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Moro e Leprevost defendem prisão em 2ª instância durante homenagem a Mourão

Em comemoração ao Dia Nacional da Justiça e da Família, dia 8 de dezembro, o secretário da Justiça, Família e Trabalho do Governo do Paraná (Sejuf), Ney Leprevost, homenageou nesta sexta-feira (6), o vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, e o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, como expoentes que lutam por um país melhor.

O secretário Leprevost abriu a cerimônia ressaltando que é preciso garantir a preservação da ordem, da Lei, da Constituição e da democracia, destacando como os agradecimentos ao vice-presidente Mourão e ao ministro Moro. “Entrego com muito honra este reconhecimento público de ‘Expoente da Defesa do Estado Democrático de Direito e da Constituição Federal’ a este homem que luta pela justiça e cultiva e mantém vivos nossos valores, e que em Brasília vem desenvolvendo um grande trabalho para o povo brasileiro. General Hamilton Mourão, meu muito obrigado”.

“Quem diria que um juiz sozinho conseguiria mudar um país inteiro. Sergio Moro, hoje ministro no governo de Bolsonaro, enfrentou forças poderosíssimas em nome da pátria do nosso país. Dr. Sérgio Moro, os brasileiros de bem estão ao seu lado e os desonestos não triunfarão”, enfatizou Ney Leprevost. “Apoiamos a aprovação da prisão em segunda instância dos criminosos que já foram julgados”, completou.

Mourão destaca democracia – O vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, reforçou a importância da democracia na sociedade. “Não há democracia sem justiça. A democracia é o principal pilar, entre a justiça e família, para o andamento e bom funcionamento do bem comum da população”.

Mourão falou também sobre o desenvolvimento de políticas públicas para a população. “As políticas desenvolvidas têm que ser para o estado, não para o governo. Trabalhamos juntos nas esferas federal, estadual e municipal para diminuir as desigualdades e levar o bem às pessoas que vivem em situação desumana. Mas, para isso, a sociedade tem que fazer sua parte. Como nós temos que fazer nossa parte como cidadãos também”.

“Um estadista deve pensar nas próximas gerações e não nas próximas eleições”, finalizou Mourão, citando Winston Churchill.

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Divulgação/ANPr

Garantia de direitos – De acordo com o vice-governador Darci Piana, que na oportunidade representou o governador Carlos Massa Ratinho Júnior, “não existe nada mais importante que a justiça e a família, pois a família sustenta a sociedade e sem justiça não se vai a lugar algum”. Piana afirmou ainda que “o secretário Ney Leprevost tem feito um trabalho extraordinário em defesa da família, com cidadania, garantias de direito e justiça para o nosso Estado”.

Redução da criminalidade e projeto anticrime – O ministro Sergio Moro falou sobre a redução na criminalidade ocorrida em 2019. “Temos trabalhado intensamente no Ministério de Justiça para diminuir o crime organizado, a criminalidade e a corrupção e temos visto excelentes resultados, com redução dos principais indicadores criminais em todo o país – mérito compartilhado com as forças de segurança pública dos Estados, como no Paraná.”

Segundo o ministro, até setembro houve uma queda de 22% no número de assassinatos em comparação ao mesmo período do ano anterior, e de 40% nos roubos a instituições financeiras. “Evidentemente os números ainda são muito altos, o que nos entristece, mas nos motivam a seguir adiante. Por isso é importante que tenhamos instrumentos legais para levar os criminosos à Justiça. Um criminoso solto é um criminoso que pode praticar novos crimes”, completou.

Para Moro, a Câmara dos Deputados deu um passo importante ao aprovar, ainda que parcialmente, o projeto anticrime enviado pelo governo federal. “Agora vamos trabalhar para aprová-lo o quanto antes no Senado, conversando com os parlamentares e buscando convencê-los de sua importância”.

Delegado da Lava Jato assumirá Departamento de Justiça do governo Ratinho Junior

O delegado Felipe Eduardo Hideo Hayashi, da Polícia Federal, será o diretor do departamento de Justiça na  Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Paraná no governo Carlos Massa Ratinho Junior.

Felipe é Mestre em Direito Econômico e Socioambiental pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Especialista em Ciências Criminais e Processo. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor de Compliance da FAE Business School.

Autor do livro “Corrupção: Combate Transnacional, Compliance e Investigação Criminal”. Delegado de Polícia Federal. Chefe da Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros no Paraná. Integrante da equipe original da Força Tarefa da Operação Lava Jato desde 2014.

O convite foi realizado pelo deputado Ney Leprevost, que será o titular da Secretaria.  Ney disse que a decisão foi em conjunto com o governador eleito e teve a aprovação do diretor-geral da Polícia Federal. “Fico muito grato ao diretor geral da Polícia Federal, dr . Maurício Valeixo, pela liberação deste excelente profissional que aceitou nosso convite para servir ao Paraná e que irá me ajudar muito na elaboração de políticas públicas anticorrupção e na interlocução com o Ministério da Justiça na gestão do dr. Sérgio Moro”.

Ney Leprevost agradece os 405 mil votos que recebeu

O candidato Ney Leprevost (PSD) que perdeu as eleições municipais do segundo turno, em Curitiba, para Rafael Greca (PMN) agradeceu os eleitores pelos votos conquistados. Ele apontou que nas primeiras pesquisas, as intenções de voto para Ney eram de 5% e, no final das apurações dos votos, ele teve 46,75% dos votos válidos.

No primeiro turno eleitoral Rafael Greca  somou cerca de 350 mil (38,3%) votos e Ney Leprevost cerca de 220 mil (23,6%).

Na última pesquisa divulgada pelo Ibope, na noite de sábado (29), sob registro PR-00015/2016, os candidatos apareciam empatados tecnicamente. Greca tinha 51% das intenções dos votos válidos e Ney 49%.  Brancos e Nulos eram 14% e 5% não souberam ou não responderam ao levantamento.

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“Quero ser prefeito de todas as crenças, etnias e classes sociais”, afirma Ney

O candidato à prefeitura de Curitiba, Ney Leprevost (PSD), votou nesta manhã na Sociedade Operária Beneficente Esportiva Iguaçu, em Santa Felicidade.

No primeiro turno, o candidato conquistou 23,6% dos votos, cerca de 220 mil.

O seu adversário neste domingo (30), Rafael Greca (PMN), teve 38,3% dos votos, cerca de 350 mil votos.

Ao falar com a imprensa após a votação, Ney falou sobre a relação com o atual governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Segundo ele, apesar de criticar Richa como cidadão, não hesitará em “calçar as sandálias da humildade” para manter uma boa relação com o governador. Ney também afirma que vai governar para todos. “Quero ser o prefeito de todas as crenças, todas as etnias, classes sociais, moradores dos 75 bairros da cidade”, disse.

Confira a entrevista com Ney Leprevost.

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Ney Leprevost

Ney Leprevost iniciou sua carreira política aos 13 anos, como comentarista esportivo.

ney leprevost
Foto: Francielly Azevedo/Paraná Portal

Aos 22 anos foi eleito para o cargo de vereador na Câmara Municipal de Curitiba e, três anos depois, foi convidado para assumir a Secretaria de Estado do Esporte e Turismo.

Em 2000 e 2004 reelegeu-se como vereador na Câmara Municipal de Curitiba.

Em 2006, elegeu-se deputado estadual no Paraná pela primeira vez e, em 2010, foi reeleito par ao cargo. Seu vice na corrida pela prefeitura de Curitiba é João Guilherme Moraes (PSC).

No último debate, Greca e Ney apelam aos que pretendem anular o voto

Em menos de uma semana, tudo mudou na estratégia dos dois candidatos que disputam o segundo turno das eleições municipais em Curitiba. Se, domingo, no debate da RIC TV Record, Rafael Greca (PMN) e Ney Leprevost (PSD) passaram o programa todo se provocando e trocando acusações, nesta sexta-feira, na RPCTV, afiliada da Rede Globo no Paraná, não houve um único momento de ataque, com os candidatos discutindo questões da cidade. Em comum, os dois candidatos apelaram aos eleitores que pretendem anular o voto ou se abster da eleição de domingo. Eleitorado que já foi elevado no primeiro turno e tende a crescer ainda mais no dia 30, inclusive por conta da campanha agressiva que os dois candidatos apresentaram na reta final.

Greca fez o apelo já em sua primeira fala do debate, ao responder à primeira pergunta de Leprevost, cumprimentou os telespectadores e dirigiu sua saudação aos que pretendem votar nulo, em branco ou se abster da votação, destacando a importância do voto e o risco da omissão em um momento decisivo para a cidade. “Curitiba merece uma escolha consciente”., disse. Ney deixou para se dirigir aos eleitores que não pretendem votar em nenhum dos dois nas considerações finais. “Estudo cada um dos 75 bairros de Curitiba e as soluções que eles precisam para os seus problemas. Eu quero administrar Curitiba com eficiência, honestidade, com inteligência”, afirmou.

Durante o programa, os candidatos discutiram propostas para a saúde, como a construção de um hospital oncopediátrico na cidade, defendida por ambos, a melhoria na gestão das consultas de médicos especialistas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos. Discutiram, também, o transporte público, com Ney Leprevost reafirmando sua promessa de reduzir, dentro de 90 dias, a tarifa entre R$ 0,10 e R$ 0,15 e Greca propondo a diminuição da tarifa nos horários de menor movimento e a criação de um cartão de uso por tempo determinado.

O único momento de embate foi quando Greca perguntou ao candidato do PSD se ele tinha conhecimento do Orçamento da cidade para fazer as promessas que fez em sua campanha, como a redução da tarifa do ônibus, o suprimento da demanda por vagas em creches e a distribuição de leite para todas as crianças da rede municipal de ensino. “Curitiba tem um orçamento de R$ 9 bilhões, com R$ ! bilhão para investimentos. Além da possibilidade de reduzir custos com o corte de 40% dos cargos comissionados e de firmar parcerias com o governo federal, é sim, possível, fazer o que estamos nos propondo a fazer. E reafirmo, custe o que custar, por mais que isso desagrade muitos poderosos, vamos reduzir a tarifa do ônibus”, declarou Ney. “A prudência fiscal aconselha a não prometer tanto para não falhar. A malha viária tem que ser conservada, a contrapartida da linha verde tem que ser feita”, lembrou Greca, na réplica.

Debate se resume a troca de ataques entre Greca e Ney

As trocas de agressões e acusações que tomaram conta das últimas propagandas no rádio e na televisão foram a tônica do debate promovido pela RIC TV Record entre os candidatos à Prefeitura de Curitiba, no final da noite deste domingo.

Ao contrário das indiretas e do tom moderado dos demais encontros, no primeiro e no segundo turnos, Ney Leprevost (PSD) e Rafael Greca (PMN) não pouparam ataques mútuos e passaram a uma hora e quinze minutos do programa  se difamando e praticamente não discutiram propostas.

Sorteado para fazer a primeira pergunta, Ney Leprevost já começou afirmando que “nunca vimos numa eleição tamanha baixaria como estamos vendo nestes dias”. E foi assim que se sucedeu o debate. Na sua primeira pergunta, Greca levantou suspeita sobre a formação acadêmica de Ney, que concluiu o curso de administração pelo ensino à distância, na Unitins, do Tocantins, e pediu para o adversário responder se usaria a teoria de Taylor na sua gestão.

Ney desconversou na resposta e contra-atacou. “Poderia discorrer muito sobre Taylor, mas prefiro discorrer sobre Sérgio Moro, e queria dizer aos procuradores juízes que eu sou ficha limpa e combaterei a corrupção”, disse, para depois citar que, “enquanto eu fiz faculdade à distância, Greca foi servidor à distância, trabalhando para Renan Calheiros, no Senado, de Curitiba”. Greca retrucou dizendo que “não é administrador coisa nenhuma quem desconhece a teoria de Taylor, o máximo resultado com o menor esforço. Mas, apesar de não conhecer, Ney é um aplicador da teoria, pois conseguiu se formar sem estudar”.

Sobre o período em que foi comissionado no Senado, ele disse que o senador Roberto Requião elogiou sua atuação. “Quem se coloca na condição de funcionário fantasma não pode ser prefeito de Curitiba”, treplicou Leprevost.

Os candidatos ainda exploraram as alianças controversas de seus adversários. Greca citou a presença do PCdoB na coligação de Ney, que destaca sua participação nas manifestações pelo impeachment, enquanto Leprevost lembrou do apoio do governador Beto Richa (PSDB) na aliança do ex-prefeito.

Na sequência, Greca citou o aluguel, com opção de compra, de um terreno cedido pelo Estado ao Instituto dos Cegos, pela empresa do irmão de Ney, João Leprevost, irritando o adversário. “Quem ataca família do adversário é mau caráter. Quem destinou o terreno foi o Beto Richa. Meu irmão alugou o terreno e o instituto hoje tem 40% de sua arrecadação graças a esse aluguel. Não coma tanto na mão do seu marqueteiro que era secretário do Beto Richa”, respondeu.

“Ele se apropriou do terreno que vale R$ 54 milhões e o senhor, como deputado, trabalhou para derrubarem a proibição de venda”, replicou Greca. “Não sou como o senhor, não desvio bens públicos para dentro da minha chácara”, rebateu Leprevost, em referência à denúncia de que obras de arte do patrimônio da prefeitura foram levados para a chácara de Greca depois que ele encerrou seu mandato, em 1996.

No segundo bloco, Ney perguntou a Greca sobre como lidaria com a população de rua. Depois da resposta do candidato do PMN com suas propostas para solucionar a questão, o candidato do PSD declarou “e ninguém tem direito de vomitar nas pessoas mais pobres”, lembrando a declaração de Greca, em uma sabatina na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, quando afirmou que quase vomitou ao tentar atender um morador de rua.

“Você nunca fez resgate social e não poderia dar a aula que dei na PUC, citando a dificuldade que passei na minha estréia. Não significa repulsa, mas sim engajamento na causa”, rebateu Greca, tentando explicar a declaração.

Ibope coloca Ney e Greca em empate técnico

Uma pesquisa do Ibope divulgada nesta sexta (21) em Curitiba mostra empate técnico, no limite da margem de erro, entre os candidatos à prefeitura Ney Leprevost (PSD) e Rafael Greca (PMN).

Em votos válidos, Leprevost tem 53%, e Greca, 47%. Pela margem de erro, de três pontos percentuais para mais ou menos, os dois estão no limite do empate técnico, uma vez que as intenções de voto em Leprevost podem variar entre 50% e 56% e, em Greca, entre 44% e 50%.

Em votos totais (considerando indecisos e brancos/nulos), Leprevost tem 44%, contra 39% de Greca. Com a margem de erro, permanece o empate técnico.

Este é o primeiro levantamento do Ibope em Curitiba neste segundo turno.

Foram ouvidas 805 pessoas, entre os dias 18 e 20 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número PR-08766/2016.

Com 39% das intenções de voto, Leprevost abre vantagem sobre Greca, com 33%, diz pesquisa

BandNews FM Curitiba

O candidato Ney Leprevost (PSD) abre vantagem na corrida pela Prefeitura de Curitiba, de acordo com a segunda pesquisa de intenção de votos realizada pelo Instituto Opinião, encomendada pela rádio BandNews FM Curitiba.

Na pesquisa estimulada, o deputado estadual aparece com 39,25% das intenções de voto. O candidato Rafael Greca (PMN) tem 33,46%. Ainda nas perguntas estimuladas, os eleitores que afirmam votar branco ou nulo somam 13,53%. Os indecisos são 11,02%, enquanto os eleitores que disseram que não sabem – ou que preferiram não opinar – representam 2,74%.

Pesquisa mostra leve crescimento de Leprevost no segundo turno. (Foto: Divulgação/ Instituto Opinião)
Pesquisa mostra leve crescimento de Leprevost no segundo turno. (Foto: Divulgação/
Instituto Opinião)

Ao descartar os votos brancos e nulos, o deputado Ney Leprevost tem 53,98% das intenções de voto, contra 46,02% de Rafael Greca. A diferença é de quase oito pontos porcentuais. É desta forma – considerando apenas os votos válidos – que o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) consolida o resultado das urnas.

Diferença entre os candidatos é de 8%. (Foto: Divulgação/Instituto Opinião)
Diferença entre os candidatos é de 8%. (Foto: Divulgação/Instituto Opinião)

O Instituto Opinião também perguntou aos eleitores sobre a rejeição aos candidatos. O resultado é praticamente o mesmo da primeira pesquisa realizada pelo órgão para os segundo turno das eleições em Curitiba. Rafael Greca é o mais rejeitado entre os candidatos – 19,55% das pessoas ouvidas afirmaram que não votariam no ex-prefeito. O candidato Ney Leprevost é rejeitado por 6,80%. Em relação aos resultados da pesquisa da semana passada a variação, nos dois casos, é de menos de um ponto porcentual. A maioria dos curitibanos – 61,77% – não rejeita nenhuma das opções. 11,88% não sabem, ou não responderam.

Com pequena variação, rejeição a Greca diminui, enquanto a de Leprevost aumenta. (Foto: Divulgação/ Instituto Opinião)
Com pequena variação, rejeição a Greca diminui, enquanto a de Leprevost aumenta. (Foto: Divulgação/ Instituto Opinião)

O Instituto de Pesquisa Opinião ouviu 1.200 eleitores, de 10 regiões da cidade, entre os dias 15 e 17 de outubro. A margem de erro é de 2,83% para mais, ou para menos. O nível de confiança é de 95% – ou seja, considerando a estimativa de erro, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de identificação PR-01761/2016.

O resultado desta pesquisa eleitoral mostra uma pequena tendência de crescimento do candidato Ney Leprevost, ao mesmo tempo em que registra uma leve queda das intenções de voto ao candidato Rafael Greca. Em relação aos números divulgados na semana passada, pelo mesmo Instituto Opinião, o deputado aparece com uma variação positiva de 1,43%. Greca registra, agora, um porcentual 0,74% inferior. A pesquisa da semana passada ouviu o mesmo número de pessoas, entre os dias entre os dias 07 e 09 de outubro, e foi registrada no TSE com o número de identificação PR-04268/2016.

Como eles pretendem melhorar a segurança

(Metro Jornal Curitiba)

Propostas. Segundo as pesquisas, a segurança é segunda preocupação dos curitibanos neste 2016 ano, depois da saúde. Confira o que os candidatos pretendem fazer pela área nos próximos anos:

O deputado estadual Ney Leprevost (PSD) quer parcerias com Conselhos de Segurança dos bairros e vizinhos vigilantes. Também quer criar Unidade de Combate ao Crack

O Plano de Governo para a área da segurança tem como base a proteção dos direitos humanos fundamentais, a preservação da vida, patrulhamento preventivo, proteção do cidadão, prevenção do uso indevido de drogas, diminuição dos índices de violência e a proteção do patrimônio público.

neyVamos desenvolver ações e investir em ferramentas de inteligência em segurança pública e na comunicação operacional digital de voz e de dados, desenvolver e aplicar software para análise e mapeamento dos locais de maior índice de crimes em Curitiba e firmar parcerias e trabalhos integrados com os Conseg, vizinhos vigilantes, associações e escolas de treinamento de profissionais de segurança privada, vigias, porteiros e zeladores.

Os Guardas Municipais aprovados no último concurso público serão chamados e todo o efetivo irá auxiliar as polícias no patrulhamento preventivo. Vamos treinar 90 guardas municipais para integrar o GPP (Grupo de Prote- ção ao Passageiro), que vai atuar à paisana, no policiamento no interior dos ônibus e nos terminais de transporte coletivo, evitando roubos, assédios e outros crimes.

O Centro de Monitoramento será integrado com câmeras da Prefeitura, das polícias, das empresas de segurança, dos edifícios privados e residenciais para a prevenção do crime e, será implantada a primeira Unidade de Combate ao Crack, para reprimir o tráfico e o uso da droga em parques, praças e vias públicas.

O patrulhamento ostensivo, preventivo e proativo será aperfeiçoado o sistema de vigilância ampliado nos locais de maior índice de crimes. As escolas serão locais seguros e inclusivos para toda a comunidade.

grecaO ex-prefeito Rafael Greca (PMN) diz que pretende utilizar a rede privada de câmeras para a segurança, além de combater o tráfico de drogas.

“É preciso reestruturar a Guarda Municipal, dando condições de trabalho a corporação, com aquisição de material, como coletes, novas viaturas, bicicletas e armas. Há de também ampliar o número de guardas municipais, que hoje são 1.390 profissionais. O número diminui a cada dia com as aposentadorias. Há três anos eram 1.780 guardas. O prefeito Gustavo Fruet prometeu em campanha contratar 1.500 guardas durante seu mandato. Até agora, nenhum foi contratado. Será preciso contratar 400 guardas aprovados no concurso que não foram chamados

Com isto, a Guarda Municipal terá condições para cumprir as suas funções, estando presentes nas escolas, nas creches, nos postos de saúde, nos parques, praças e nos prédios públicos. Vou também criar um programa para cuidar das baladas dos jovens, com guardas municipais e agentes do Setran para evitar os abusos e garantir um lazer com segurança.

Outra ação é a implantação do Programa de Policiamento de Proximidade, que vai aproveitar as câ- meras de vídeo da cidade, sejam do poder público ou privado, para aumentar a segurança. Nos pontos mais alto dos bairros, serão instaladas centrais ligadas a centros de monitoramento, que vão captar sinais de alerta de pânico. Em caso de uma ocorrência ou situação suspeita, os moradores ou comerciantes poderão ativar, acionando a Guarda ou as polícias Civil ou Militar.

A intenção é que a Guarda trabalhe em conjunto com as demais forças de segurança (Polícia Militar, Polícia Civil ou Polícia Federal), usando a sala de operação da Copa. Juntos vão trabalhar com o combate ao microcriminalidade, associada ao tráfico de drogas. E nas escolas será feito trabalho preventivo com campanhas educativas.”

Ney detalhará propostas e Greca grava com Doria

Thiago Machado, Metro Jornal Curitiba

Recomeça amanhã o propaganda eleitoral gratuita, iniciando o período de 14 dias que será definitivo para decidir que será o novo prefeito de Curitiba a partir de 2017. Nos últimos dias, a campanha de Rafael Greca (PMN) conseguiu um apoio que promete chamar a atenção: o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), gravou um vídeo em apoio ao candidato.

Doria é do mesmo partido do governador Beto Richa (PSDB) e foi a principal surpresa nas eleições deste ano, ao chamar para si a imagem de gestor e ‘antipolítico’. A assessoria de campanha de Greca confirma a gravação, mas prefere manter misté- rio sobre as estratégias do segundo turno.

Já pelo lado de Ney Leprevost (PSD), os apoiadores comemoram o aumento do tempo em televisão. Excetuando Ademar Pereira (Pros) e Xênia Mello (Psol), Ney foi o que teve menos espaço no 1º turno. “Nosso programa era o menor em tempo, e ainda menor quantidade de inser- ções. Agora vamos explicar melhor algumas propostas, e também estamos analisando novas”, conta o coordenador de marketing, Paulo Garmatter.

No último debate, na Band, Greca levantou novas críticas contra Ney. Também nas redes sociais os ataques vêm se acirrando nos últimos dias. Garmatter, no entanto, diz que o candidato manterá a linha propositiva, apesar de ter que notado um maior ‘clima de animosidade’ do adversário.

“Minha dedução é que esperavam ganhar no 1º turno ou enfrentar um outro adversário. Agora parece que complicou para eles”, avaliou.