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Revitalização do Jardim Botânico deve ser concluída até junho

A segunda etapa da revitalização do Jardim Botânico começou em Curitiba. Agora, estão em andamento obras área atrás da estufa. Os trabalhos devem ser concluídos até o final do primeiro semestre. De acordo com a prefeitura, as obras custarão R$ 3,5 milhões.

O espaço revitalizado será batizado de Galeria das Quatro Estações. Já a estufa, um dos principais cartões postais de Curitiba, foi reaberta no final de 2019.

“As equipes trabalham na recuperação e na pintura da estrutura metálica do Jardim Botânico. Além disso, fazem a construção de alvenaria que vai compor o complexo”, explicou o diretor de Parques e Praças da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Jean Brasil.

Conforme a direção de Produção Vegetal, parte da galeria permanecerá descoberta para abrigar uma nova coleção botânica. “A nova coleção ainda vai ser definida pela comissão responsável dentro do jardim”, pontuou José Roberto Roloff.

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Jardim Botânico é o destino de Curitiba mais procurado pelos turistas. (José Fernando Ogur/SMCS)

JARDIM BOTÂNICO É O DESTINO MAIS PROCURADO POR TURISTAS

Principal cartão postal de Curitiba, a estufa do Jardim Botânico foi reaberta em novembro. A estrutura também passou por uma revitalização. Foi a maior reforma desde a inauguração, em 1990.

Conforme a administração do parque, todas as mais de 1.000 peças de vidro que compõem a estrutura foram trocadas. Além disso, 16.300 metros de borrachas de vedação foram substituídos.

Mais do que apenas um parque, o Jardim Botânico é uma unidade de conservação voltada ao estudo e às pesquisas. Conforme a direção, o espaço alia a manutenção da área verde e o lazer ao trabalho de conservação botânica.

A estufa principal abriga plantas da floresta atlântica. Além disso, há nove coleções botânicas espalhadas: Ameaçadas de Extinção, Araucarieto, Arbustos dos Campos do Paraná, Campos Nativos de Curitiba, Exóticas, Floresta Atlântica, Floresta Estacional Semidecidual, Palmeiras Brasileiras, e Jardim das Araucárias do Mundo.

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Obras da Sanepar podem deixar 34 bairros de Curitiba sem água

Obras da Sanepar (Companhia Paranaense de Saneamento) podem deixar 34 bairros de Curitiba sem água nesta próxima terça-feira (14).

Confira os bairros possivelmente atingidos pelo serviço de manutenção:

  • Alto Boqueirão, Sítio Cercado, Xaxim, Pinheirinho, Boqueirão, Ganchinho, Água Verde, Capão Raso, CIC, Fanny, Fazendinha, Guaíra, Hauer, Lindoia, Novo Mundo, Portão, Santa Quitéria, Seminário, Vila Izabel, Cajuru, Guabirotuba, Jardim das Américas, Uberaba, Ahú, Atuba, Bacacheri, Barreirinha, Boa Vista, Cabral, Centro Cívico, Santa Cândida, São Lourenço, Tingui e Juvevê.

Por causa de obras programadas, o desabastecimento começa a partir das 6h de terça-feira (14). De acordo com a Sanepar, a normalização será de forma gradativa. O sistema de começará a ser normalizado a partir da manhã de quarta-feira (15).

Conforme a Sanepar, só ficarão desabastecidos os clientes que não têm caixa-d’água no imóvel, conforme recomendação da ABNT.

Qualquer dúvida ou solicitação para a Sanepar pode ser realizada pelo telefone 0800 200 0115.

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Quadro Negro: novo acordo de leniência vai devolver R$ 1,4 milhão aos cofres do estado

Foi homologado nesta terça-feira (10) um novo acordo de leniência no âmbito da Operação Quadro Negro, do MP-PR (Ministério Público do Paraná). A construtora Ághora Engenharia Ltda vai devolver R$ 1,4 milhão aos cofres do estado, conforme o pacto assinado pela empresa com o Gepatria (Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa ).

A construtora é uma das empresas investigadas na Operação Quadro Negro. O Ministério Público do Paraná investiga um esquema que desviou dinheiro que deveria ser usado na construção e reformas de escolas.

De acordo com o MP-PR, este é o segundo maior acordo de leniência assinado no âmbito da Operação Quadro Negro. Ao todo, foram cinco pactos assinados entre Gepatria e construtoras desde o início das investigações. A Ághora Engenharia Ltda assinou o acordo mais recente (R$ 1.408.000,00).

ACORDOS DE LENIÊNCIA DA OPERAÇÃO QUADRO NEGRO

  1. Village Construções Ltda. (R$ 1.807.336,04)
  2. Ághora Ltda. (R$ 1.408.000,00)
  3. TS Construção Civil (R$ 1.234.107,62)
  4. Atro Construção Civil (R$ 391.738,69)
  5. MI Construtora de Obras (R$ 90.000,00)

A acordo de leniência da Ághora Engenharia Ltda foi homologado na terça-feira (10) após a chancela do Conselho Superior do MP-PR. O valor de R$ 1.408.000,00 corresponde à multa estipulada pela Lei de Improbidade Administrativa.

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Câmara aprova empréstimo de R$ 250 milhões para obras em Curitiba

A Câmara Municipal de Curitiba aprovou nesta terça-feira (3), em segundo turno, o pedido de autorização para que a Prefeitura de Curitiba contrate um empréstimo de até R$ 250 milhões junto a Caixa Econômica Federal. O texto foi aprovado com 18 votos favoráveis e cinco contrários. Conforme o projeto, os recursos serão usados para obras de infraestrutura.

Além disso, a discussão e votação foram feitas em regime de urgência. De acordo com a prefeitura, o dinheiro será captado por meio do programa Finisa (Financiamento para Infraestrutura e Saneamento), do governo federal, para a realização de diversas obras na cidade.

Na descrição do projeto, os recursos devem ser usados para implantação de 50 quilômetros de asfalto sobre saibro, recuperação de 168 quilômetros de asfalto danificado e a construção de viaduto e alças de acesso na estação Tarumã na Linha Verde. Além disso, estão previstas a requalificação do Moinho Rebouças e a construção da Rua da Cidadania da CIC. Bem como obras de drenagem e contenção de cheias.

Para viabilizar o empréstimo, a prefeitura deu garantias. Entre elas, repasses federais e a expectativa de receita própria, conforme legislação federal.

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Greca anuncia a retoma das obras na Linha Verde

O prefeito Rafael Greca anunciou na rede social a retomada das obras da Linha Verde Norte, nesta segunda-feira (2), paralisadas em agosto deste ano.

Para retomada das obras foram necessárias a realização de perícia por uma comissão formada por engenheiros da Secretaria Municipal de Obras Públicas e do Instituto Falcão Bauer, foram feitas também análises de procedimentos e de documentos.

Este é o trecho final da via de 22 km e 12 pistas que corta a cidade de norte a sul, ligando as estações de ônibus Solar e Atuba, nos limites entre Curitiba e Colombo.

A obra será executada pelo consórcio Estação Solar, formado pela TCE Engenharia Ltda. e a Construtora Triunfo S.A., segundo colocado no processo licitatório realizado para a eleger a empresa que executaria a obra. O consórcio Estação Solar aceitou assumir a obra após o contrato com a primeira colocada na licitação ter sido rescindido, em agosto deste ano.

A rescisão ocorreu por falhas no atendimento ao cronograma de execução da obra e a lentidão dos serviços. Somente neste Lote 4.1, a Secretaria Municipal de Obras Públicas aplicou 31 notificações na empresa que estava responsável pelo trecho.

O Lote 4.1 foi licitado em 24 de julho de 2018. As propostas foram abertas em 16 de agosto de 2018 e a homologação da vencedora ocorreu em 30 de outubro de 2018. A ordem de serviço para a execução dos trabalhos foi assinada em 7 de novembro do ano passado.

As obras tiveram início em novembro de 2018 e a previsão era que fossem entregues até o final de 2020. Apenas 4,16% da obra foi feito pela empresa que iniciou os trabalhos. Por isso foi dispensada.

CEU - Prefeitura de Curitiba - obras

CEU notifica Prefeitura de Curitiba por obras não finalizadas

Após 12 anos sem a finalização de obras em diversos quartos, a Fundação CEU (Casa do Estudante Universitário) notificou a Prefeitura de Curitiba pelo rompimento de convênio entre as partes, nesta segunda-feira (4).

A administração da CEU cobra a devolução de cerca de R$ 1,5 milhão, dinheiro que deveria ter sido aplicado na reforma e restauro da instituição.

A Prefeitura de Curitiba mediou em 2007 a venda do potencial construtivo da CEU e para isso assinou um convênio, no qual se responsabilizava pela reforma e restauração do imóvel. A verba para as obras seria custeada com o valor arrecadado com a negociação do patrimônio, tendo o poder público municipal a responsabilidade de gerir e fiscalizar a construção.

OBRAS INACABADAS

De acordo com a CEU, duas empresas foram contratadas pela Prefeitura para conduzir as obras, mas ambas não finalizaram as reformas no prédio.

Com isso, dezenas de quartos estão sem condições para receber os estudantes. Problemas como infiltrações, danos estruturais e a finalização do plano de incêndio fazem com que os alunos que moram na CEU estejam em risco.

“É preciso considerar que a CEU tentou dialogar e resolver administrativamente com o município, mas estamos cansados dos obstáculos criados pela Prefeitura. Há diferentes grupos da cidade que são beneficiados com a nossa estrutura e esperamos que o município se sensibilize e repasse o nosso recurso para benefício de todos”, explicou a estudante e diretora da Fundação CEU, Cláudia Santos.

Em nota, os advogados da CEU mencionaram que o próximo passo caso não haja acordo entre as partes será por via judicial. “Pretendemos ajuizar uma ação civil pública para compelir os agentes públicos a executar o que foi previamente pactuado entre a CEU e a Prefeitura. Não se trata de um favor, mas de uma obrigação contratual entre as partes”, coloca o documento.

A UNE (União Nacional dos Estudantes) considera a CEU a maior Casa de Estudante autogerida da América Latina. Atualmente 250 estudantes moram no imóvel, que em condições normais, poderia abrigar 400 inquilinos.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Curitiba emitiu a seguinte nota:

O pedido vai ser analisado pela Prefeitura de Curitiba. A Casa do Estudante Universitário (CEU) foi declarada UIEP (Unidade de Interesse Especial de Preservação) pelo decreto municipal (588/2007), o que permitiu a transferência de fundos provenientes da venda de cotas de patrimônio para o restauro do edifício. O recurso ficou em uma conta específica, como determina o procedimento relativo a transferências para este fim. O desembolso para pagamento da obra, durante a execução, foi gerido pela Secretaria Municipal de Obras Públicas, a partir de convênio firmado entre o município e a CEU. A obra não foi concluída.

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Acordo de leniência da Rodonorte vai custear 12 obras em rodovias do Paraná

O governo anunciou nesta segunda-feira (21) 12 obras em rodovias do Paraná que serão custeadas pelos recursos provenientes do acordo de leniência da Rodonorte. Serão sete interseções que contemplam as rodovias federais BR-277, BR-376 e BR-373, além das estaduais PR-151 e PR-340. Além disso, cinco trechos da BR-376 passarão por duplicação, totalizando 30 quilômetros.

Alvo da Operação Integração, desdobramento da Operação Lava Jato no Paraná, a CCR Rodonorte assinou um acordo de leniência que prevê o pagamento de R$ 750 milhões aos cofres públicos. Assim, a empresa reconheceu o desvio de dinheiro público e se comprometeu a reparar os danos causados pela corrução. O acordo foi homologado neste ano.

Do total pago pela Rodonorte, conforme acordo com o MPF (Ministério Público Federal), R$ 350 milhões serão usados para diminuir o pedágio em 30% nos trechos de concessão. Outros R$ 365 milhões serão destinados a obras. Além disso, a empresa se compromete a pagar R$ 35 milhões em multa.

De acordo com o governo do Paraná, todas as obras em rodovias do Paraná relacionadas ao acordo devem ser concluídas até o final da concessão, em 2021. As obras que já têm projetos aprovados começam imediatamente.

“Estamos recuperando o tempo perdido. O pedágio não é um mal. Existe em todo o mundo. As partes ruins são o preço e as obras que não aconteceram”, afirmou o governado Ratinho Junior. O governo ainda defendeu a ampliação do trecho de concessão no Anel de Integração, que vai passar de 2.500 para 4.100 quilômetros.

LENIÊNCIA DA RODONORTE: OBRAS EM RODOVIAS DO PARANÁ

  • Interseção I-04 – Jardim Guarany – Campo Largo – BR-277
  • Interseção I-06 – Cercadinho – Campo Largo – BR-277
  • Interseção I-19 – Acesso a Castrolanda/Socavão – Castro – PR-151 com PR-340
  • Interseção I-09 – Trevo de Brotas – Piraí do Sul – PR-151
  • Interseção em dois trechos da Avenida Souza Naves – Ponta Grossa – BR-373
  • Interseção I-27 Acesso Secundário Ponta Grossa – PR-151
  • Interseção I-60 Acesso ao Contorno Leste de Ponta Grossa – BR-376
  • Duplicação BR 376 – KM 431 ao 420
  • Duplicação BR 376 – KM 420 ao 412
  • Duplicação BR 376 – KM 412 ao 411,3
  • Duplicação BR 376 – KM 403 ao 399,8
  • Duplicação BR 376 – KM 399,8 ao 394,5

POSICIONAMENTO DA CONCESSIONÁRIA RODONORTE

No dia em que o governo anunciou obras em rodovias do Paraná, custeadas pelo acordo de leniência, a concessionária se posicionou por meio de uma nota. Confira:

“A RodoNorte informa que o Acordo de Leniência assinado pela concessionária com o Ministério Público Federal do Paraná e homologado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal continuará sendo cumprido rigorosamente pela empresa. A companhia reitera que segue contribuindo com as autoridades para o esclarecimento dos fatos envolvendo a holding e suas controladas”.

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Operação Quadro Negro: MP denuncia mais 13 por desvios em obras de escolas públicas

O MP-PR (Ministério Público do Paraná) denunciou nesta segunda-feira (14) mais 13 pessoas envolvidas nas investigações da Operação Quadro Negro, que apura o desvio de dinheiro público em obras de escolas estaduais entre 2012 e 2015. Nesta ação civil pública, movida pelo Gepatria (Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa), as fraudes estão relacionadas ao Colégio Estadual Aníbal Khuri, em Iretama, no centro-oeste do Paraná.

Conforme as investigações, foram constatadas fraudes no processo de contratação da empresa que deveria executar obras de melhorias na estrutura da escola. A construtora foi contratada diretamente, sem licitação.

Foram acusados pelo MP representantes da empresa contratada irregularmente, representantes de outras duas empresas envolvidas na fraudes, ex-sócios e gestores públicos, além do ex-diretor da Seed (Secretaria de Estado da Educação do Paraná).

O Ministério Público também pediu o bloqueio de pouco mais de R$ 675 mil dos acusados. Segundo a promotoria, este valor é referente à soma do contrato, além da multa. O MP requer a anulação completa do contrato ilegal e o ressarcimento do dinheiro dispensado aos cofres públicos.

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Duplicação da Rodovia dos Minérios tem início neste mês; investimento é de R$ 90 mi

As obras de duplicação da PR-092, a Rodovia dos Minérios, têm início neste mês. Serão investidos 90 milhões e 600 mil reais para construir novas pistas, vias marginais, pontes, viadutos, passarela, calçadas e ciclovias no trecho entre Curitiba e Almirante Tamandaré, em uma extensão de mais de 4 quilômetros.

O contrato entre o DER (Departamento de Estradas de Rodagem) do Paraná, e a empresa que venceu a licitação já foi assinado. O prazo de execução é de dois anos.

A duplicação começa um pouco antes da ponte sobre o Rio Barigui, próxima ao entroncamento com o Contorno Norte de Curitiba. O diretor geral do DER Estadual, Fernando Furiatti, destacou que o novo pavimento será reforçado

“Na via central da duplicação da Rodovia dos Minérios, vamos implantar o pavimento rígido. Ele vai ser construído com placas de concreto de cimento com espessura de 27 centímetros”, conta Furiatti.

“Essa é a solução que irá melhor atender o tráfego da pista, bem como as características de solo da região”, completou.

Ainda serão construídas calçadas para pedestres e ciclovia nos dois lados da pista. Além disso, a obra inclui uma passarela para pedestres.

Antes da pavimentação da PR-092, serão executadas obras de cinco pontes e dois viadutos. Das cinco pontes existentes sobre o Rio Barigui no trecho, quatro serão demolidas e substituídas, e uma será mantida para uso local, mas devido a uma alteração no traçado da pista ela não fará mais parte da rodovia.

Uma outra ponte será construída no traçado novo. Em cada travessia sobre o rio serão construídas duas estruturas independentes, uma para cada sentido da via.

Também serão implantados dois viadutos no trecho, com comprimento de 38 metros, para facilitar o retorno dos veículos. Assim como nas pontes, serão duas estruturas em cada local, uma para cada sentido da via. As obras ainda incluem instalação de sinalização e sistema de drenagem.

Trincheira - Mário Tourinho - Nossa Senhora Aparecida - Curitiba - Trânsito

Obra na trincheira da Mário Tourinho interdita trânsito a partir de segunda

O retorno das obras na trincheira da Rua General Mário Tourinho irá bloquear o trânsito no cruzamento da rua com a Avenida Nossa Senhora Aparecida, a partir das 9h da manhã desta segunda-feira (23).

A Mário Tourinho no sentido Parque Barigui-Portão terá bloqueio parcial e fluxo em apenas uma faixa nesse período.

Segundo a Prefeitura de Curitiba, os 62 mil veículos e 168 mil usuários do transporte público que passam pela região terão um fluxo melhor no trânsito após a finalização das obras, previstas para abril de 2020.

O início das obras terá como foco a remoção do pavimento e das calçadas. A próxima etapa será a preparação para o maquinário de grande porte que fará a instalação das estacas metálicas. As peças, que farão parte das paredes laterais da nova trincheira, já foram soldadas e pintadas.

A Setran (Secretaria Municipal de Obras e Superintendência de Trânsito de Curitiba) orienta que os motoristas evitem o local e seus arredores sempre que possível.

A Prefeitura reforçou também que irá realizar desvios com as devidas sinalizações para orientar os motoristas. Já os passageiros do transporte público também sofrerão com mudanças, principalmente com o itinerário de algumas linhas.

A Prefeitura elaborou uma página especial com informações detalhadas sobre a obra e na qual apresenta mapas com desvios no trânsito e nas linhas de ônibus.

A página está disponível no site da Prefeitura e no endereço www.trincheiramariotourinho.com.br.