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Paraná registra o maior crescimento na produção industrial dos últimos oito anos

O Paraná registrou crescimento de 5,7% na produção industrial(quantidade de itens fabricados) em 2019, o melhor índice dos últimos oito anos e o maior do país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A indústria só teve um resultado melhor em 2011, quando a alta foi de 11,2%.

O estado liderou o ranking nacional ao longo do ano, enquanto o indicador nacional registrou queda de 1,1% no mesmo período.

O principal destaque foi o setor automotivo, que teve crescimento de 25,7% em relação a 2018. Na sequência, aparecem as máquinas e equipamentos, com 9,5%. Alimentos, com 8,8%, fabricação de produtos de metal, 7,1%, e máquinas, aparelhos e materiais elétricos somam 5,3%.

“Algumas medidas adotadas pelo Governo Federal, principalmente no segundo semestre, contribuíram para melhorar o ambiente de negócios no país. A liberação do saque do FTGS, as sucessivas quedas da Selic e a expansão do crédito, o controle da inflação e a melhora na oferta de empregos se refletiram em aumento do consumo”, avalia Evânio Felippe, economista da Fiep (Federação das Indústrias do Paraná).

Por outro lado, os setores com maior dificuldades são o da madeira, com queda de 7%; produtos derivados do petróleo, 3,8%; produtos químicos, 2,%; e fabricação de móveis, 1%.

PARANÁ TAMBÉM SE DESTACA NA GERAÇÃO DE EMPREGOS

Além disso, o Paraná foi o quarto estado que mais gerou emprego no Brasil em 2019, segundo o balanço feito pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O índice é o melhor dos últimos seis anos e aponta um crescimento de 24,28% em relação a 2018.

O balanço ainda mostra que o 121 das 399 cidades contrataram, pelo menos, mil pessoas. Além disso, foram 2,6 milhões de pessoas empregadas com carteiras assinadas do país.

Juntas, Curitiba, Maringá, São José dos Pinhais, Cascavel, Pato Branco, Fazenda Rio Grande, Cornélio Procópio, Pinhais, Foz do Iguaçu e Toledo geraram 36.603 novos empregos.

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Indústria do Paraná cresce 5,4% em 2019, maior avanço do Brasil, segundo IBGE

A indústria do Paraná registrou um avanço de 5,4% nos 11 primeiros meses de 2019. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é o maior índice de produção industrial do País. O balanço nacional indica um recuo de -1,1% no período. Assim, apenas oito dos 15 locais pesquisados registraram variação positiva entre janeiro e novembro.

O resultado da indústria do Paraná, até novembro do ano passado, também é o maior desse recorte desde 2011. Entre 2012 e 2018 foram quatro resultados negativos – o mais expressivo deles em 2015, no auge da crise econômica, com queda de -8,3%.

O crescimento industrial paranaense em 2019 foi puxado pela fabricação de produtos de metal (4,7%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,2%), máquinas e equipamentos (12,7%), produtos alimentícios (6,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (27%). Os dois últimos segmentos tiveram o melhor resultado do País, de acordo com o IBGE.

De acordo com o o governador Ratinho Junior, o desempenho industrial representa um sinal da confiança do setor empresarial em um novo ciclo de crescimento do Paraná e resulta da capacidade técnica e de pessoal da indústria paranaense. “É um número que mostra a força econômica do Paraná, e contrasta com o momento de baixa no Brasil”, afirmou.

PERSPECTIVA DA INDÚSTRIA

O governador destacou, ainda, a atração de R$ 23 bilhões em projetos privados para o Estado em 2019, o que tende a aumentar o volume da produção industrial nos próximos anos.

“Para manter esse ritmo econômico há um esforço de todo o Governo do Estado em atrair investimentos, gerar empregos, aumentar a nossa força produtiva”, acrescentou Ratinho Junior.

“No ano passado, concentramos esforços para que a máquina pública trabalhe com mais agilidade para induzir o crescimento econômico”, completou.

PIB INDUSTRIAL

O PIB da indústria paranaense cresceu 2,3% no acumulado dos três primeiros trimestres de 2019, conforme o Ipardes. Também houve crescimento de 1,89% no 3º trimestre na comparação com o mesmo período de 2018. Assim, a projeção para o PIB estadual de 2019, com todos os setores econômicos, é de crescimento de 0,7%.

De acordo com boletim elaborado pela Secretaria de Estado da Fazenda, a atividade econômica no Paraná segue em alta, mesmo diante de percalços mensais, com crescimento de 2,45% nos últimos 12 meses (até outubro de 2019), conforme o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. Acesse o boletim completo.

Com informações da AEN

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Produção industrial avança 0,3% em setembro, mas resultado anual é negativo

A produção industrial cresceu 0,3% em setembro, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta sexta-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A variação compara os meses de setembro e agosto. Levando em consideração o resultado obtido em setembro de 2018, o crescimento da Indústria foi de 1,1%.

Apesar disso, no acumulado anual, a produção industrial teve queda de 1,4% considerando os últimos 12 meses, conforme dados do IBGE. Considerando o último trimestre, o resultado é estável, mas positivo: crescimento de 0,4%.

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal, três das quatro maiores categorias econômicas cresceram na passagem de agosto para setembro.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL: SETEMBRO

  • bens de consumo duráveis: +2,3%
  • bens de consumo semi e não duráveis: +0,5%
  • bens intermediários (insumos industrializados usados no setor produtivo) : +0,2%)
  • bens de capital (máquinas e equipamentos): -0,5%

Outros dados positivos registrado em setembro, conforme a Pesquisa Industrial Mensal, do IBGE, vêm de setores como móveis (9,4%), vestuário e acessórios (6,6%), produtos de metal (3,7%) e bebidas (3,5%).

A maior queda na passagem de agosto para setembro foi registrada no setor de impressão e reprodução de gravações (-28,6%). Na produção industrial, outras quedas relevantes foram nos produtos de fumo (-7,7%) e farmacêuticos (-4.6%).

* Com informações do IBGE e da Agência Brasil

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16% da população de Curitiba é obesa, aponta Ministério da Saúde

Pelo menos 16% da população que vive em Curitiba está obesa. De acordo com um levantamento do Ministério da Saúde, em todo o país, o índice chega a quase 20% – um aumento de 68% nos últimos 13 anos.

Na semana mundial que alerta sobre os riscos de estar acima do peso, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional Paraná vai realizar uma série de ações na Boca Maldita, no centro de Curitiba, que buscam orientar a população sobre a prevenção da doença.

A parcela de brasileiros que, apesar de não serem considerados obesos, já está acima do peso ideal, chega a cerca de 56%. Os índices relacionados a doença preocupam os especialistas. A médica endocrinologista e professora universitária, Salma Parolin, explica que a condição acarreta uma série de outros problemas de saúde.

“Preocupa bastante. Mais de 50% de indivíduos estão em excesso de peso. Tem que se entender que levam a várias complicações, como problema de colesterol, pressão alta, diabetes. Todas essa doenças aumentam o risco de AVC e infarto”, conta.

A medicina classifica como obesa a pessoa que tem o índice de massa corpórea, o IMC, acima de 30. Acima do peso estão os que tem o índice a partir de 25. Pra saber o IMC basta dividir o peso pela altura ao quadrado. Nos casos de obesidade a medicação já pode ser indicada para tratar a doença. Para os idosos, diabéticos e hipertensos a medicação é mais específica.

A circunferência abdominal também é motivo de alerta. A partir de uma determinada medida a indicação pode revelar a presença de gordura visceral.

“A circunferência indica maior risco cardiovascular. É onde tem o depósito de gordura visceral. Está relacionado com distúrbios metabólicos. No homem, o normal é considerado abaixo de 94 centímetros. Na mulher, a cintura é abaixo de 80 centímetros”, completa.

Nesta quinta-feira (10), das 09h às 14h, profissionais da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional Paraná vão dar dicas sobre a prevenção da obesidade e ajudar quem busca perder peso.

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Paraná mantém a maior taxa de crescimento na produção industrial

O Paraná fechou os oito primeiros meses do ano como o Estado com maior índice de crescimento na produção industrial do País. O acumulado no período foi de 6,5%, à frente dos 15 locais pesquisados (nove tiveram variação negativa) e do índice nacional, que apresentou queda de 1,7% no acumulado de 2019.

Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (08). A pesquisa mostra desempenho positivo da indústria paranaense, também, de agosto de 2019 e mesmo mês de 2018 e em 12 meses.

O levantamento mostra ainda o Paraná como único representante do Sul do País a apresentar evolução positiva de julho para agosto (0,3%). Rio Grande do Sul registrou queda de 3,4% e Santa Catarina de 1,4% na produção. O mesmo vale no indicador de agosto de 2018 a agosto de 2019. Enquanto o Paraná cresceu 2,3%, Rio Grande do Sul teve redução de 6,3% e Santa Catarina de 3,1%).

DESTAQUES

O resultado da indústria paranaense no acumulado do ano foi impulsionado, principalmente, pelas atividades de veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis e caminhão-trator para reboques e semirreboques), produtos alimentícios (carnes e miudezas de aves congeladas, rações, açúcar cristal e carnes de bovinos congeladas) e máquinas e equipamentos (máquinas para colheita).

BOM MOMENTO

Júlio Suzuki Júnior, economista do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), reforça o bom momento do setor industrial no Estado, em contraponto ao quadro nacional. “Essa diferença entre o produzido no Paraná e no País como um todo deixa o resultado ainda mais destacado. São números muito relevantes, isolando o Paraná como único do Sul do País a ter resultado positivo em agosto”, afirmou.

Ainda segundo o economista, o crescimento linear da atividade industrial no Estado aponta para um resultado positivo do Produto Interno Bruto (PIB) local no fim de 2019. “Estamos mantendo a dinâmica de crescimento desde o início do ano, com um incremento que não é concentrado apenas em um setor industrial. Algo bastante promissor que deve contribuir para um resultado positivo do PIB paranaense em 2019”, explicou Suzuki Júnior.

RECUPERAÇÃO

Apesar da variação negativa nos últimos 12 meses, o índice nacional registrou uma leve recuperação na passagem de julho para agosto (0,8%). Houve altas em 11 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE. Os maiores avanços foram no Amazonas (7,8%) e no Pará (6,8%), São Paulo (2,6%), Ceará (2,4%).

12 MESES

O Paraná é o segundo Estado em crescimento da produção industrial no acumulado de 12 meses (setembro de 2018 a agosto de 2019), com crescimento de 4,5%, atrás apenas do Rio Grande do Sul (6,6%). O índice nacional caiu 1,7% nesse balanço.

AGOSTO

A comparação entre agosto deste ano e do ano passado também indica salto positivo no Paraná, de 2,3%, quarto maior crescimento do País, atrás apenas de Amazonas (13%), Pará (12,8%) e Rio de Janeiro (4,5%). O índice nacional apontou queda de 2,3%.

EMPREGOS

O Paraná também mantém em 2019 a tendência de crescimento na criação de empregos, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

No acumulado de 2019, o Estado abriu 49.704 vagas, sendo a quarta unidade da federação que mais empregou. De janeiro a agosto foram abertas 593.467 vagas formais no Brasil, variação de 1,55% sobre o estoque do mesmo período do ano passado.

Produção da indústria do Paraná tem o maior crescimento do País

O Paraná registrou o maior índice de crescimento na produção industrial do País neste ano, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre janeiro e julho, o percentual acumulado foi de 7,2%, à frente dos quinze locais pesquisados (dez tiveram variação negativa) e do índice nacional, que apresentou queda de -1,7%.

O desempenho do Paraná é o maior índice acumulado na variação dos primeiros sete meses do ano desde julho de 2010, quando a indústria paranaense cresceu 22,3% durante o boom econômico – a indústria brasileira cresceu 14,5% nos primeiros meses daquele ano.

Segundo o IBGE, o resultado da indústria paranaense foi impulsionado, principalmente, pelo comportamento positivo de setores como veículos automotores, reboques e carrocerias, produtos alimentícios e máquinas e equipamentos.

O índice nacional registrou queda de 1,7%. A retração alcançou 14 dos 26 ramos pesquisados, 43 dos 79 grupos e 53,3% dos 805 produtos analisados. As indústrias extrativas exerceram a maior influência negativa (-12,1%).

O pesquisador Júlio Suzuki Júnior, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), destaca que os números da indústria paranaense são muito relevantes diante do quadro oposto observado no âmbito nacional, com queda da produção.

“O resultado industrial do Paraná surpreende positivamente, uma vez que não se observa perda de fôlego do setor manufatureiro local, com o prosseguimento de altas taxas de crescimento ao longo de 2019. Por isso, o Estado lidera o ranking nacional no acumulado deste ano”, explicou.

VARIAÇÃO MENSAL 

A variação mensal (junho a julho) com ajuste sazonal também aponta crescimento do Paraná, de 2%, terceiro maior índice do País, atrás apenas do Rio de Janeiro (6,8%) e Mato Grosso (5,5%). O Rio Grande do Sul, que liderava o crescimento entre os Estados, caiu -2,4%. Também nesse índice houve variação negativa no indicador nacional, de -0,3%.

*Com informações da AEN*

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Produção industrial cai 0,3% de junho para julho

A produção industrial brasileira teve queda de 0,3% na passagem de junho para julho deste ano, o terceiro resultado negativo consecutivo. A perda acumulada no período chega a 1,2%, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção teve queda ainda maior na comparação com julho do ano passado (-2,5%). A indústria também acumula recuos de 1,7% neste ano e de 1,3% em 12 meses.

Entre as grandes categorias econômicas, a queda de junho para julho foi puxada pelos bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-0,3%), e pelos bens intermediários – os insumos industrializados usados no setor produtivo (-0,5%).

Por outro lado, os bens de consumo tiveram alta no período e evitaram um desempenho pior da indústria no mês. Os bens semi e não duráveis cresceram 1,4% no período, enquanto os bens duráveis avançaram 0,5%.

Onze das 26 atividades industriais tiveram queda na passagem de junho para julho, com destaque para outros produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4,0%) e produtos alimentícios (-1%).

Entre as 15 atividades com crescimento, o principal destaque ficou com as indústrias extrativas, que tiveram alta de 6%.

Produção industrial cai 1,3% em março, diz IBGE

A produção industrial brasileira caiu 1,3% em março, fechando o primeiro trimestre em queda de 2,2%, informou nesta sexta (3) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na comparação com março de 2019, a queda foi de 6,1%.

O resultado ficou bem abaixo da projeção de analistas ouvidos pela Bloomberg, que esperavam queda de 0,6% com relação ao mês anterior e de 4,7% na comparação com março de 2018.
De acordo com o IBGE, os maiores impactos negativos vieram das indústrias de produtos alimentícios, que teve queda de 4,9%, veículos automotores (-3,2%) e derivados de petróleo e biocombustíveis (-2,7%).

Dos 26 grupos analisados pelo instituto, 16 recuaram em março. Entre os que apresentaram resultado positivo, o destaque foi o setor de produtos farmacêuticos, com alta de 4,6%. A indústria extrativa permanece sentindo os efeitos da tragédia em Brumadinho (MG), que contabiliza até o momento 233 mortos e 37 desaparecidos, e teve queda de 1,7% no mês.

O rompimento da barragem Córrego do Fundão levou autoridades a decretarem a suspensão de operações em diversas barragens em Minas Gerais, com impacto sobre a produção nacional de minério de ferro.

Dados compilados pela consultoria IHS Markit mostram que a situação não melhorou em abril. O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), calculado pela consultoria, teve no mês o resultado mais fraco em seis meses.

Produção industrial cresce 0,7%, revela pesquisa do IBGE

A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados hoje (2),  no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De dezembro para janeiro, o setor caiu 0,7%.

Na comparação com fevereiro de 2018, houve uma alta de 2%. A indústria acumula queda de 0,2% no ano e alta de 0,5% em 12 meses. Na média móvel trimestral, a variação é de 0,1%.

Três das quatro categorias econômicas tiveram alta de janeiro para fevereiro: bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos (4,6%), bens de consumo duráveis (3,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,7%). Os bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo, caíram 0,8%.

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram alta, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (6,7%), produtos alimentícios (3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%).

Dez ramos industriais apresentaram queda. O principal recuo veio das indústrias extrativas (-14,8%), resultado influenciado pelo recuo na produção de minério de ferro relacionada ao rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro deste ano.

Produção industrial recua 0,8% de dezembro para janeiro,diz IBGE

A produção industrial nacional caiu 0,8% na passagem de dezembro de 2018 para janeiro deste ano. Essa é a maior queda desde setembro do ano passado (-1,9%) e veio depois de uma alta em dezembro (0,2%), segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda chegou a 2,6% na comparação com janeiro de 2018. Na média móvel trimestral, a queda é 0,2%. No acumulado de 12 meses, a indústria acumula crescimento de 0,5%.

Na passagem de dezembro para janeiro, a indústria recuou em três das quatro grandes categorias econômicas, com destaque para os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-3%).

Também tiveram queda os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-0,1%), e os bens de consumo semi e não duráveis (-0,4%). Por outro lado, os bens de consumo duráveis tiveram alta de 0,5%.

Treze das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção de dezembro para janeiro, com destaque para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-10,3%), indústrias extrativas (-1%) e máquinas e equipamentos (-2,9%).

Treze atividades tiveram alta, sendo os principais crescimentos registrados nos segmentos de produtos alimentícios (1,5%), bebidas (6,1%) e outros produtos químicos (3,6%).