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Homem tem surto psicótico e realiza disparos em apartamento em Curitiba

Um homem de 74 anos realizou diversos disparos com armas de fogo em seu apartamento, no início da noite desta segunda-feira (7), no bairro Mercês, em Curitiba.

Segundo a PMPR (Polícia Militar do Paraná), o homem sofreu um surto psicótico. Junto no apartamento estavam a mãe do indivíduo e a enfermeira dessa senhora. Após cerca de três horas mantidas em cárcere, elas foram libertadas sem ferimentos pelo atirador.

Equipes do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) e do COE (Comandos e Operações Especiais) cercarem o local e, até este momento, ainda negociam com o homem para que ele saia do apartamento desarmado.

O trânsito na Rua Martim Afonso, na altura do número 400, está com bloqueio de duas quadras em ambos os sentidos.

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Casal e filho de seis anos são executados com 50 tiros no Paraná

Um homem de 32 anos, sua mulher, de 27, e o filho do casal, de apenas seis, foram assassinados na noite deste domingo (16), em Ponta Grossa. Os três chegavam em casa, no bairro Chapada, quando foram alvos de aproximadamente 50 tiros. Outras três crianças, sendo duas delas outros filhos do casal, e uma mulher também acabaram feridas, mas passam bem.

Robson e Daniele Ferreira morreram na hora, em frente ao portão. Já a criança faleceu a caminho do hospital. Os outros dois irmãos ficaram feridos por causa dos estilhaços de vidro, enquanto a amiga do casal foi atingida, na mão, por uma das balas.

ACERTO DE CONTAS

Para o delegado Nagib Palma, da Polícia Civil do Paraná (PCPR), o caso está sendo investigado como um acerto de contas. Com passagens pela polícia, Robson estava em regime semiaberto e usava tornozeleira eletrônica após ser condenado por roubo.

“Pela forma que foi feita e a dinâmica que se percebe, foi um acerto de contas do mundo do crime. O personagem principal tinha passagens por roubo, a caixa eletrônico e pedágio, e por tráfico. Em 2014, ele já havia sofrido um atentado com um filho, então estamos com a investigação orientada nesse sentido”, disse.

As perícias mais detalhadas já foram solicitavas. Enquanto isso, a polícia tenta identificar o veículo utilizado pelos criminosos.

Nesta segunda-feira (16), um carro queimado foi encontrado nas proximidades do Mosteiro da Ressurreição, que fica no mesmo bairro onde o crime aconteceu. Com alguns indícios, a polícia acredita que exista ligação com o crime.

Entretanto, pelo menos por enquanto, a PCPR ainda não tem nenhum suspeito.

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Carro queimado foi encontrado no bairro Chapada. Foto: A Rede / Colaboração

Morte de Evaldo foi “lamentável incidente”, diz ministro da Defesa

O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, classificou como “lamentável incidente” a morte do músico Evaldo dos Santos Rosa, 51 anos, em decorrência de uma operação do Exército, em Guadalupe, zona oeste do Rio de Janeiro. O carro de Evaldo foi atingido por mais de 80 tiros de fuzil, disparados pelos militares. “Vamos apurar [o caso] e cortar na própria carne”, disse o ministro durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

“Foi um lamentável incidente, que vamos apurar e cortar na própria carne. Ele será apurado até as últimas consequências. Tudo será julgado muito rápido e apurado da forma devida”, garantiu o general.

Segundo ele, ao redor da guarnição no bairro Marechal Deodoro há células de tráfico, milícias e organizações criminosas que ameaçam, inclusive, a população local. “Houve [na ocasião] troca [de tiros] muito forte em uma vila residencial nas proximidades. Na volta, teve esse incidente envolvendo uma patrulha. Ao que parece, eles [os militares] não seguiram as normas regulamentares de engajamento e, por isso, os 12 já estão presos por não cumprir as normas de engajamento. Foi lamentável e triste, mas foi um fato isolado”.

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Fernando Azevedo disse que todos os militares envolvidos foram ouvidos e que a conclusão é de que eles “não seguiram as normas em vigor”, motivo pelo qual foram presos. “É um fato dentro de um contexto de várias operações de GLO [Garantia da Lei e da Ordem] e de paz”, acrescentou.

Apesar do ocorrido, o general afirmou que a intervenção deixará um legado para o Rio de Janeiro. “Será o Plano Estratégico de Segurança Pública para o Rio de Janeiro. Ele estruturará a segurança no estado, em especial a inteligência, que já tem inclusive ajudado as investigações”, disse.

Ele lembrou, ainda, que tanto a GLO como as intervenções ocorridas no estado não foram a pedido das Forças Armadas. “Nós fomos convocados. Isso foi missão”.

Operação

O músico Evaldo dos Santos Rosa foi morto em uma operação do Exército, em Guadalupe, na zona oeste da cidade. O carro em que estava a família foi atingido por mais de 80 tiros disparados pelos militares. Evaldo, a mulher, o filho de 7 anos, o sogro e uma amiga da família estavam indo para um chá de bebê.

O músico foi atingido por três tiros e morreu na hora. O sogro, Sérgio Gonçalves de Araújo, recebeu um tiro nas costas e outro no glúteo. Os tiros atingiram também um homem que tentava socorrer a família.

Segundo a viúva de Evaldo, Luciana Nogueira, não houve confronto, e os tiros começaram assim que o carro da família entrou na rua.

Homem leva 25 tiros em dois atentados e sobrevive; suspeito é preso

A Polícia Civil prendeu, na terça-feira (12), um dos responsáveis pela tentativa de assassinato contra um homem, em Curitiba, em setembro do ano passado. Na ocasião, a vítima foi atingida por 13 disparos. Segundo a polícia, Rafael Rodrigues de Lara de Oliveira também seria responsável por outro atentado contra Eduardo Alves Weng, em 2017, quando ele sobreviveu a 12 disparos.

Segundo as investigações, no dia 23 de setembro, por volta das 13h30, dois homens, sendo um deles menor de idade, invadiram a casa de Eduardo e efetuaram diversos disparos. Ele foi atingido por treze tiros. Eles estavam armados com uma pistola calibre .380 e um revólver calibre .38. Segundo a PC, os investigados possuem extrema periculosidade.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Tito Livio Barichello, essa não é a primeira vez que a vítima foi alvo dos mesmos criminosos. Em 2017, o mesmo autor também teria desferido diversos disparos contra Eduardo. Ao todo, a vítima foi baleada 25 vezes e sobreviveu.

“É uma situação anormal. Por um contexto médico, que não posso explicar, vários projeteis foram retirados, inclusive um alojado ao lado do coração. Não acertou nenhum órgão vital apesar dele ter virado uma ‘peneira’. Nunca tinha visto isso em toda a minha vida”, conta o delegado.

Um dos projeteis ficou alojado ao lado do coração. Foto: Divulgação / Polícia Civil

Após o atentado, a vítima mudou de endereço e reside em um lugar escondido. A polícia aponta que diversas testemunhas contam que, além deste, os dois cometeram outros crimes. Porém, as testemunhas não aceitam formalizar depoimento por medo de represálias.

O suspeito, conhecido como Sapo, está preso temporariamente por tentativa de homicídio qualificado.

Campinas decreta luto de três dias pelas vítimas de atirador

O clima em Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo, é de consternação e perplexidade, depois da tragédia na Catedral Metropolitana da cidade em que cinco pessoas morreram. O prefeito Jonas Donizette (PSB) decretou nessa terça-feira (11) luto oficial de três dias. A expectativa é que os velórios das vítimas ocorram a partir desta quarta-feira (12).

Foi confirmada a identidade das vítimas do atirador: Sidnei Vitor Monteiro, José Eudes Gonzaga, Cristofer Gonçalves dos Santos e Elpídio Alves Coutinho, mortos dentro da igreja.

Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, autor dos disparos, tirou a própria vida depois balear os fiéis que estavam rezando na igreja.

Registros das câmeras de segurança da Central de Monitoramento de Campinas (CinCamp) mostram o momento em que o agressor se levanta de um dos bancos, nas últimas fileiras da igreja, vira-se em direção às pessoas e começa a atirar. Em seguida, dois agentes da Guarda Municipal entram na igreja e perseguem o atirador. As imagens não mostram depois deste momento.

Pai de adolescente que atirou em escola deixa a cadeia

O pai do adolescente que atirou e feriu dois alunos no Colégio Estadual Mondrone, em Medianeira, no Oeste do Paraná, deixou a delegacia neste domingo (30), após pagar fiança de R$ 2862, estipulada pelo delegado.

Ele vai responder ao processo em liberdade. O homem foi detido na sexta-feira (28), por porte de arma ilegal e omissão de cautela, por ter deixado o adolescente ter acesso a arma.

A pena é de três anos para porte ilegal e dois para a omissão.

Dois alunos ficaram feridos. Um deles, de 15 anos, levou um tiro na coluna e corre risco de ficar paraplégico. Ele recebeu os primeiros atendimentos no hospital de Medianeira e foi transferido para o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, onde é avaliado pela equipe de ortopedia.

O outro adolescente levou um tiro de raspão no joelho, foi atendido e liberado.

O aluno agressor foi apreendido pela Polícia Militar (PM) e está sob custódia na casa de Socioeducação. Antes de cometer o crime, ele gravou vídeos afirmando que foi humilhado e ameaçado pelos colegas nas escola. Ele e um colega, que deu suporte ao ataque e estava armado com uma faca, são ouvidos pela Polícia Civil.

O caso 

Um adolescente entrou armado na escola onde estudava, em Medianeira, e disparou dois tiros, na manhã de sexta-feira (29). Ele mirou e atingiu um colega nas costas e, o segundo tiro, foi disparado a esmo e atingiu outro aluno de raspão no joelho.

Ele estava acompanhado de um amigo, que estava armado com uma faca. O aluno ainda tinha bombas caseiras na mochila. Os dois foram detidos pela Polícia Militar e encaminhados a um centro de Socioeducação.

Os outros alunos foram liberados e as aulas devem ser retomadas na segunda-feira (1).

 

 

Pai de adolescente que atirou em escola é preso

O pai do adolescente que atirou e feriu dois alunos no Colégio Estadual Mondrone, em Medianeira, no Oeste do Paraná, foi detido pela Polícia Civil.

Ele terá que responder por porte de armas ilegal de arma de fogo e omissão de cautela, por ter deixado o adolescente ter acesso a arma.

A pena é de três anos para porte ilegal e dois para a omissão.

Dois alunos ficaram feridos. Um deles, de 15 anos, levou um tiro na coluna e corre risco de ficar paraplégico. Ele recebeu os primeiros atendimentos no hospital de Medianeira e foi transferido para o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, onde é avaliado pela equipe de ortopedia.

O outro adolescente levou um tiro de raspão no joelho, foi atendido e liberado.

O aluno agressor foi apreendido pela Polícia Militar (PM) e está sob custódia na casa de Socioeducação. Antes de cometer o crime, ele gravou vídeos afirmando que foi humilhado e ameaçado pelos colegas nas escola. Ele e um colega, que deu suporte ao ataque e estava armado com uma faca, são ouvidos pela Polícia Civil.

O caso 

Um adolescente entrou armado na escola onde estudava, em Medianeira, e disparou dois tiros, na manhã de sexta-feira (29). Ele mirou e atingiu um colega nas costas e, o segundo tiro, foi disparado a esmo e atingiu outro aluno de raspão no joelho.

Ele estava acompanhado de um amigo, que estava armado com uma faca. O aluno ainda tinha bombas caseiras na mochila. Os dois foram detidos pela Polícia Militar e encaminhados a um centro de Socioeducação.

Os outros alunos foram liberados e as aulas devem ser retomadas na segunda-feira (1).

PT denuncia à Polícia nomes de 10 suspeitos de atentado contra caravana de Lula

Nomes de dez suspeitos de envolvimento em atentados contra a caravana do ex-presidente Lula e 20 números de telefone foram identificados e encaminhados pelo Partido dos Trabalhadores à polícia.

Em coletiva à imprensa, o presidente do PT do Paraná, ex-deputado federal Doutor Rosinha, afirmou, nesta quinta-feira  (29), que somente “uma pessoa com problema mental” diria que o próprio partido atentaria contra a caravana. Rosinha fez referência a declarações de autoridades que sugerem a suspeita. Sem citar nomes, ele criticou especialmente as declarações do pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, do PSL, que acusa o próprio PT de ter criado um factoide.

“Eu estava lá, imediatamente nós chamamos a polícia, saíamos dali, eu fui à delegacia junto quando foi tomado o depoimento de um jornalista e do motorista do ônibus. Solicitamos que no mesmo dia a perícia se fizesse presente porque nós não queríamos ser vítimas de ilações e mentiras… Acho que deve ser alguma pessoa que tem um problema mental ou muita má-fé imaginar que um de nós vamos dar um tiro em um ônibus que tem dentro dele gente nossa. Eu repudio em nome do PT esse tipo de argumento e espero o mais rápido possível que o laudo fique pronto”, afirmou Rosinha.

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    Crime premeditado pelo WhatsApp

    A denúncia encaminhada ao Ministério Público inclui uma série de prints de conversas no Whatsapp dos grupos “Caravana Contra Lula 26/03” e “Foz contra Lula26/03”, nos quais integrantes afirmam a intenção de trocar os ovos e pedras, que vinham sido atirados contra a Caravana desde o início, por tiros de munição letal.

    “Gente, vamos trocar os ovos por bala de borracha e munição letal, que vai ser bem mais eficaz”, diz um dos integrantes do grupo Caravana Contra Lula 26/03, em uma mensagem enviada às 9h50 da segunda-feira (26). “Gosto da ideia, seria o primeiro a atirar, mas aí nós seríamos os vilões”, responde outro integrante.

    Posteriormente, acontece o seguinte diálogo:

    — “Vou para o Paraguai comprar um fuzil, é o único jeito kkkkk”.
    — “Vai na loja de arma, compra um puma 38 ou 44, é mais fácil do que você imagina”.
    — “Aí é só se posicionar do outro lado do rio e mandar uma bala certa”.

     

    Perícia

    A perícia deve ficar pronta nos próximos dias, segundo a Secretaria de Segurança. Na quarta-feira, o delegado Wilkison Fabiano Oliveira de Arruda, da Polícia Civil de Laranjeiras do Sul, no Paraná, que estava de plantão na terça (27) quando foram feitos disparos contra dois ônibus da comitiva do ex-presidente, faz duras críticas à estrutura da Polícia, que ele classifica como sucateada.

    Em nota, Arruda afirmou que os problemas da polícia ficaram evidentes no caso do ataque. A nota aponta que “a demora na chegada de peritos ao local se deu em razão da extrema precariedade a que está submetido o Instituto de Criminalística do Estado do Paraná”.

    O governador Beto Richa, do PSDB, negou as afirmações do delegado e disse que o Estado nunca teve tanto investimento na Polícia Científica. Richa disse hoje (29) que acompanha de perto a investigação caso dos tiros contra a caravana.

    O secretario-geral do PT no Paraná, ex-deputado Angelo Vanhoni, reconhece que houve atendimento por parte do Comando da Polícia Militar nos grandes centros. Ele sugere, porém, que autoridades locais, de cidades menores, podem ter sido omissas durante a caravana.

    “As ameaças estão sendo vinculadas por whatsapp. Serviços de segurança já detectaram. Já tem diálogos entre os membros que estão atirando pedras, desde Bagé, dizendo que tem que substituir as pedras por balas. Isso já foi entregue à polícia. A alegação das pessoas de que houve armação é puro ilusionismo. Nós não estamos posando de vítima”, afirmou.

    Vanhoni aponta que os diálogos flagrados na investigação até agora apontam para pessoas diretamente envolvidas em atentados. Ele lembrou o assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, no Rio de Janeiro, há duas semanas, para afirmar que há no País um processo de radicalização que prega a extermínio de pessoas que defendem determinadas posições políticas.

    “Aconteceu um crime bárbaro no Brasil há duas semanas, uma vereadora que luta pelos direitos humanos morreu à luz do dia a 700 metros da prefeitura, no Rio de Janeiro. Não é um grupo que deseja contrapor ideias a nós… Nós estamos percebendo que eles desejam a nossa aniquilação, aniquilação física”, desabafou.

    Duas equipes do Centro de Operações Policiais Especiais, o Cope, grupo de elite da Polícia Civil, foram designadas ontem (28) pela Secretaria de Segurança para reforçar as investigações. Paralelamente, a pedido do Partido dos Trabalhadores, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, do Ministério Público, também vai investigar atos de violência contra a caravana.