PRF bloqueia BR-376 para retirar caminhão tombado com vazamento de produto tóxico

Atualizada 14: 54

Segue bloqueado o quilômetro 528 da BR-376, entre Curitiba e Ponta Grossa, para retirada de um caminhão que tombou na noite de ontem (2).

De acordo coma  PRF, o veículo está carregado de Metanol, ONU 1230 e tem vazamento de pequenas proporções no local. A região está isolada pois o produto é altamente inflamável e tóxico. “O metanol quando em combustão produz chama incolor e é muito tóxico, os vapores podem cegar. Produto volátil”, alerta a nota emitida.

Equipes da Concessionária responsável, da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros trabalham no local. A faixa da esquerda está interditada e o fluxo é canalizado pelo acostamento.

Uma empresa especializada vai realizar a retirada da carga. A rodovia sentido Ponta Grossa deve ser interditada por cerca de 3 horas.

Desde a manhã desta quinta o tráfego está sendo desviado para a rodovia PR-151, em Palmeira, via BR-277. O fluxo sé lento desde a altura do posto de pedágio em São Luiz do Purunã, no ponto do desvio.

 

Acidente com produto tóxico leva a interdição de rio em Guaratuba

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) interditou a utilização do Rio São João, em Guaratuba, no litoral do Paraná, até sua desembocadura na Baía de Guaratuba, por tempo indeterminado.

A interdição ocorreu na última quarta-feira (11) e foi divulgada na sexta (13). A medida foi tomada devido a um acidente entre caminhões, acontecido no dia 6 de abril na BR 376. Um dos veículos estava carregado com produto tóxico, o osmose k33, utilizado no tratamento de madeira bruta, exigindo uma restrição quanto as atividades de recreação, esportes, pesca e irrigação no rio afetado.

De acordo com a Defesa Civil, durante o tempo de interdição será reforçado o trabalho de análises, e o tratamento diário até que a contaminação não esteja mais presente no ambiente.

As prefeituras de Guaratuba e Garuva (SC) devem evitar que populações vizinhas e turistas continuem a utilizar o rio.

A limpeza e monitoramento do rio estão sendo realizados por três empresas contratadas pela concessionária da rodovia e pelos proprietários dos caminhões que tiveram os produtos derramados, e sendo acompanhada por equipes das prefeituras, de órgãos ambientais e de Defesa Civil do Paraná e Santa Catarina.