Policial Militar armada entra em surto e se entrega após duas horas de negociação

Uma soldado da PMPR (Polícia Militar do Paraná) entrou em surto na manhã desta segunda-feira (14), em Curitiba.

A policial estava armada dentro de um carro e ameaçava se matar. Segundo a PMPR, a soldado estava afastada das funções por conta de um tratamento psicológico.

A PM isolou a Rua Adalberto Gil da Silva, no bairro Santa Quitéria,  enquanto negociava a entrega da arma por parte da policial.

A ocorrência aconteceu por volta das 6h e só terminou às 8h, quando a soldado se entregou. A arma usada por ela é do marido, que também é policial militar.

De acordo com os bombeiros ela foi encaminhada para o Hospital do Trabalhador, na Capital.

Para o Tenente Coronel Anderson, comandante do 12º Batalhão da PM, que supervisionou a negociação, esta foi uma ocorrência isolada. “A policial já estava afastada, em tratamento, tomando medicações. Fomos informados cedo do seu desaparecimento com a arma do marido. Nossas equipes conseguiram localizá-la dentro do seu próprio carro e felizmente conseguimos convencê-la a entregar a arma”, afirmou.

A soldado da PM é jovem, tem aproximadamente 30 anos e somente 4 anos de serviços na corporação. O casal de policiais tem 3 filhos.

SEGUNDO CASO DE SURTO EM UMA SEMANA

Na semana passada um ex-militar, também em surto, deu mais de 60 tiros dentro de casa. O homem, que seria militar da reserva e professor aposentado, manteve, por horas, a mãe e a cuidadora dentro de casa, enquanto atirava.

idoso, de 74 anos, que fez mais de 60 disparos de dentro de casa, no bairro Mercês, em Curitiba, na última segunda-feira (7), foi transferido do Hospital Evangélico Mackenzie para um hospital psiquiátrico na região de Curitiba.

O homem teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e aguardará o andamento do processo no hospital e não em um presídio, já que o caso é tratado como insanidade mental. A prisão não tem prazo determinado. Segundo o MPPR (Ministério Público do Paraná), como o processo ainda está em tramitação, não se sabe qual vara deve ficar com o caso.

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Ex-militar que fez mãe de 99 anos como refém é transferido para hospital psiquiátrico

O idoso, de 74 anos, que fez mais de 60 disparos de dentro de casa, no bairro Mercês, em Curitiba, na última segunda-feira (7), foi transferido do Hospital Evangélico Mackenzie para um hospital psiquiátrico na região de Curitiba.

O homem teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e aguardará o andamento do processo no hospital e não em um presídio, já que o caso é tratado como insanidade mental. A prisão não tem prazo determinado. Segundo o MPPR (Ministério Público do Paraná), como o processo ainda está em tramitação, não se sabe qual vara deve ficar com o caso.

O homem, que seria militar da reserva e professor aposentado, manteve, por horas, a mãe e a cuidadora dentro de casa, enquanto atirava. A situação começou na tarde de segunda-feira (7) e só terminou por volta das onze horas da noite do mesmo dia, depois que policiais utilizaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para conseguir entrar, além de balas de borracha para conter o idoso.

A Rua Martim Afonso ficou bloqueada por horas, por medida de segurança.

Com o homem foram apreendidas três armas: um revólver e duas espingardas. A mãe dele e a cuidadora foram levadas a uma Unidade de Pronto Atendimento e receberam alta durante a madrugada.

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Sarampo avança mais de 1.000% no Paraná em 30 dias

O Paraná já tem 103 casos confirmados de sarampo. Os dados atualizados nesta quinta-feira (10) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná) indicam que a doença continua avançando de forma escalonada no estado. Em 30 dias, os registros avançaram 1.044%. Do dia 10 de setembro até hoje os casos confirmados de sarampo saltaram de nove para 103.

A região metropolitana de Curitiba concentra quase a totalidade das confirmações da doença. Conforme o boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira, 80 pessoas estão infectadas pelo sarampo apenas na capital paranaense. Outros 18 casos estão distribuídos em outros sete municípios da Grande Curitiba (Colombo, Pinhais, São José dos Pinhais, Campo Largo, Campina Grande do Sul, Campo do Tenente e Fazenda Rio Grande).

“Curitiba é a nossa maior cidade. Tem grande circulação de pessoas, incluindo um trânsito frequente de pessoas entre a capital paranaense e São Paulo”, explicou a coordenadora da vigilância epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr. O estado paulista já registra mais de sete mil infectados e 12 mortes causadas pelo sarampo.

A médica responsável pelo setor de detecção e controle das doenças transmissíveis no Paraná explica que o sarampo é uma doença altamente contagiosa. Segundo ela, 90% das pessoas suscetíveis ao sarampo adoecem após o contato com o vírus Measles morbillivirus, causador da doença.

VACINA É A ÚNICA FORMA DE PREVENÇÃO AO SARAMPO

Diante do surto de Sarampo no estado do Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde reforça o apelo para que a população busque a imunização. A vacina que protege contra a doença está disponível em todas as unidades básicas de saúde. A responsabilidade pela aplicação é dos municípios, enquanto o estado assume o trabalho de distribuição das doses.

“Não há outra forma. A vacina é a única forma segura e eficaz de conter a doença”, aponta Acácia Nasr.

Pelo calendário regular estabelecido pelo governo federal, a vacina tríplice viral — que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola — deve ser aplicada aos 12 meses de idade. Aos 15 meses, mais uma dose deve ser aplicada, sendo esta a tetra viral, que também protege contra a varicela (catapora).

Com o surto dos casos confirmados de sarampo em várias regiões do Brasil, o Ministério da Saúde estendeu o público-alvo para todos os bebês entre seis meses e um ano de idade.

Os adultos que não estão imunizados — ou que não tem o registro na carteira de vacinação — também deve procurar as unidades básicas de saúde. Os jovens e adultos com até 29 anos devem tomar as duas doses; os que tem entre 30 e 49 anos devem ter ao menos uma das doses registradas.

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Ex-militar tem surto, faz mãe de 99 anos como refém e efetua mais de 60 tiros dentro de casa

Um senhor de 74 anos, ex-militar, teve um surto psicótico na noite desta segunda-feira (7) e causou pânico aos moradores do bairro Mercês, em Curitiba. Ele efetuou mais de 60 disparos dentro do apartamento onde mora e exigiu uma operação de cinco horas da polícia. Além disso, fez sua própria mãe, de 99 anos, e a enfermeira dela, de 50 anos, como reféns.

As duas foram liberadas após três horas de negociação com o suspeito, mas o caso só foi resolvido quando o homem se jogou da janela, uma altura de três metros, após a polícia jogar duas bombas de gás lacrimogênio no apartamento do segundo andar. Além disso, o idoso ainda foi baleado – com bala de borracha – na perna, mas passa bem após ser encaminhado ao Hospital Evangélico, onde ainda está internado.

De acordo com a assessoria do hospital, ele vai passar por avaliação da psiquiatria, psicologia e ortopedia. Por enquanto, ele apresenta um quadro estável e não tem previsão de alta.

“Diante do risco de uma pessoa em surto psicótico, que estava bem armado, com muita munição disponível, o encerramento dessa situação foi a melhor possível, pois não houve feridos e o causador do evento crítico foi contido sem ferimentos graves causados pela PM”, explicou o tenente-coronel Anderson Teixeira.

No total, foram apreendidas três armas, um colete balístico e 386 munições – 274 de calibre .38 e 112 de calibre .12. Além disso, o suspeito ainda tinha 3.390 espoletas e uma máquina de recarga de munições.

O SUSPEITO

Conforme as informações da PMPR (Polícia Militar do Paraná), Luiz Carlos de Campos era ex-militar, já trabalhou como professor de francês em Curitiba e não tinha antecedentes criminais. Além disso, tinha registro de quatro armas de fogo.

“O local que ele estava confinado, fez várias barricadas. Ele não respondeu à negociação e efetuou vários disparos. Foram vistas duas armas longas, uma calibre 12 e uma espingarda winchester, e também um revólver calibre 38”, conta o coronel Hudson Teixeira.

“Nós optamos por não fazer o uso do sniper para preservar a vida dele e fazer com que ele saísse com a utilização do gás lacrimogênio. Ele pulou de uma altura de três metros e foi atingido por munição não letal. Primeiro ele jogou um machado para tentar arrebentar a parede e depois usou para arrebentar a janela. No momento que ele pulou, estava desarmado”, completa o coronel.

CASO ATRAPALHAM O TRÂNSITO

Duas quadras da Rua Martim Afonso (entre a Alameda Prudente Moraes e a Rua Visconde do Rio Branco) acabaram sendo bloqueadas em Curitiba. Além do isolamento da área, a PMPR também evacuou as residências no apartamento onde o ex-militar estava.

Com a ocorrência, que durou cinco horas, o congestionamento foi grande e o fluxo de carros ficou carregado na região.

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Trânsito ficou pesado em Curitiba após surto de ex-militar. (Colaboração)
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Homem tem surto psicótico e realiza disparos em apartamento em Curitiba

Um homem de 74 anos realizou diversos disparos com armas de fogo em seu apartamento, no início da noite desta segunda-feira (7), no bairro Mercês, em Curitiba.

Segundo a PMPR (Polícia Militar do Paraná), o homem sofreu um surto psicótico. Junto no apartamento estavam a mãe do indivíduo e a enfermeira dessa senhora. Após cerca de três horas mantidas em cárcere, elas foram libertadas sem ferimentos pelo atirador.

Equipes do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) e do COE (Comandos e Operações Especiais) cercarem o local e, até este momento, ainda negociam com o homem para que ele saia do apartamento desarmado.

O trânsito na Rua Martim Afonso, na altura do número 400, está com bloqueio de duas quadras em ambos os sentidos.

Após quase sete horas, policial que teve surto em apartamento é rendido

Um policial civil que sofreu uma crise emocional e obrigou a PM a isolar um prédio residencial no bairro Água verde, em Curitiba, foi retirado do apartamento onde mora depois de quase sete horas de negociação. Ele foi levado a um hospital. O investigador, lotado no município de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, teve um surto e usou extintores de incêndio nos corredores do prédio hoje pela manhã.

Moradores chamaram a polícia porque suspeitavam que ele estivesse armado. Mas isso não se confirmou. Amigos do policial estiveram no prédio para prestar solidariedade e ajudar na negociação. A PM invadiu o apartamento pouco antes das 14h. Ninguém se feriu.

Caminhão do Corpo de Bombeiros invade Esplanada dos Ministérios

Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil

Policiais militares foram mobilizados na madrugada de hoje (3) para conter um caminhão do Corpo de Bombeiros que acessou a Esplanada dos Ministérios em alta velocidade. O veículo foi roubado por volta da 1h30, do 8º Grupamento de Bombeiro Militar, em Ceilândia Norte, a cerca de 30 quilômetros do Eixo Monumental,  por um sargento da corporação que não teve o nome revelado. A motivação do furto não foi esclarecida.

Segundo a assessoria da Polícia Militar (PM), viaturas da Patrulha Tático Móvel e da Ronda Tático Motorizada chegaram a disparar tiros para interromper o curso do caminhão, que, após rodar cerca de meia hora, chegava à Praça dos Três Poderes pela Via S1.

O sargento foi encaminhado ao quartel de origem, onde recebeu voz de prisão. De acordo com a PM, ninguém ficou ferido.

Procurados pela Agência Brasil, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e o Corpo de Bombeiros não se manifestaram até a publicação desta matéria.

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Apresentador tem momento de fúria e destrói cenário após falhas

Um momento de fúria do apresentador Paulo Gomes, do programa Cidade Alerta Paraná, viralizou na internet desde a última sexta-feira (25). Irritado com falhas técnicas enquanto estava no ar, o apresentador resolveu martelar um monitor de TV. O programa da RIC-TV, afiliada da Record, tem formato descontraído e já teve outras falhas, mas sempre contornadas pelos profissionais da apresentação.

Desta vez, após um dos monitores apagar, o microfone desligar e o link ficar sem sinal, Paulo Gomes teve um surto.

“Olha só como é a esculhambação geral aqui”, disse o apresentador antes de começar a quebrar o cenário, que já estaria sendo utilizado há três anos.

Na volta do intervalo, Paulo Gomes ainda pediu desculpas aos telespectadores. O programa foi encerrado por outro jornalista, que afirmou que a partir desta segunda-feira (28) tudo voltaria ao normal.

Pelo formato do programa, internautas desconfiam de mais uma encenação por audiência. O “momento de fúria” não teria passado de um “teatrinho”. Quem conhece o apresentador, porém, garante que a reação foi desproporcional.

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