Família de adolescente com tumor no cérebro lança vaquinha virtual

A solidariedade de muita gente que decidiu aderir a uma vaquinha virtual tem servido de combustível para que uma adolescente de Curitiba não desista de lutar pela saúde. Mayara, 16 anos, tem um tumor no cérebro e tem recebido doações para fazer uma cirurgia que vai descobrir se a calcificação é benigna ou maligna. A mãe dela, Angela Helena Zatti, que é professora, foi quem lançou o desafio: para a intervenção, são necessários R$ 106 mil e, desse total, aproximadamente R$ 5 mil já estão garantidos.

A família tem plano de saúde, mas o procedimento ainda não pode ser realizado por causa do período de carência. É que em meados de 2018 eles migraram de uma operadora para outra, e agora boa parte daquilo que a adolescente precisa ainda está fora do que ela já pode usufruir.

O diagnóstico do tumor veio há cerca de um mês, após quase dois anos de investigação. A família decidiu buscar ajuda médica ao perceber que a adolescente tinha alguns momentos de ausência cognitiva. A mãe conta que, durante essas crises, a filha se comporta de duas formas: ou ela se desconecta e para de interagir, ou realiza movimentos involuntários.

No início, a medicação funcionou, mas depois parou de fazer efeito. Outras doses e substâncias foram receitadas para a menina com o passar do tempo, mas o problema ainda não teve uma solução.

A família tem contado com a ajuda de uma advogada que avalia até que ponto é possível contar com o plano de saúde atual. Eles também tentam apoio do SUS, o Sistema Único de Saúde, mas, como não integram a parcela da população classificada como carente, por enquanto, o tratamento tem sido feito de forma particular no INC, Instituto de Neurologia de Curitiba.

Alguns parentes têm contribuído financeiramente e Angela conseguiu ainda adiantar parte dos vencimentos futuros na universidade onde trabalha. Clique aqui para fazer parte da vaquinha.

Campanha apadrinhada por estrelas internacionais da música possibilita ajudar crianças de instituição curitibana

A data limite para participação na campanha promovida pela fundação Playing for Change está próxima. Mas a solidariedade pode fazer a diferença através de doações a partir de R$ 1,00.

Criada para transformar realidades e provocar uma mudança positiva no mundo através da música e da educação artística, a organização internacional visa arrecadar fundos até o próximo dia 23 de junho para dar continuidade no atendimento a crianças e famílias de regiões carentes do mundo.

O objetivo é fazer com que crianças das comunidades onde a Playing for Change atua se desenvolvam em harmonia, crescendo num ambiente que inspire paz, música e aprendizado.

Os artistas e bandas Bono Vox (U2), Keith Richards (The Rolling Stones), Maroon 5, Jason Mraz, Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers), Keb’Mo’ e Jack Johnson, entre outros, apoiam a fundação, que tem projetos na África do Sul, Argentina, Bangladesh, Brasil, Gana, Mali, Marrocos, México, Ruanda e Tailândia.

 

Brasil

No Brasil, a sede da fundação está localizada no bairro Cajuru, em Curitiba, no Paraná. São aproximadamente 60 crianças atendidas, com idades de 7 a 14 anos, em contraturno escolar. Elas participam de aulas que visam desenvolver cidadania, disciplina, técnica e conhecimento em instrumentos diversificados, expressões corporais e voz.

A metodologia adotada pela escola está focada em atender individualmente cada criança, respeitando sua história pessoal. São cursos de musicalização, percussão, canto, teatro musical, noções de educação ambiental, dança, violão, inglês e futebol. O custo mensal para a manutenção do projeto é de aproximadamente R$ 15.000,00, entre a administração e professores.

A startup curitibana BIGHUG é parceira da fundação Playing for Change no Brasil. Seu diretor, o empresário Felipe Rigoni, afirma que “o potencial exponencial desse projeto pode proporcionar um futuro melhor para muito mais crianças em situação de vulnerabilidade social. Mas é necessária a participação efetiva de pessoas que se engajem com a causa”.

A conexão da BIGHUG com a Playing for Change neste ano aconteceu com a campanha “Colors Are Just Colors”, que consistiu numa ação desenvolvida com as crianças atendidas pelo programa da instituição no Cajuru. Pintada com a participação de todos os alunos do projeto, uma tela foi transformada em quadro. Este será entregue a quem for sorteado(a) através da campanha de doação.

Solicita-se doações a partir de R$ 1,00, que são feitas através do website www.bighug.life/playing-for-change ou do aplicativo BIGHUG.

Além disso, o participante concorre a uma viagem com passagens e hospedagem pagas, a sua escolha, para qualquer lugar do mundo em que esteja ocorrendo o evento Playing for Change Day 2019, que acontece simultaneamente no dia 21 de setembro em diversos lugares do mundo. O evento PFC Day ocorre em cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Mumbai, Metz e Madrid.

Felipe completa: “Nós investimos muito trabalho e dedicação na criação dessa campanha para que se torne mundial e possa realizar o sonho de mais crianças e famílias, além de proporcionar a realização desse sonho a um grande sortudo”. As doações são feitas pela internet e pelo aplicativo da BIGHUG.

Para conhecer e acompanhar as atividades desenvolvidas com as crianças na instituição brasileira, o doador pode acessar as redes sociais da Playing for Change Brasil e também pelo website e aplicativo BIGHUG.

 

Site oficial da campanha: www.bighug.life/playing-for-change

 

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=3TSStCbnziE&t=47s

 

https://www.facebook.com/BigHug.life/

Criança dá show de solidariedade ao ajudar colega cadeirante em apresentação escolar

Em apresentação de Dia das Mães na Escola Cora Coralina, em Porto Velho, mães e pais, alunos e amigos presenciaram um show de solidariedade entre duas colegas. Maria Clara, de apenas 3 anos, “mostrou” a todos como é possível fazer alguém feliz por meio de atitudes simples. Durante a apresentação, a estudante se preocupou em ajudar o tempo todo sua colega Maria Clara Diulia, também com 3 anos, a dançar. Diulia precisa usar cadeira de rodas por conta de uma paralisia cerebral.

Mãe de Maria Clara, Rayane Oliveira, 22 anos, lembra o quanto ficou emocionada enquanto testemunhava o momento por saber que sua filha assimilou os ensinamentos sobre cuidado e respeito. “Até pouco tempo, eu não sabia nada sobre sua amiga, mas minha filha sempre comentava sobre ela com muito carinho. Quando a conheci, me preocupei em conversar com a Maria sobre os cuidados que ela precisava ter com a Diulia”, conta.

No dia da apresentação, Rayane viu de perto a preocupação da filha com a amiga. “Logo quando cheguei, fiquei até preocupada. Mas não demorou muito para eu perceber o quanto aquele momento era importante para as duas”, pontua. Outra pessoa a se emocionar foi a mãe da Maria Clara Diulia, Priscila, de 24 anos. “A minha filha é muito querida na escola. Sem dúvida, me emocionei com aquele momento e fiquei ainda mais feliz quando vi que ela poderia fazer sozinha”.

Apesar das limitações da filha, Priscila busca tratá-la como uma criança normal e – como toda mãe – sonha que, no futuro, ela possa seguir os seus próprios passos. “Faço questão de mantê-la na escola e é gratificante. É nítido o desenvolvimento dela. As professoras tratam ela normalmente, tudo que as outras crianças fazem, ela faz também”, assegura.

Hoje, Priscila se dedica totalmente aos cuidados com Diulia e respeita bastante o seu tempo e desenvolvimento. “Tem dias que ela não quer ir para a escola, eu entendo, mas não deixo de incentivar”. Ao falar da escola, a mãe afirma sentir gratidão. “Já recebi não de algumas instituições, mas na Cora Coralina foi diferente. Eles falaram das suas deficiências, mas me disseram que já receberam crianças com a mesma dificuldade da Diulia e nos aceitaram. Fui abraçada”.

Inclusão

A Escola Cora Coralina trabalha com educação básica e recebe alunos até o 9ª ano. Segundo a instituição, além da Maria Clara Diulia, eles também já abraçaram crianças com outras limitações. “Aqui a inclusão é trabalhada com a socialização. Todos ficam juntos e são tratados da mesma forma, claro, que dentro das suas possibilidades”, declara o gestor da escola.

Ao falar sobre a repercussão do vídeo postado nas redes sociais de Rayane, mãe da Maria Clara, professores e funcionários ficaram felizes mas enfatizam que lá a aceitação das diferenças é visto como algo natural. “O vídeo não nos surpreendeu tanto porque atitudes como essa acontecem todos os dias dentro da instituição. Observamos que as crianças percebem a necessidade dos colegas e, a partir disso, passam a ter muito cuidado e respeito uns com os outros”.

A escola é tão preocupada com a inclusão que também abraçou uma parceria com o Educa Mais Brasil, programa educacional que oferta bolsas de estudo para várias modalidades de ensino. Com 15 anos de atuação no mercado, o programa de bolsas já beneficiou mais de 1 milhão de estudantes em todo Brasil. Quem conta uma bolsa de 50%, é a pequena Maria Clara. De acordo com Rayane, o custo de vida em Porto Velho é bem alto e a bolsa se tornou essencial para equilibrar as despesas da casa.

Agência Educa Mais Brasil

Dinheiro de penas por crimes leves beneficia projetos sociais em Curitiba

Criado há cinco anos, o projeto “Santa Felicidade em Ação” já reverteu quase meio milhão de reais pagos em penas pecuniárias – depósitos que réus por crimes leves são
condenados a fazer à Justiça – a 19 projetos sociais da região, que agrega 13 bairros.

Penas pecuniárias são determinadas, em geral, quando se concluem julgamentos de delitos de baixo potencial ofensivo, tais como briga de vizinhos, perturbação de sossego, ameaça, lesão corporal leve e jogos de azar.

Em 2012 uma resolução do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) determinou que estes recursos “serão, preferencialmente, destinados a entidade pública ou privada com finalidade social”.

No ano seguinte, o Fórum Descentralizado de Santa Felicidade (que atende os bairros Butiatuvinha, Campina do Siqueira, Campo Comprido, Cascatinha, Lamenha Pequena, Mossunguê, Orleans, Santa Felicidade, Santo Inácio, São Braz, São João, Seminário e Vista Alegre) começou a selecionar projetos para os quais destinar as verbas.

Na primeira edição foram dois aportes de R$ 15 mil; um para restaurar a cancha do Colégio Prof. Francisco Zardo e outro para o laboratório de informática da Apae. Desde então os aportes têm aumentado a cada edição: foram de R$ 96,6 mil na segunda, R$ 122 mil na terceira e R$ 200 mil na quarta e última edição até aqui, em setembro do ano passado.

Na ocasião, a comissão de avaliação, formada por membros do Judiciário, Ministério Público, prefeitura e sociedade civil, recebeu quinze projetos e escolheu seis. Dentre as iniciativas – a maioria vinculada a associações de pais e mestres de escolas municipais ou estaduais – há projetos de fomento à ciência, à leitura, ao esporte, à educação no trânsito e à inclusão de pessoas com necessidades especiais.

Aqueles que pagam a multa são chamados a conhecer o projeto para o qual sua verba foi destinada. “Não se trata de uma forma de arrecadação de recursos para o estado, e sim uma forma de reforçar o caráter educativo e reflexivo da pena, reintegrando socialmente o autor do fato ilícito”, explica a promotora Maria Natalina Santarosa, que acompanha o projeto desde o começo.

Bairro de Curitiba mantém geladeira solidária para alimentar quem tem fome

“Dar de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede”: a passagem bíblica, do Evangelho de São Mateus, foi o que inspirou um grupo de voluntários da Paróquia São Braz, na Rua Antônio Escorsin, a adotar uma geladeira solidária. Há três meses eles iniciaram o projeto com parcerias entre moradores e restaurantes para abastecer a geladeira com alimentos das 8h às 23h, disponibilizando comida a pessoas que, por algum motivo, estão com fome.

O padre Juarez de Castro diz que os voluntários selecionam e organizam os alimentos. “Esses voluntários, além de coletar uma quantidade diária de refeições, também faz todo o cuidado com a limpeza e orientações sobre os alimentos que podem e os que não podem ser colocados”.

Por dia, aproximadamente 50 refeições são servidas. A geladeira foi colocada em um vão no portão da paróquia, sem travas, chaves ou cadeados. O equipamento fica ligado o dia todo, refrigerando os alimentos frescos. Edemar dos Santos é vendedor e um dos voluntários. Ele conta que a ideia foi inspirada em Paranavaí, no noroeste do Estado, onde já funcionam algumas geladeiras solidárias.
Além disso, explica que não são apenas moradores de rua que usufruem dos alimentos. “Tem pessoas que vêm buscar uma vez por dia e, se tem três pessoas na família, levam seis marmitas, porque não têm o que comer nem no almoço, nem na janta”.

A geladeira tem marmitas, frutas, sanduíches, água e suco. Tudo dentro do prazo de validade. Edemar destaca que não tem cota por pessoa, basta estar com fome e pegar a quantidade necessária para saciá-la. “Pais e mães de família desempregados. Às vezes cruzam a cidade atrás de uma oportunidade apenas com a passagem de ônibus, sem ter o que comer, e usufrui da geladeira. Pega a necessidade dele. O que tem na geladeira é para todos”, conta o voluntário.

O padre ressalta que é simples colaborar com o projeto. “Aquele alimento que estamos a fazer para nossa família, fazemos uma refeição a mais para doar e já é suficiente para abastecer nossa geladeira”.

Para quem quiser ajudar, a Paróquia São Braz fica na rua Antônio Escorsin, 1.860, no bairro São Braz. O telefone de lá é o 3024-1310. Os voluntários também estão disponíveis pra ensinar quem queira instalar uma geladeira solidária em outro ponto da cidade.

Hospital Erasto Gaertner arrecada R$ 14 mil em exposição de fuscas

A Exposição de Fuscas e Derivados do Hospital Erasto Gaertner, ação que aconteceu no último final de semana, arrecadou mais de R$ 14 mil em prol do hospital. O evento foi uma parceria da  Rede Feminina de Combate ao Câncer e os grupos AirCooled SJP e Bugs King Volks Team.

O evento contou com mais de 300 expositores, praça de alimentação com cinco food trucks (Wolfsburguer Sandwichshop, Delicias da Ju, Pastelleal, Pirô na Batatinha e Fãs de Churros) e muita música. Super-heróis também marcaram presença e divertiram a criançada, inclusive os pequenos pacientes do Erasto Gaertner, que puderam sair de sua rotina de tratamento para aproveitar um dia especial e diferente.

Graças à solidariedade de todos os participantes, foram arrecadados mais de R$ 14 mil em prol do hospital. Para prestigiar o evento, os visitantes realizaram doações espontâneas e compra de produtos que tiveram seus valores revertidos ao hospital. Já os expositores, pagaram uma taxa de R$10,00 e doação espontânea.

Entre os produtos vendidos durante a exposição, estavam a camisa personalizada do evento e os carrinhos ecológicos da Ecoversa. A renda arrecadada será destinada à construção do primeiro hospital oncopediátrico do sul do país, o Erastinho.

 

Vereadora Kátia dos Animais é expulsa do Solidariedade

A vereadora de Curitiba Kátia Dittrich foi expulsa do partido Solidariedade. Por meio de nota, a legenda afirmou que abriu processo sobre a conduta da vereadora, após ela ser acusada de se apossar dos salários de servidores – e, após análise, decidiu pela expulsão da parlamentar.

A assessoria da vereadora só deve se pronunciar após às 14 horas.

A mesa diretora da Câmara ainda não foi informada sobre o afastamento da vereadora. Ela continua trabalhando normalmente. O partido pode solicitar a cardeira de Kátia na Justiça Eleitoral e, se acatada pelo órgão, pode ocorrer nova posse.

Denúncias

Seis ex-assessores de Kátia dos Animais, como é conhecida, apresentaram comprovantes de depósitos bancários e termos de declaração em que afirmam terem sido demitidos depois de se recusarem a entregar parte dos salários para a vereadora. Elas foram ouvidas oficialmente pela primeira vez na Câmara dos Vereadores, no dia 26 de novembro. Foram ouvidas Luciana Chucene, ex-chefe de gabinete, e Virginia Vargas da Costa, ex-assessora de imprensa.

“Trabalhei normalmente no gabinete da vereadora Katia durante o mês de janeiro, até que ela me falou que assim que eu recebesse meu primeiro pagamento, eu deveria repassar à eles o valor de R$2.000,00, e justificou que seria para cobrir despesas das diversas atividades que pretendiam realizar, e que esta seria uma solicitação que ela estaria fazendo à todos os funcionários do gabinete, com exceção dos dois funcionários que foram nomeados com um CC8, por ser o menor salário (em torno de R$ 2.000,00)”, relata um dos denunciantes, que diz ter sido exonerado no dia seguinte à sua recusa à proposta.

“Em torno de 15 dias antes da citada assumir oficialmente a função de vereadora, ela e seu esposo, Marcos Whiters, estiveram em minha casa, e então para minha surpresa, me disseram que eu teria que contribuir com um valor de R$ 1.500,00 mensais do meu salário, o que seria uma prática que a ser realizada por todos os funcionários que fossem nomeados com o objetivo de manter algumas despesas que ela teria com o trabalho no gabinete”, cita um outro ex-funcionário.

Processo

O presidente da Comissão Processante, Cristiano Santos, informou que ainda restam duas oitivas de denunciantes – Samira Tomé e Ronaldo Sérgio da Silveira Filho, que não puderam comparecer e pediram o reagendamento dos depoimentos. O jornalista Diego Xaver está na Irlanda, não deixou contatos, por isso não pôde ser notificado, e Maíra Bonfim, que está no Mato Grosso.

“Depois teremos as testemunhas da própria vereadora Katia e por fim a vereadora para que apresente as suas defesas. Estamos prezando pelo cuidado, fazendo de tudo para garantir a ampla defesa, ouvindo as pessoas que estão denunciando, estaremos também ouvindo as testemunhas de defesa da vereadora, o que a gente quer é que a Justiça prevaleça”, salientou Santos.

Ao final do processo, a Comissão poderá opinar pelo arquivamento do processo, ou pela cassação do mandato. O relatório será encaminhado aos demais vereadores e a decisão será tomada em plenário, pelos 38 parlamentares.

Veja a nota do partido na íntegra

O Conselho de Ética do Solidariedade recebeu uma denúncia e abriu processo sobre a conduta da vereadora Katia Dittrich. Após a análise, foi considerado que a conduta não era compatível com os princípios do partido. Por isso, o colegiado decidiu pela expulsão da parlamentar, que já foi referendada pela Comissão Executiva Nacional.

TRE considera propaganda do Solidariedade irregular

Do Metro Curitiba

O TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) julgou irregular uma propaganda partidária do Solidariedade, veiculada em junho.

A corte considerou que no vídeo foram proferidas ofensas pessoais contra os ex-presidentes Lula e Dilma. Além disso, a peça configura “promoção pessoal do deputado e presidente da agremiação (Fernando Francischini)”.

No programa, o deputado federal acusava os ex-presidentes de “assaltarem” o Brasil, de comandarem uma “organização criminosa vermelha” e de vender “obras públicas pra comprar deputados e senadores e financiar a CUT e o MST”. A ação eleitoral contra a divulgação foi movida pelo PT- -PR. A decisão do TRE proibiu que novas veiculações do vídeo sejam feitas. Ontem, o Solidariedade não comentou o assunto.

Evento com venda de roupas de DJ’s e arrecadação de ração e cobertores beneficia ONGs

O Club Vibe recebe neste domingo (23/7) o Conceito Animal, projeto que envolve moda, sustentabilidade, solidariedade e artes.

O evento começa a partir das 14 horas, com bazar de roupas utilizadas por DJ’s e formadores de opinião de Curitiba. As roupas foram doadas previamente e serão apresentadas lavadas, perfumadas e etiquetadas com o nome do antigo dono para que o comprador saiba de quem era.

O ingresso é um agasalho, cobertor, manta ou pacote de ração e mais R$ 10. O dinheiro arrecadado no bazar, o valor da entrada e os pacotes de ração serão revertidos para as ONGs  Amigo Animal, de Curitiba, e ONG do Cão, de São José dos Pinhais. Os agasalhos, mantas e cobertores serão doados para o Provopar Estadual.

No segundo piso do Club Vibe haverá tatuagens com o tatuador Pedro Garcia, de São Paulo, que doará 10% do seu trabalho para ajudar as ONGs de proteção aos animais. O comando da festa fica por conta de vários DJ’s.

De acordo com a diretora da grife de assessórios Uni Customer, Jéssica Luz Mengatto, que está organizando o evento com o apoio da diretora da Under The Sea (moda praia), Marcela Pontes, e de Eduardo Marcondes, sócio do Club Vibe, a ideia de organizar o Conceito Animal surgiu da vontade de ajudar quem precisa, no caso tanto as pessoas assistidas pelo Provopar quanto os animais cuidados pelas ONGs. “Mas queríamos que fosse de uma forma divertida e que envolvesse a moda”, diz Jessica.

Segundo ela, a expectativa é de cerca de 150 pessoas e arrecadação de R$ 4 mil. E já há outros projetos em andamento. “Esta é a primeira edição, mas pretendemos fazer várias outras. Em cada edição ajudaremos instituições diferentes, envolvendo portadores de câncer, idosos e crianças”.

 

Conceito Animal

Domingo, 23 de julho – a partir das 14 horas.

 

Club Vibe – Rua Desembargador Mota, nº 2313, Batel, Curitiba – PR

LINK DO EVENTO: www.facebook.com/events/696134123920525/

Liquidação solidária

A marca Trousseau promove até 3 de abril a 19a edição da campanha Trousseau do Bem – projeto de responsabilidade social da marca que tem como principal objetivo contribuir para um futuro melhor de crianças carentes no país. Na ação, é possível comprar produtos selecionados com descontos que vão até 40%.

Parte da renda arrecadada com as vendas desses itens, neste período, serão revertidos em cestas básicas para o LISA – Lar Infantil Sol Amigo, em Curitiba, que cuida de crianças com vulnerabilidade e risco social.

Entre as peças em promoção estão: jogos de lençol 300 fios (solteiro ou casal); toalhas de banho; mantas caneladas (solteiro ou casal); além das essências, como odorizantes de ambiente e sabonetes líquidos; a famosa linha de homewear, que inclui pijamas e robes (masculinos e femininos); e a linha Petit, com roupas e acessórios infantis.

Sobre a Trousseau do Bem 

A ideia da campanha surgiu em 1999, quando a Trousseau decidiu unir sua marca a uma ação social que não fosse apenas uma mera liquidação, mas uma forma de ser solidária com as crianças carentes. Na época, os sócios criaram a ação Trousseau Off. Anos depois, o nome mudou para Trousseau do Bem, mas o espírito continuou o mesmo. No período determinado são oferecidos produtos com descontos significativos, revertendo parte da renda, na forma de cestas básicas, a entidades beneficentes de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Salvador.

No primeiro ano da iniciativa, foram distribuídas 1.200 cestas básicas. Em 2014, foram doadas 9.081 cestas beneficiando 9 entidades sociais nas cidades onde a Trousseau está presente. Quando somadas às multimarcas, o total de cestas distribuídas sobe para 9.717, o equivalente a mais de 8,3 toneladas de alimentos. Segundo Romeu Trussardi Neto, isso prova quanto a solidariedade pode unir as pessoas, motivando-as a serem fraternas e generosas. “Dentre as ações da Trousseau, essa é a que mais me orgulha, e por uma simples razão: ajudar o próximo é sempre gratificante”, afirma.

Sobre a Trousseau

Fundada pelo casal Adriana e Romeu Trussardi Neto em 1991, a Trousseau é uma das empresas de maior prestígio no segmento e reconhecida pelos produtos que valorizam os materiais nobres e a riqueza de detalhes. Além do mix de produtos premium, a proposta da marca é apresentar atendimento personalizado e ambientação compatíveis com a exigência dos clientes, que buscam itens sofisticados fora do país ou optam por peças sob encomenda.

Trousseau se diferencia pela exclusividade de seus produtos e valoriza a qualidade de tecidos e acabamentos. Atualmente, conta com 250 colaboradores, possui 25 lojas próprias e está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Cuiabá e Florianópolis, além da loja virtual. Ainda há uma operação em Milão, na Itália, e em Miami, nos Estados Unidos.

Trousseau
Pátio Batel, piso L2
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