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Acidente na estrada mata jovem grávida de sete meses e deixa feridos no Paraná

Um acidente grave envolvendo um carro e um caminhão, aconteceu por volta das 15h30 deste domingo (24), na BR 373, na região de Imbituva.

Acidente envolveu um Nissan Versa, com placas de Guarapuava e o Caminhão Scania T114, licenciado em Prudentópolis.

O motorista do Nissan de apenas 19 anos e uma criança de 5 foram encaminhados à Santa Casa de Irati, com lesões graves e com risco a vida.

acidente grave imbituva gravida morre
Divulgação/PRF

Já a passageira, de 21 anos, mãe da menor e que estava grávida de 7 meses, morreu no local.

O condutor do Caminhão , de 56 anos, saiu ileso, aguardou a equipe policial realizou o teste de etilômetro, com resultado negativo para ingestão de álcool.

A causa provável do acidente estaria relacionada à ultrapassagem e velocidade incompatível do condutor do Nissan.

O carro seguia sentido Guarapuava enquanto o caminhão seguia em direção à cidade de Ponta Grossa.

O mesmo automóvel Nissan Versa havia sido notificado por estar com farol apagado, 20 minutos antes do acidente. Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o carro percorreu 50 km em 20 minutos.

A vítima em óbito foi encaminhada para o IML de Ponta Grossa, o Instituto de Criminalista compareceu ao local, para a perícia.

 

 

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Nissan Leaf, 100% elétrico, chega ao Brasil por R$ 195 mil

Por FERNANDO PEDROSO

Depois do Renault Zoe (R$ 149.990), agora foi a vez do Nissan Leaf começar as suas vendas no Brasil, consolidando a invasão dos carros elétricos no país.

As vendas começam nesta semana por R$ 195 mil. O valor inclui um pacote completo de equipamentos, com piloto automático adaptativo, alertas de ponto cego, entre outros itens de segurança e conforto.

Mas vamos ao que interessa: a novidade do Leaf é usar um motor 100% elétrico abastecido por baterias que podem ser recarregadas na garagem de casa. A própria Nissan promete instalar os equipamentos necessários para quem comprar o carro.

Vem também com um cabo de emergência e um adaptador para ser usado em outros lugares com uma tomada disponível. O conector fica na frente do carro, abaixo do capô.

Com a bateria cheia, o hatch da Nissan pode rodar até 389 km, segundo o padrão europeu de medição, mas essa autonomia vai variar conforme a condução de cada motorista, como em um carro a gasolina.

O conjunto de baterias foi atualizado para o Nissan Leaf que chega ao Brasil. São de ion-lítio de 40 kWh. O motor tem o equivalente a 149 cv de potência e torque de 32,6 kgfm disponível desde que o carro é ligado.

A marca não divulgou dados de desempenho, mas em carros elétricos a aceleração costuma ser bem rápida, apesar da velocidade final não ser muito alta.

Outra vantagem dos modelos movidos a eletricidade é a baixa manutenção. Com menos peças móveis, o motor não exige troca de fluidos, por exemplo. Os freios também são poupados. Basta o motorista tirar o pé do acelerador para o Nissan Leaf frear e até parar. O pedal da esquerda só é necessário em uma parada de emergência.

Justiça do Japão pede prisão de brasileiro que dirigia a Nissan

A Promotoria de Justiça de Tóquio, no Japão, que determinou a prisão do franco-brasileiro Carlos Ghosn, o ex-CEO [executivo] da Nissan Motor, por maquiar dados sobre lucros, investiga novas suspeitas de irregularidades.

Ghosn é suspeito de instruir diretamente um assessor, por e-mail, a pagar US$ 1,5 milhão para reformar sua casa, no Líbano. Há informações de que Ghosn enviou um e-mail orientando um assessor para providenciar o pagamento para a casa do Líbano, levantando dúvidas sobre sua conduta como executivo.

De acordo com dados, ainda sob apuração, o imóvel foi comprado por US$ 9 milhões. Pelo menos R$ 6 milhões foram gastos nas reformas.

Ghosn nega que tenha transmitido orientações via e-mail ao diretor-representante da Nissan, Greg Kelly. Kelly está detido por seu envolvimento na alegada má- conduta financeira.

Há três dias, Ghosn foi preso sob a acusação de subestimar sua renda em 5 bilhões de ienes (o equivalente a US$ 44 milhões), nos relatórios de valores mobiliários.

Ghosn foi acusado de fazer a Nissan comprar residências de luxo para ele usando os fundos de investimento da empresa, inclusive no Rio de Janeiro, Brasil e Beirute, no Líbano.