Cidade submersa por Itaipú reaparece no Facebook. E os ex-moradores se reencontram em Foz

Alvorada do Iguaçu , que desapareceu com a formação do Lago de Itaipú, reapareceu agora nas redes sociais. Antigos moradores criaram um grupo no Facebook, com apoio desta coluna, para reunir fotos, histórias e publicações sobre o passado. E os participantes já marcaram para este sábado, sete de setembro de 2019, um evento de reencontro. A iniciativa foi de Nara Regina Spada, que é a administradora do grupo. Logo que as fotos chegarem vamos publicar aqui nesta página

E veja abaixo o vídeo produzido pela Band Paraná sobre o desaparecimento de Alvorada do Iguaçu:

 

 

Veja também nesta página algumas fotos já reunidas pelo grupo.

A vila começou a ser esvaziada em 1978 quando o Rio Paraná foi desviado para a formação do Lago de Itaipú. As obras eram para a construção da Hidrelétrica de Itaipú, que começou a funcionar em 1982.

Os quatro mil moradores buscaram outras cidades. As casas, que na maioria eram de madeira, foram desmontadas para a reconstrução em outros locais. Muitos foram para a vila próxima, onde hoje é Santa Terezinha de Itaipu.

Pela praia artificial desta cidade, ainda é possível avistar as ruínas de Alvorada do Iguaçu, em épocas em que o lago está baixo.

 

 

 

 

 

 

 

Imagem do Google Maps.

Foto da Gazeta do Povo.

O grupo está no link: https://www.facebook.com/groups/alvoradadoiguacu/

 

 

 

 

 

 

 

Para ajudar na identificação destas fotos, escreva no espaço de comentários do leitor logo abaixo.

 

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O fim de Sete Quedas em Guaíra no ano de 1982

 

 

“Sete Quedas”, na cidade paranaense de Guaíra, acabou em 1982. As cachoeiras foram cobertas com a formação do Lago de Itaipú. Veja no vídeo abaixo, produzido pela Band Paraná, com apoio desta coluna:

 

 

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jose.wille

Paraná Portal terá cobertura especial na Copa América

O Paraná Portal terá uma cobertura diferenciada na Copa América 2019. O repórter Vinicius Cordeiro e o fotógrafo Geraldo Bubniak, da Agência AGB, estarão acompanhando o torneio internacional in loco nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Com os profissionais cadastrados, o Portal segue com a tradição de estar presentes em grandes eventos esportivos. Os dois trarão detalhes, informações e histórias sobre tudo que acontece na competição.

Vale ressaltar que a Copa América encerra um ciclo de grandes eventos esportivos no Brasil. O país recebeu a Copa das Confederações em 2013, Copa do Mundo em 2014, além dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos em 2016.

Mesmo com o foco na competição, a seleção brasileira na Copa do Mundo Feminina também será retratada com a devida importância que merece.

O Brasil dá o pontapé inicial na competição contra a Bolívia nesta sexta-feira (14), às 21h30, no Morumbi.

Copa América: quem participa, campeões, artilheiros, goleadas e convocados do Brasil

A história do Tropeirismo no Paraná

O tropeirismo foi uma atividade econômica de muita importância para o Brasil. A antigas tropas percorriam longas trilhas, ligando as regiões brasileiras, e levando animais e produtos para a venda. Este ciclo começou no século dezessete, e prosseguiu até o início do século passado.

No território paranaense os tropeiros paravam para dormir, para esperar passar a temporada de chuva, e o nível dos rios baixar, para poder passar com os animais. Nas invernadas o gado ganhava peso, para ter mais valor em São Paulo. Veja a história do tropeirismo no vídeo abaixo:.

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A Maria Fumaça na história do Brasil

Este vídeo traz um resumo histórico sobre a “Maria Fumaça”, a antiga locomotiva a vapor, que já foi o principal meio de transporte no passado. E mostra o trecho entre Morretes a Antonina em 1994, pouco antes da retirada das velhas locomotivas.

Se você gosta deste assunto, clique aqui para encontrar o grupo “Memória do Trem” no Facebook, criado por esta coluna. Ao abrir, clique em “participar do grupo”.

 

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Falar palavrão prejudica a carreira?

 

Mesmo que você se esforce para falar palavrões apenas entre amigos ou em casa, ocasionalmente, eles podem “escapar” no ambiente de trabalho ou em público.

Veja algumas dicas para evitar o problema:

 

 

 

Veja outros vídeos da coluna “Sua Comunicação”

 

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A história do Autódromo Internacional em Pinhais

 

 

.Vídeo sobre a história do Autódromo Internacional.

 

 

Antes da existência de um local próprio, as competições de velocidade em Curitiba eram em locais improvisados, como a BR 116. O autódromo só começou a ser construído no ano de 1965, terminando em 1967, quando o local ainda estava dentro da área da capital. E por isso era conhecido conhecido como Autódromo de Curitiba. A cidade de Pinhais só surgiu em 1992, e a partir daí a região do autódromo passou a integrar o novo município. Inicialmente era um circuito oval, de 3 curvas, e quase 3 quilômetros de extensão. E era usado para competições de automobilismo, motociclismo e ciclismo. E teve ainda outros nomes, como Autódromo de Pinhais,  e depois Circuito Raul Boesel, nome de um piloto curitibano.  Em 1995 o empresário Jauvenal de Oms, conhecido como Peteco, investiu R$ 13 milhões em reformas e modernização do autódromo.

A partir desta época, começaram as provas de várias categorias de velocidade nacionais, como a Fórmula Truck, Copa Turismo, Pick Up, Stock Car, Campeonato Paranaense de Arrancada, Campeonato de Moto Velocidade e Copa Turismo. O autódromo ficou conhecido no Brasil. E por algum tempo, foi considerado o circuito brasileiro mais moderno, e com melhor estrutura, depois de Interlagos. E estava dentro dos padrões da Federação Internacional de Automobilismo.

As dificuldades começaram em 2010, quando já tinha o nome de Autódromo internacional de Curitiba. E até se falou em sua extinção. Por volta de 2016, empreendedores do setor de imóveis, estavam interessados na área, para construir um grande empreendimento na Região Metropolitana de Curitiba. Com a falta de apoio das entidades esportivas, para poder comprar o terreno, o local foi negociado para a construção de um condomínio residencial, e outro comercial. Mas no ano passado, finalmente houve a confirmação de que o autódromo não ia mais ser fechado, podendo manter suas competições por tempo indeterminado.

 

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Guto Silva fala sobre greve, reajuste da água e a redução do número da criminalidade

Ameaça de paralisação dos professores e servidores insatisfeitos com a falta de reajuste e o aumento das tarifas de água e esgoto são dois fatores que podem provocar desgaste político no governo Ratinho Junior neste mês de abril e estão sendo estudados com cautela e zelo pelo pragmático secretário-chefe da Casa Civil do governo estadual, deputado Guto Silva.

“Entendemos a posição dos servidores em relação ao reajuste, mas não podemos atendê-los neste momento, por falta de caixa e por não constar no orçamento de 2019, encaminhado em 2018 à Assembleia Legislativa. Vamos corrigir a defasagem a partir do próximo ano”, afirmou entrevista ao Paraná Portal. “A greve, se acontecer, não será bom para ninguém, pois temos que ter maturidade suficiente para dialogar com os servidores que precisam, sim, serem valorizados”, disse.

Em relação ao aumento da tarifa de água e esgoto da Sanepar que poderá ser de 12,13%, Guto Silva observa que a demanda da companhia foi analisada e homologada pela Agência Reguladora do Paraná (Agepar) que entendeu as necessidades da Sanepar em função da defasagem provocada pelo congelamento das tarifas entre 2005 e 2010.

Recentemente, o presidente da Sanepar, Eugênio Stábile, anunciou a um grupo seleto de investidores que pretendia reajustar nos próximos três anos a tarifa de água e esgoto em 25,63%, encurtando o prazo que se estenderia até 2025. Este anunciou causou mal estar junto à sociedade e teve repercussão negativa também no Palácio Iguaçu. O presidente da Sanepar e o diretor da Agepar, Omar Akel, foram convocados para prestar esclarecimentos sobre o reajuste na Assembleia Legislativa em sessão que será realizada terça-feira, dia 23.

> Presidentes da Sanepar e da Agepar vão responder na Alep sobre aumento da tarifa de água e esgoto

O secretário, que falou sobre os investimentos de R$ 40 bilhões e geração de 500 mil empregos, adiantou também números que considera positivo na área da segurança pública e que serão divulgados pelo governador Ratinho Junior. Os homicídios diminuíram em 30% em Curitiba e região metropolitana e perto de 50% em Londrina.

O Paraná Portal foi recebido nesta quarta-feira, dia 17, pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, 42 anos, devoto de São Sebastião, que apresentou um diagnóstico sobre o governo do Estado nestes primeiros 100 dias de gestão. Disciplinado e engajado nas propostas do governador Ratinho Junior de transformar o Paraná em referência de administração pública moderna e eficiente, o secretário, banhado de sensibilidade e com honestidade de propósitos, o jovem empresário que nas horas vagas faz poesias e toca bateria, concedeu a entrevista que teve a participação da jornalista Simone Giacometti.

Paraná Portal – Com a aprovação da reforma administrativa do Executivo, o governo seguirá seu rumo. Como ficam, nesta jornada que se inicia, os alertas amarelos do Tribunal de Contas e da Secretaria do Tesouro Nacional em relação aos limites prudenciais da Lei de Responsabilidade Fiscal?

Guto Silva – A reforma administrativa que o governo encaminhou à Alep é constituída por três etapas. A primeira lei diz respeito à eficiência da máquina administrativa, onde reduzimos o número de secretarias, de pessoal comissionado e já economizamos perto de R$ 80 milhões. A segunda se refere ao programa de Integridade e Compliance, cujo objetivo é garantir o cumprimento de todas as regras, leis e regulamentos aplicados aos órgãos e secretarias, o que reafirma o compromisso do governo com a ética e a transparência nos atos de governo. A terceira lei foca a eficiência na gestão, onde criaremos indicadores que nos permitam administrar sem infringir os gastos com pessoal e a própria Lei de Responsabilidade Fiscal.

Paraná Portal – Na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020, o governo pretende reduzir repasses do Poder Legislativo que hoje recebe 5% e passaria a receber 4,73%, Judiciário, hoje é contemplado com 9,5% e passaria a receber 8,09% e o Ministério Público, hoje com 4,1% passaria a 3,88%. Com isso o Estado teria seu orçamento engordado em mais R% 550 milhões. O governo não espera uma reação dura desses órgãos?

Guto Silva – O Governo encaminhou a proposta para a Assembleia Legislativa e agora a próxima etapa é dialogar com estes órgãos e encontrar uma saída para que não haja prejuízo para nenhum deles. Nós acreditamos na sensibilidade e no espírito estadistas dessas lideranças.

Paraná Portal – O Governo fala em vender a Copel Telecom e a Compagás. Seria o início de um processo de privatizações no Governo Ratinho Junior?

Guto Silva –  Não. A possível venda da Copel Telecom se baseia em estudos realizados por técnicos do Governo e da Copel. Esta empresa acabou realizado, por força de sua natureza de negócios, muitos investimentos fora do Paraná e a Copel quer canalizar recursos para investir na produção e distribuição de energia dentro do Estado para atender, por exemplo, os produtores rurais. Em relação à Compagás, como o próprio governador disse, é para uma segunda etapa. Nós, jamais, pensamos ou faremos a privatização da Copel.

Paraná Portal – O governo fala em investir R$ 40 bilhões nos próximos três anos e gerar 500 mil empregos. Como se chega a esses números de investimentos e de empregos?

Guto Silva – São estudos com base em composições de investimentos privados (políticas públicas privadas) e investimentos do próprio governo. Esta semana, por exemplo, a Klabin Indústrias de Papéis anunciou investimentos de R$ 9 bilhões. Somados à prospecções de outros investimentos, como da Anbeve, Itaipava e outras empresas que estão para assinar protocolos de instalação no Estado, temos R$ 15 bilhões. Portanto, este número de R$ 40 bilhões é bastante viável dentro da nossa política de atração de investimentos nacionais, internacionais e dos próprios empreendedores paranaenses. Temos ainda previsões do BRDE e das próprias estatais.

Paraná Portal – Como o senhor avalia a reforma da Previdência?

Guto Silva – A reforma da Previdência é necessária. O país precisa marcar um encontro com a verdade e esta reforça é essencial pois, sem ela, o país corre um sério risco.

Paraná Portal – Pelo balanço dos 100 dias do governo, o Paraná vai muito bem. A cada governo que entra, o pedágio é o tema central das discussões. Como o Governo Ratinho Junior está avaliando a questão deste tão discutido e polêmico tema?

Guto Silva – Nós avaliamos a questão sob dois pontos: o antes e o depois. A situação atual está sendo avaliada pelo Ministério Público e já vemos algumas concessionárias negociando leniência, o que poderá reduzir as tarifas em até 50% sem risco para a realização de obras. Em 2021, quando terminar os contratos do Anel de Integração, o governo vai fazer nova licitação e incluir neste pacote, mais mil quilômetros de rodovias. Temos certeza de que as tarifas do pedágio no Paraná vão ter redução e as obras não terão solução de continuidade.

Paraná Portal – O governador Ratinho Junior disse durante entrevista para a imprensa que a construção do novo porto em Ponta do paraná é essencial para o crescimento e desenvolvimento de toda a região litorânea e lamenta que existe, hoje, um cabo de guerra entre empresários do Porto de Paranaguá e de Pontal, o que vem atrasando o empreendimento. O governo vai fazer as obras necessárias da faixa de infraestrutura para a viabilização do novo porto?

Guto Silva – Sim, com certeza. Estamos aguardando apenas algumas pendências que estão no Ministério Público e que se referem à questões ambientais, para podermos dar início às obras que mudarão a paisagem do nosso litoral, gerando renda e empregos, além de fomentar o turismo. 

Imigrantes, paulistas, mineiros, gaúchos, nordestinos e catarinenses ajudaram a construir o Paraná

 

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Este vídeo resume a histórica econômica do Paraná..

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O Paraná é conhecido como a “Terra de todas a gentes”, com altíssima produção rural e recente industrialização. Entenda como outros estados e países contribuíram muito com o crescimento regional, principalmente após o “Ciclo do Café”, no século passado.

.Os primeiros povoadores foram os portugueses, índios e africanos escravizados. E o primeiro interesse pela região surgiu no Ciclo do Ouro. Com a navegação para levar gado do Rio Grande do Sul para abastecer Minas Gerais, onde havia uma intensa mineração de ouro, surgiram as cidades portuárias de Paranaguá e Antonina.

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Depois veio o ciclo do tropeirismo, com trilhas pelo interior, também  usadas para levar gado do sul para São Paulo e Minas Gerais. Estas trilhas criaram mais cidades, como Rio Negro, Lapa, Ponta Grossa, Palmeira e Castro.

.No século XIX veio o Ciclo da Erva Mate. Foi quando o Paraná ganhou mais importância e deixou de ser comarca de São Paulo, no ano de 1853. Nesta época cresceu a a navegação pelos rios, a construção de ferrovias e de estradas de terra.

.A seguir veio o ciclo da madeira. As florestas começaram a ser derrubadas para a venda dos troncos. Esse novo ciclo atraiu os ingleses, que organizaram o povoamento das novas áreas desmatadas. Vieram milhares de agricultores da Itália, Alemanha, Polônia, Ucrânia, Suíça, Rússia e Japão.

O ciclo seguinte foi o do café, no século passado, em toda a região norte do Paraná. Este ciclo provocou uma grande onda de migração interna, atraindo paulistas, mineiros, catarinenses, nordestinos, e ainda mais estrangeiros. Foi que levou o Norte do Paraná a ser povoado e progredir. Nos anos 1960 o café dominava a economia, atingindo 60% do valor produção rural paranaense. E só perdeu importância a partir das grandes geadas, nos anos 1970.

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No oeste e sudoeste do Paraná, a migração foi de gaúchos. Foram eles que trouxeram o plantio da soja. Cresceu também a produção de trigo. Os catarinenses das cidades do interior também vieram em grande número, a partir dos anos 1950. Eles buscavam empregos e melhores condições de educação e saúde.

A criação das cooperativas, na tradição associativista dos imigrantes europeus, foi fundamental para a transformação do Paraná em uma potencia agroindustrial.

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Mas foi só nos anos 1970 que o estado realmente começou a se industrializar. A primeira fase foi na agroindústria, com as cooperativas que aproveitavam a produção rural. E progressivamente foram sendo instaladas fábricas de grande porte em áreas de material elétrico, comunicações, automobilística e refinarias de petróleo, na região metropolitana de Curitiba..

 

 

É importante lembrar que o paraná que existe hoje foi construído ao longo do tempo, com muito trabalho dos antepassados, e de muitos outros povos. E por isso o Paraná é conhecido como “A Terra de todas as gentes”..

Conheça o grupo “Memória Paranaense” no Facebook: clique aqui e depois clique em “participar do grupo”.  E veja também todos os grupos de memória das cidades paranaenses.

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