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VÍDEO: Carro-forte capota e dois vigilantes acabam feridos no Paraná

Um carro-forte sofreu um acidente grave na manhã desta terça-feira (5), na BR-272, em Terra Roxa, na região oeste do Paraná.

De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), dois vigilantes foram socorridos com lesões graves e encaminhados à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Guaíra, cerca de 30 km de distância de Terra Roxa. Apesar da preocupação, ambos saíram do local conscientes e não correm risco de vida. Além deles, outros dois homens saíram ilesos.

O veículo estava no quilômetro 549 da rodovia, no sentido Guaíra, quando foi ultrapassado por um caminhão. Segundo os relatos dos socorridos, o condutor da carreta teria fechado o carro-forte durante a ultrapassagem, o que resultou no capotamento.

O caminhão seria uma Mercedes-Benz 1113 de cor vermelha e carroceria de madeira, mas ainda não foi identificado. A PRF pede para que, quem tiver informações sobre o veículo, ligue para o 191.

Por fim, o veículo carro-forte capotado já foi retirado do local. As equipes da PRF e da Polícia Militar permaneceram no local para proteger o dinheiro, que passou a ser transportado em veículo após o acidente.

Veja o vídeo da PRF na retirada de um dos agentes feridos:

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Operação mira fraudes em licitações em oito cidades do Paraná

Uma operação que apura fraudes em licitações está acontecendo em oito cidades do interior do Paraná. A ação, deflagrada pela PCPR (Polícia Civil do Paraná) na manhã desta quarta-feira (16), mira uma associação criminosa entre funcionários públicos, empresários e ‘laranjas’.

No total, a operação conta com 37 mandados – 11 de prisão temporária e 26 de busca e apreensão. Eles vão sendo cumpridos em: Cascavel, Missal, Terra Roxa, Guaíra, Diamante do Sul, Pérola D’Oeste, Roncador e Catanduvas.

Dinheiro, armas e celulares estão entre os itens já apreendidos pela polícia.

Os suspeitos são acusados de fraudar licitações de peças em veículos da administração dos municípios. Entretanto, há indícios que as peças entregues eram antigas, além de terem o preço superfaturados. Em alguns casos, diversas peças – pagas pelas prefeituras – não eram entregues.

Mais informações serão repassadas pela delegada Rita de Cássia, em entrevista coletiva, ainda na manhã de hoje.

Itens apreendidos pela polícia na operação desta manhã.
(Divulgação / Polícia Civil)

OPERAÇÃO: AS FRAUDES NO INTERIOR DO PARANÁ

As investigações, que tiveram apoio da Receita Federal e da 1ª Promotoria de Medianeira, começaram em março. A polícia passou a apurar supostas irregularidades na aquisição de peças de reposição de “máquinas pesadas”, como tratores. Os veículos compõe a frota de veículos da Prefeitura de Missal, onde três funcionários são alvos dos 11 mandados de prisão.

Ficou constatado que peças remanufaturas foram recebidas como novas, além de superfaturamento de preços e pagamento de peças que não foram entregues ou utilizadas.

Por fim, o grupo criminoso ainda criava empresas de fachada, em nome de laranjas, com o objetivo de promover um falso rodízio entre as empresas participantes de cada licitação. Contudo, também foi verificado que sempre foi a mesma empresa que fornece as peças há anos. Ou seja, diversos municípios do Paraná acabaram sendo vítimas dos crimes que causam prejuízo a sociedade e enriquecendo os suspeitos.

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Divulgação / Polícia Civil
Indígenas - Paraná - Violência - MPF

MPF investiga aumento de casos de violência contra indígenas no Paraná

As comunidades indígenas Avás-Guarani localizadas nos municípios de Guaíra e Terra Roxa, região noroeste do Paraná, denunciaram ao MPF (Ministério Público Federal) um quadro generalizado de discriminação e violência sofridas por essas pessoas.

As denúncias foram realizadas por lideranças indígenas nessa última segunda-feira (7), em reunião desses representantes com o MPF, na sede da Procuradoria, em Curitiba.

Os indígenas afirmaram que não apenas moradores dos municípios, mas também autoridades, estão negando o reconhecimento e garantia dos direitos desses povos.

Além disso, proprietários rurais e alguns moradores estariam praticando atos de violência contra os índios das comunidades, com um crescente aumento nos últimos meses.

INÍCIO DOS CONFLITOS

Na avaliação dessas lideranças, a decisão proferida pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que suspendeu uma decisão da Justiça Federal de Umuarama em determinar a cargo da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) e a União, trabalhos de identificação e delimitação terras indígenas em Guaíra e Terra Roxa, como principal motivo para esse aumento da intolerância na região.

Essa etapa seria apenas uma parte preliminar do processo, sendo necessária ainda as fases de contestações, declarações de limites, homologações e registro com a União. Mas a decisão do TRF4 suspendeu todo o processo e estaria causando essas altercações entre indígenas e demais moradores dos municípios.

Os indígenas do povo Avá-Guarani ocupam ao todo 20 terrenos na região oeste do Paraná, sendo que essas áreas ainda não foram demarcadas. Essa população tem um histórico de conflitos com o poder público, tendo sofrido perda de terras pela construção da usina hidrelétrica Itaipu Binacional, em 1973, principalmente no município de São Miguel do Iguaçu.

PRF aprernde 450 mil caterias de cigarros contrabandeados em Terra Roxa

Quase 450 mil carteiras de cigarros contrabandeados foram apreendidas pela PRF

Cerca de 450 mil carteiras de cigarro contrabandeadas do Paraguai foram apreendidos pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), no início da manhã desta segunda-feira (9), em Terra Roxa, na região oeste do Paraná.

Avaliada em R$ 2,25 milhões, a carga ilícita era transportada em uma carreta, abordada na BR-163. O motorista, de 39 anos de idade, foi preso em flagrante pelo crime de contrabando.

Aos policiais rodoviários federais, o motorista disse que saiu de Guaíra (PR) e que levaria o cigarro até São Paulo (SP).

Durante a abordagem, ele apresentou documentos pessoais e do veículo com indícios de falsificação. Tanto o caminhão quanto o semirreboque tinham placas falsas.

O homem responderá pelos crimes de contrabando, uso de documento falso e adulteração. A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra.

Veja vídeo da apreensão: 

Imagens: Agência PRF

 

 

 

PRF prende homem com 205 kg de maconha no oeste do estado

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 205 quilos de maconha na noite desta sexta-feira (19) em Terra Roxa, na região oeste do Paraná.

A droga era transportada em caminhonete. Uma equipe da PRF fiscalizava manobras de ultrapassagem na BR-272, quando desconfiou do veículo e resolveu abordá-lo.

Nervoso, o motorista, de 25 anos de idade, não tinha carteira de habilitação. Ao vistoriar o compartimento de carga, os agentes da PRF encontraram os tabletes de maconha, encobertos sob algumas redes de descanso.

O homem preso em flagrante disse que pegou a caminhonete em Guaíra (PR) e que pretendia levar a carga ilícita até São Paulo (SP). O crime de tráfico de drogas tem pena de cinco a 15 anos de prisão.

*Com informações PRF

Funai conclui estudo de demarcação de terras indígenas no interior do Paraná

Foi publicado no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (15), o Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação (RCID) da Terra Indígena Guasu Guavirá, de ocupação tradicional do povo indígena Avá-Guarani, localizada nos municípios de Altônia, Guaíra e Terra Roxa. A área totaliza mais de 24 mil hectares nas regiões oeste e noroeste do Paraná. O documento foi assinado pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

A demarcação das terras foi feita após um estudo coordenado pela antropóloga Marina Vanzolini Figueiredo. Conforme o levantamento, a área é de habitação permanente do povo Avá-Guarani e abrange 14 aldeias.

“A TI abrange as áreas de habitação permanente do povo Avá-Guarani, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições, correspondendo, portanto, ao disposto no artigo 231 da Constituição Federal vigente”, diz o documento.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), que tinha ajuizado uma ação civil pública para conclusão do estudo, agora inicia o prazo de 90 dias para que o estado e municípios apresentem à Funai razões “instruídas com todas as provas pertinentes, tais como títulos dominiais, laudos periciais, pareceres, declarações de testemunhas, fotografias e mapas, para o fim de pleitear indenização ou para demonstrar vícios, totais ou parciais” do RCID.

Finalizado este prazo, a Funai terá 60 dias para encaminhar ao Ministério da Justiça o procedimento em questão, acompanhado dos pareceres relativos às razões e provas apresentadas. Nos 30 dias seguintes, o Ministério da Justiça poderá: declarar os limites da terra indígena e determinar a demarcação; indicar diligências adicionais, que deverão ser cumpridas no prazo legal; de forma fundamentada, desaprovar a identificação e retornar os autos para a Funai, para novos estudos.

 

 

PM é morto ao abordar homens com agrotóxicos; equipes procuram suspeitos

Policiais militares e civis de pelo menos quatro cidades do interior do Paraná procuram por suspeitos de matar um policial militar na manhã desta terça-feira (12), em Terra Roxa, Oeste do Paraná.

O PM teria sido morto por homens que transportavam agrotóxicos contrabandeados, por volta das 6h desta terça-feira.

Os suspeitos, segundo a Polícia Militar, estavam em uma caminhonete quando foram abordados por dois policiais, na localidade de Alto Alegre.

De acordo com a PM, houve troca de tiros e o policial Silvio Rasteiro, de 45 anos, foi atingido e morreu no local. Outro policial que estava no carro teve apenas ferimentos leves.

Depois de supostamente trocar tiros com os policiais, os suspeitos renderam um motorista de um carro da Prefeitura de Terra Roxa que passava pela estrada rural. O carro levava três estudantes (dois de 9 e um de 14 anos) para escolas no distrito de Alto Alegre.

As crianças e o motorista foram deixados na estrada e encontrados por volta das 7 horas por um morador da região.

A polícia faz buscas pelos suspeitos.

PRF apreende 845 quilos de maconha no Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 845 quilos de maconha na manhã desta quarta-feira (21) em Terra Roxa, no oeste do Paraná.

A droga estava no porta-malas e sobre o banco traseiro de um utilitário Mitsubishi Outlander. O motorista, de 24 anos de idade, foi preso em flagrante.

Ele transitava pela BR-163, quando foi abordado por uma equipe da PRF, que desconfiou do veículo.

Com placas clonadas, o veículo havia sido roubado em abril de 2016, no município de São Paulo (SP).

Aos policiais rodoviários federais, o homem disse que pegou a carga ilícita em Amambai (MS) e que pretendia levá-la até Curitiba (PR).

O carro tinha ainda um aparelho de radiocomunicação sem autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).  A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra.

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Ladrões explodem simultaneamente quatro bancos de cidade no Paraná

As quatro agências bancárias de Terra Rica, no noroeste do Paraná, tiveram os cofres explodidos na madrugada de domingo (13). Até a tarde desta segunda-feira (12), ninguém foi preso.  As explosões aconteceram simultaneamente e parte da quadrilha atirava próximo a corporação da Polícia para desviar a atenção dos soldados.

Em agosto, as mesmas agências: do Bradesco, Itaú, Sicred e Sicoob, tiveram os caixas eletrônicos explodidos em uma ação parecida.  O sistema de segurança da Caixa Econômica impediu que o cofre da agência fosse explodido.

Um carro que supostamente foi utilizado no crime, foi encontrado nesta manhã. O Instituto de Criminalística recolheu  digitais nos bancos.