rural, entre outros temas.

“Quando começamos, no início do ano, percebemos que há segmentos no Paraná para os quais temos que dar uma atenção, melhorar as ações. Dentro da agricultura, por exemplo, temos frango, peixe, suíno, leite, entre outros. Tem também em outras áreas as hidrelétricas, postos de combustíveis. Enfim, detectamos 20 setores”, conta o secretário estadual de Meio Ambiente Márcio Nunes. “A visão da Secretaria está voltada ao empreendedorismo. Hoje qualquer negócio no mundo que não levar a marca da sustentabilidade, já começa falido”, completa.

Como exemplo de uma das ações diretas na melhoria das condições de produção com relação aos aspectos ambientais, a FAEP tem integrado, junto com a Ocepar (além de técnicos e produtores rurais), um grupo de trabalho para revisar resoluções antigas quanto à liberação de licenças ambientais. A maioria das mudanças propostas é relacionada a prazos e limites para obtenção de licenciamentos.

Na ocasião, o presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette, enfatizou que, sabendo da importância da natureza para a produção de alimentos, agricultores e pecuaristas paranaenses, há décadas, investem quantias milionárias em ações que visam a preservação. “Ou investimos para nos mantermos atualizados ou ficamos na estrada. O mercado, sabemos como funciona. Temos que ter consenso de que o mundo está mudando. Nós, na FAEP e no SENAR-PR, estamos preparando todo tipo de treinamento e tomando todas as atitudes necessárias para fazer frente a essas necessidades”, salientou.

Mudanças na gestão

O secretário relatou que algumas mudanças estruturais promovidas na atual gestão devem trazer maior agilidade na hora das análises de licença ambiental, como a extinção de coordenadorias e a inclusão, sob o guarda-chuva da pasta, do Instituto Água e Terra (IAT), a Paraná Turismo, o Invest Paraná e o Simepar. “Temos a possibilidade de receber o empreendedor que está disposto a investir, dar todas as orientações necessárias e, na sequência, viabilizar a licença ambiental com seguranças técnica e jurídica para que o negócio não seja barrado após o seu início”, garante Nunes.

O principal objetivo com as alterações é proporcionar uma mudança na cultura, fortalecer que há um caminho próspero para quem quer trilhar um trajetória como empresário. “Queremos mostrar com clareza que os empreendedores têm tapete vermelho no Paraná. Não vamos afrouxar, flexibilizar, acabar com o meio ambiente, não é isso. Queremos dar todas as orientações possíveis para que as pessoas obtenham o seu intento. Sabemos que o trabalho é a grande mola motriz de qualquer economia. A missão da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Turismo só acaba a partir do momento em que o cidadão colocou o negócio para funcionar, gerando emprego”, enfatiza.

Questões fundiárias

No plano federal, o secretário Especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luiz Antônio Nabhan Garcia, também sinalizou para uma nova postura com relação à condução dos conflitos envolvendo terras. “O passivo do Paraná é o maior do Brasil disparado, com essas questões de propriedades invadidas”, diagnosticou. “Fica efetivamente concretizada uma parceria com os governos federal e estadual, para que nós façamos essas reintegrações [de posse]. Vamos passar o Brasil e o Paraná a limpo, fazer Justiça, e não ter mais a irresponsabilidade de permitir invasão”, disse.

Nabhan salientou ainda que o Paraná cumpriu 19 reintegrações de posse neste ano, um exemplo a ser seguido por outros Estados. “É isso que o Brasil precisa. Não vamos dar mais mau exemplo, porque qualquer país do mundo que se diz democrático não pode aceitar e conviver com isso”, defendeu.

Turismo rural como chamariz de negócios

Outro ponto levantado durante a reunião é o fato de que ainda não há uma legislação que regulamente a questão da emissão de notas fiscais de prestação de serviço pelos produtores rurais. Sobre isso, a deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR) se comprometeu a levar a questão a Brasília para uma análise e, posteriormente, uma alternativa – Projeto de Lei ou resolução que envolva os ministérios da Agricultura e o Turismo.

O desenvolvimento do turismo rural também está na pauta do governo estadual, segundo o presidente da Agência Paraná Turismo, João Jacob Mehl. “Temos que evoluir nesse segmento, como ocorre na Europa, onde as pessoas vão a uma propriedade rural e podem dormir, se alimentar, usufruir da fazenda. Começamos a participar de feiras nacionais de turismo e temos propostas para feiras internacionais. Temos ainda a TV Educativa, que foi transformada em TV Turismo. Tudo isso vai facilitar muito o nosso trabalho de vender o Paraná como destino”, enfatizou.

A deputada federal Aline Sleutjes também falou sobre uma viagem que fez, representando o Brasil. A parlamentar integrou a comitiva do governo federal à Ásia – Japão, China, Vietnã e Indonésia – em busca de abertura de novos mercados para os produtos brasileiros. “Na China, conseguimos alavancar um setor de suma importância, o da carne. Estamos com dificuldade de liberação desse comércio há muitos anos. Tem frigoríficos há muitos anos tentando se credenciar para mandar carne para lá. Nós devemos credenciar 78 plantas junto a China e, possivelmente, outras para continuar ampliando as possibilidades de negócio”, relatou Aline.

Leia mais notícias no Boletim Informativo.

Conheça as profissões que ajudam a melhorar o Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado anualmente no dia 5 de junho. A data tem como objetivo alertar que os recursos naturais são indispensáveis para a nossa sobrevivência. E pequenas atitudes, como não jogar lixo nas ruas, ou agir como fiscalizadores, podem construir um futuro mais harmônico. Há quem decida ainda dedicar um tempo maior para isso, estudando e trabalhando diariamente para a proteção do meio ambiente.

É o caso de Erica Rusch, advogada Mestre em Direito Econômico com ênfase em Direito Ambiental pela UFBA e pós-graduada em Direito Ambiental pela PUC-SP, que há mais de uma década dedica-se ao universo das leis ambientais. “Dez anos atrás eram poucos os profissionais atuando ou dedicando-se aos estudos da área. A demanda por orientação, assim como hoje, era crescente. Então, eu vi como uma oportunidade e, também, pela própria afinidade que tenho com atuação coletiva, a proteção ambiental”, explica a profissional que hoje representa um dos poucos escritórios de advocacia focado em direito ambiental da Bahia.

O mercado ainda continua crescendo, segundo a especialista. “Acredito que o número de profissionais é pouco, considerando a demanda existente. A própria preocupação com a questão ambiental vem aumentando, a sociedade cobra mais dos agentes poluentes. Tudo isso gera uma demanda maior de atenção para esse setor”, explica.

Profissões que ajudam a preservar o meio ambiente

Se você gosta da área de estudos do meio ambiente e sonha em trabalhar no segmento, separamos algumas opções para você. No site do Educa Mais Brasil, instituição que trabalha há mais de 15 anos com a inclusão educacional no Brasil, é possível encontrar mais opções de cursos com a possibilidade de estudar com bolsas de estudo de até 70%.

Engenharia Ambiental:

O curso de Engenharia Ambiental aborda o desenvolvimento sustentável, questão amplamente valorizada nos dias de hoje. Durante o curso, os estudos integram as dimensões sociais, ecológicas, econômicas e tecnológicas, onde os alunos desenvolvem técnicas de preservação do ar, solo e água, e soluções para problemas recorrentes, cuidando para respeitar os limites da exploração do meio ambiente.

Geologia:

Em resumo, a Geologia é a ciência que estuda a Terra. O geólogo atua na investigação de como as forças da natureza agem sobre o planeta e quais são os seus efeitos, como por exemplo, a erosão e desertificação. Esse profissional encontra atuação em grandes obras que afetam a infraestrutura das cidades, como hidrelétricas, barragens, linhas de metrô, túneis, pontes e viadutos. É o geólogo quem faz a análise do solo, para melhor elaborar o estudo do impacto ambiental que será causado pelas modificações.

Biologia:

O curso de Ciências Biológicas forma biólogos que estudam todas as formas de vida, sejam elas macroscópicas ou microscópicas, bem como os ecossistemas como um todo: animais, plantas, fungos, bactérias. Além disso, estes profissionais são responsáveis por pesquisar o funcionamento dos organismos, sua origem, evolução e estrutura.

Gestão Ambiental:

A Gestão Ambiental busca compreender a relação entre o homem e o meio ambiente, com forte atuação no presente e no futuro. É responsabilidade do Gestor Ambiental ter conhecimento técnico na área, estudar e orientar sobre o uso de técnicas menos agressivas ao meio ambiente e saber se comunicar com eficiência, pois ele precisa lidar com consumidores, ambientalistas e empreendedores.

Gestão Ambiental:

O tecnólogo em Gestão Ambiental pode atuar em equipes multidisciplinares de licenciamento ambiental, além de estar apto a participar da elaboração de políticas e programas de educação ou de monitoramento da qualidade do meio ambiente. O profissional pode aturar em empresas de planejamento e desenvolvimento de projetos, assessoria técnica e consultoria, organizações não-governamentais (ONG), órgãos públicos, institutos e centros de pesquisa, instituições de ensino, empresas rurais e empresas em geral das áreas de indústria, comércio e serviços.

Saneamento Ambiental:

Para atuar nesta área, é necessário obter a graduação em Saneamento Ambiental. De acordo com o MEC, o curso superior de tecnologia dura 1,6 mil horas e habilita o profissional a lidar com instalação e operação de sistemas de abastecimento de água, de coleta e tratamento de efluentes domésticos, industriais e agrícolas. O tecnólogo em saneamento ambiental também está apto a monitorar sistemas de drenagem urbana ou rural, acompanhar campanhas educativas e emitindo pareceres técnicos.

Agência Educa Mais Brasil

Férias e natureza: saiba quais parques visitar durante o verão

As férias de verão são um período marcado pelo descanso e pela oportunidade de conhecer novos lugares. Uma opção para todos os tipos de turistas são os parques nacionais e estaduais, espalhados por todo o Brasil. Criados para preservar a paisagem natural do País, esses locais são uma alternativa para sair da rotina, com atrações turísticas que conquistam desde os mais aventureiros, até os mais sossegados.

Segundo a coordenadora de áreas protegidas da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Marion Silva, a visitação dentro dos parques aproxima as pessoas da natureza, além de movimentar a economia local. “A conexão com o meio ambiente traz benefícios para a saúde física e mental, por reduzir o estresse e promover um momento de descontração fora do agito dos grandes centros urbanos. Esse contato com a natureza também reforça a importância da conservação e das áreas protegidas, e faz com que as pessoas passem a adotar práticas mais sustentáveis em suas rotinas”.

Para manter os locais preservados, os visitantes devem ficar atentos às normas de visitação de cada parque, recolher e descartar corretamente o lixo produzido e não interferir na fauna e na flora local.

Conheça alguns parques espalhados pelo Paraná:

Foto: Divulgação

1) O Parque Nacional do Iguaçu, localizado na divisa do Paraná com a Argentina, é um dos parques mais visitados do Brasil, por ser o lar das famosas Cataratas do Iguaçu. O local está na lista da UNESCO de Patrimônios Naturais da Humanidade e nele é possível fazer trilhas no meio da mata e se aventurar nas quedas d’água do Rio Iguaçu. Os ingressos custam cerca de R$ 40 para os brasileiros e variam entre R$ 50 e R$ 70 para estrangeiros. Saiba mais sobre o Parque Nacional do Iguaçu.

 

 

(2) Localizado em Ponta Grossa, o Parque Estadual de Vila Velha faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana. A Unidade de Conservação possui atrações como os Arenitos, formações rochosas como a famosa taça; a parte de Furnas, que é um lençol subterrâneo; e a Lagoa Dourada, que recebe esse nome por ficar dourada ao refletir a luz do sol. No local, há várias atividades que custam de R$ 30 a R$ 60. Saiba mais sobre o Parque Estadual de Vila Velha.

 

 

 

 

 

 

3) No litoral do Paraná, há dois parques para ampliar o contato com a natureza: o Parque Estadual da Ilha do Mel e o Parque Nacional do Superagui. Localizada no litoral Sul, a Ilha do Mel só pode ser acessada de barco por Paranaguá ou por Pontal do Sul. Para preservar a área, não são permitidos veículos automotores e de tração animal. Os principais pontos turísticos no local são a Gruta das Encantadas, o Farol das Conchas e a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, todos gratuitos. Do outro lado do estado, no litoral Norte, a Ilha de Superagui é fragmentada na parte continental, no Vale do Rio dos Patos, e também entre as Ilhas do Superagui, Peças, Pinheiro e Pinheirinho. O principal atrativo do local é a praia deserta, que reúne ciclistas, corredores e observadores de pássaros, pela grande quantidade de espécies presentes na região. Saiba mais sobre o Parque Estadual da Ilha do Mel e o Parque Nacional do Superagui.

 

 

4) O Parque Estadual do Guartelá, localizado em Tibagi, protege uma área importante de patrimônio natural e arqueológico da região. Ele abriga o Canyon Guartelá, que é considerado o 6º maior cânion do mundo, além da Cachoeira da Ponte de Pedra, que forma banheiras naturais de hidromassagem. O principal turismo no local se encontra nas trilhas, onde o passeio custa cerca de R$ 35. Saiba mais sobre o Parque Estadual do Guartelá.

 

 

 

 

 

 

5) O Paraná também possui opções para montanhistas, com visitação gratuita. Localizado na Serra do Mar, o Parque Estadual Pico do Paraná abriga o Pico Paraná, que possui 1.877 metros e é conhecido como o maior pico da região Sul do Brasil. Outra opção é o Parque Estadual Pico do Marumbi, que protege uma área remanescente da Mata Atlântica, com opções de trilhas, escaladas e banhos de cachoeiras. Saiba mais sobre o Parque Estadual Pico do Paraná e o Parque Estadual Pico do Marumbi.

Vegetação nativa ocupa 30% do território do Paraná

A vegetação nativa ocupa um total de 30,3% do território paranaense, segundo estudo técnico-científico do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) realizado em parceria com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP). A pesquisa teve como base a análise de imagens de satélite (Landsat/OLI), vinculadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR é um procedimento que todos os proprietários rurais precisam cumprir até o dia 31 de dezembro deste ano, que inclui o preenchimento de dados detalhados dos imóveis rurais, como a geolocalização exata das áreas de preservação.

Segundo o levantamento, o Paraná possui 5,8 milhões de hectares (30,13% de sua área total) de vegetação nativa somados Floresta Nativas e Mangues. As outras partes mapeadas mostram que 12,8 milhões de hectares (66,51%) são de áreas antrópicas (pastagem, agricultura e reflorestamento), 378,6 mil hectares (1,96%) de lâminas d’água e 270,3 mil hectares (1,40%) de áreas urbanas. Ao todo, o território paranaense soma 19,9 milhões de hectares.

De acordo com o IAP, a classificação de uso das áreas do Estado está de acordo com as classes estabelecidas para análise dos cadastros realizados junto ao CAR. Como o prazo para enviar as informações ao Cadastro termina no final do ano, ainda haverá uma correção desses números. A variação, no entanto, não deve ser grande, já que até 31 de julho deste ano o Paraná já tinha cadastrado 412,7 mil imóveis rurais e 16,8 milhões de hectares.

Leia a matéria completa no Boletim Informativo.

Baleia e filhote são flagrados próximas da orla de Matinhos

Duas baleias-franca foram vistas, na manhã desta segunda-feira (20), bem perto da orla em Matinhos, no Litoral do Paraná.

A bióloga Liana Rosa, do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), explica que a vinda da mãe com o filhote para a orla paranaense se deve ao aumento da população da espécie.

“A gente já teve ocorrências, nas últimas semanas, de mães com filhotes muito próximas da arrebentação”, diz Liana. O comportamento de aproximação da costa é normal da espécie. A mãe busca essa área para descansar e manter o filhote seguro, segundo a especialista.

No último dia sete deste mês outras baleias foram vistas no litoral do Paraná. Segundo Liana a aproximação das baleias até a orla é comum.

“As baleias franca tem esse comportamento de chegar muito próximas da costa e elas são monitoradas há bastante tempo no Litoral da Santa Catarina. Provavelmente, por conta do aumento da população, elas tem buscado outras áreas e aparecido no Litoral do Paraná”.

Conforme a especialista, 300 baleias foram catalogadas na orla brasileira, as duas que apareceram hoje não estão nesta lista.

Liana orienta que o LEC deve ser procurado quando baleias forem avistadas no litoral paranaense e que embarcações devem manter distância dos animais.

“Caso as pessoas estejam embarcadas, sempre devem manter um mínimo de 100 metros de distância do animal, principalmente se for mãe e filhote. Eles são animais grandes e se deslocam muito rápido”, diz a bióloga.

A especialista lembra que as baleias são animais ameaçados de extinção e são protegidos por força de lei sobre qualquer tipo de molestamento, inclusive sobre a aproximação de embarcações.

Quem avistar uma baleia ou qualquer animal marinho raro no litoral paranaense pode ligar para os telefones do Laboratório de Ecologia e Conservação. O (41) 3511-8600 ou o 0800 642 341, que funciona 24 por dia, sete dias por semana.

Exposição retrata os detalhes da natureza em 18 quadros surrealistas

Com Metro Jornal

Está aberta ao público a mostra “Exopintura”, exposição que reúne elementos da natureza e insetos através de cores e da geometria.

Trazendo a arte contemporânea mesclada ao estilo pop surrealista, a mostra tem como tema a natureza, representada por folhas, e os insetos, representados por besouros.

Com elementos da botânica, a artista faz uso de cores fortes e de sobreposição de camadas para fazer com que o observador desvende os inúmeros detalhes da botânica.

Em entrevista ao Metro Jornal, a pintora Joseane Sampaio conta que o tema da exposição também gira em torno do exoesqueleto dos besouros e o universo deles inserido na natureza. “O meu interesse era pegar o microuniverso desses seres pequenos que as pessoas nunca prestam atenção, e transformar em um universo macro para ressaltar essa gama de cores e nuances. Retrato os besouros da minha maneira de pintar, distorcendo um pouco a realidade para instigar as pessoas através da natureza e da sua diversidade de cores e de texturas”.

Pintora há mais de 20 anos, Joseane acrescenta que a mostra tem como intuito emocionar as pessoas com aquilo que está perto delas mas que acaba passando despercebido.

Por meio de 18 quadros, a artista pretende transportar o observador para outro mundo de cor, brilho e fantasia.

A exposição, que fica aberta ao público até o dia 31 de julho, também conta com um momento de interação onde os visitantes podem usar lanternas e projetar suas luzes nos quadros, realçando o brilho e os detalhes escondidos dos quadros.

Serviço:
“Exopintura”
Até 31 de julho, no Espaço Arte Francis Bacon
Rua Nicarágua, 2620, Bacacheri
Horário de visitação: segunda a sexta, das 13h30 às 17h.
Entrada gratuita.

Meia Maratona das Cataratas alia esporte e natureza

A 9ª Edição da Meia Maratona das Cataratas estreia nova data e um novo conceito. A prova acontece neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, e cerca de dois mil participantes poerão não apenas  competir, mas desfrutar a experiência do contato direto com a natureza no Parque Nacional do Iguaçu, Patrimônio Mundial da Humanidade.

Todo o percurso da prova, de 21 quilômetros, será em meio à floresta. Os corredores saem já do interior do Parque Nacional do Iguaçu e percorrem toda a estrada de acesso às Cataratas, retornando pela mesma via até as proximidades do antigo portão de acesso à unidade.

Nos quilômetros 8 e 9, os atletas poderão apreciar o espetáculo das Cataratas do Iguaçu, que desde 2011 ostentam o título de uma Sete Novas Maravilhas da Natureza. O chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Ivan Baptiston, acredita que a Meia Maratona das Cataratas “é uma oportunidade para os participantes terem maior contato e aproximação com a natureza deste parque e promover com essa experiência a valorização dos parques nacionais e da vida selvagem”.

Para Adélio Demeterko, gerente-geral da Cataratas do Iguaçu S.A., o objetivo é realizar um grande evento e proporcionar aos corredores uma experiência inesquecível. “A 9ª Meia Maratona das Cataratas – Prova Dia Mundial do Meio Ambiente será uma grande festa do esporte celebrando a natureza”, afirma.

Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional, que é um dos grandes incentivadores do turismo em Foz do Iguaçu, diz que “a prova é obrigatória para quem participa desse mundo das corridas. A Meia Maratona das Cataratas é um evento imprescindível para o esporte e o turismo”.

Realização

A Meia Maratona das Cataratas é uma realização do Parque Nacional do Iguaçu (ICMBio) e da Cataratas do Iguaçu S.A., RPC; com patrocínio da Itaipu Binacional e Fundo Iguaçu.

7ª Meia Maratona das Cataratas 7ª Meia Maratona das Cataratas