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UEL divulga aprovados na primeira fase do vestibular 2020

Os aprovados na primeira fase do vestibular 2020 da UEL (Universidade Estadual de Londrina) foram divulgados nesta sexta-feira (8). Os estudantes podem conferir o resultado no site da Universidade.

A primeira fase do vestibular foi realizada no dia 20 de outubro, com a presença de 21.108 candidatos. Os estudantes foram avaliados com 60 questões objetivas de Conhecimentos Gerais.

Para os estudantes aprovados, as provas da segunda fase do vestibular serão aplicadas entre os dias 1° e 3 de dezembro. Os candidatos terão a opção de prestar o concurso nas cidades de Londrina, Cascavel e Curitiba.

As únicas exceções são os candidatos que estão buscando vagas nos cursos de Artes, Design Gráfico, Design de Moda e Arquitetura e Urbanismo, que terão que prestar o concurso em Londrina.

CRONOGRAMA DAS PROVAS

Os estudantes devem ficar atentos e buscar no site do Cops (Coordenadoria de Processos Seletivos) o cartão de inscrição da segunda fase, a partir do dia 22 de novembro.

Os três dias de provas serão dividas da seguinte forma:

  • No dia 1º de dezembro, serão aplicadas as Provas de Línguas, Literatura e Redações;
  • No segundo dia de provas, será aplicada a prova de Conhecimentos Específicos, com questões discursivas;
  • No último dia de provas, a Cops aplica as Provas de Habilidades Específicas somente para os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico.

As provas dos dois primeiros dias terão início a partir das 14 horas, enquanto o concurso no terceiro dia terá cronograma especial. A primeira parte será aplicada das 8h às 11h e a segunda das 14h às 18h.

Ao todo são ofertadas 3.145 vagas, sendo 2.559 em 53 cursos de graduação, considerando turnos e habilitações, além de outras 586 por meio do SISU (Sistema de Seleção Unificada).

UEL divulga resultado da primeira fase do vestibular nesta sexta-feira

A UEL (Universidade Estadual de Londrina) divulga na sexta-feira (08) o resultado da 1ª fase do Vestibular 2020. A classificação será disponibilizada pela Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops), às 17 horas, na internet. As provas de conhecimento ferais foram realizadas no último dia 20 de outubro por 21.108 candidatos.

Os aprovados farão as provas da 2ª fase nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro, que serão aplicadas em Londrina, Cascavel e Curitiba.

O Cartão de Inscrição da 2ª fase será disponibilizado pela Cops em 22 de novembro, às 17 horas. O documento traz informações importantes aos candidatos, como local de provas, horário de início das provas e opção de língua estrangeira, entre outras.

PROVAS 

Serão três dias consecutivos de provas. Em 1º de dezembro, às 14 horas, os candidatos farão as provas de Línguas, Literatura e Redação. Serão 20 questões objetivas de Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa; dez questões objetivas de Língua Estrangeira; e de duas a quatro redações.

No segundo dia, às 14 horas, os candidatos farão as provas de Conhecimentos Específicos, sendo 12 questões discursivas distribuídas entre três das seguintes disciplinas, conforme curso optado pelo candidato: Artes, Biologia, Espanhol, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa/Literaturas em Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia.

No dia 3 de dezembro, das 8h às 11h (1ª etapa) e das 14 às 18 horas (2ª etapa), a Cops aplica as Provas de Habilidades Específicas (PHE) somente para os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico.

VAGAS

A UEL oferta nesse ano 2.559 vagas em 53 cursos de graduação, considerando turnos e habilitações, e outras 586 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), totalizando 3.145 vagas. Pela primeira vez, a universidade oferece os cursos de Biotecnologia e Nutrição.

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Universidades paranaenses estão entre as melhores da América Latina

As Universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão entre as melhores da América Latina e do Brasil, segundo ranking da consultoria britânica QS World Universitty Rankings.

O Regional Rankings Latin America 2020 considerou oito critérios de avaliação: reputação acadêmica, empregabilidade, proporção professor/estudante, qualificação docente, citações por artigo, artigos por instituição, internacionalização e impacto na web.

O ranking avalia apenas instituições que publicaram, no mínimo, 150 artigos na plataforma Scopus, a maior base de dados de resumos e citações – contém mais de 22 mil títulos de 5 mil editores em todo o mundo.

Os rankings da consultoria Quacquarelli Symonds (QS) estão entre as três principais classificações internacionais de universidades mais influentes, juntamente com o Times Higher Education World University Rankings e a Classificação Acadêmica das Universidades Mundiais.

CLASSIFICAÇÃO 

A UEL, UEM e UEPG melhoraram sua classificação em comparação ao ano de 2019. A UEL subiu 16 posições e ocupa a 86ª colocação. Em seguida aparece a UEM que conquistou sete posições e agora está entre as 92 melhores da América Latina. A UEPG, que antes estava em 133ª colocação, está entre as 132 melhores. A Unioeste ficou na 161ª colocação e a Unicentro se manteve entre as 200 melhores.

MELHORES DO BRASIL

As universidades estaduais do Paraná também estão entre as melhores do Brasil. A UEL ficou na 23ª posição, acompanhada da UEM em 25ª, UEPG em 41ª, Unioeste em 52ª e Unicentro em 59ª.

ESTADUAIS

No comparativo com as universidades estaduais brasileiras a UEL, UEM e UEPG aparecem em 5ª, 6ª e 7ª, respectivamente. A Unioeste é a 9ª melhor universidade estadual do Brasil e a Unicentro é a 14ª.

*Com informações da AEN*

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Vestibular 2020 da UEL tem primeira fase neste domingo; saiba as orientações

A primeira fase do Vestibular 2020 da UEL (Universidade Estadual de Londrina) acontece neste domingo (20). Ao todo, são 22,5 mil candidatos disputando 3.145 vagas – 586 delas por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) – em 53 cursos de graduação.

Será a primeira vez que as provas do vestibular serão realizadas em três cidades do Paraná. Londrina terá 18 locais de prova, onde são esperados 19.604 candidatos. Já Curitiba, com dois locais, deve ter 2.417 vestibulandos. Por fim, Cascavel, com apenas um local de prova, deve receber 572 candidatos.

As novidades são os cursos de Nutrição e Biotecnologia, que estão com a concorrência de 10,55 candidatos por vaga.

O gabarito da prova sai ainda no domingo, às 20h. Já o resultado dessa primeira fase do vestibular vai ser publicado no dia 8 de novembro, às 17h.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS E A PROVA DA UEL

As provas terão início às 14h, mas os portões já estarão abertos às 13h20. A orientação é para os candidatos apareceram com uma hora e meia de antecedência. 

Além disso, eles devem portar um documento oficial com foto e o Cartão de Inscrição impresso, com foto 3×4 colada no espaço indicado.

Os materiais aceitos para a realização da prova são: lápis grafite preto ou lapiseira, borracha e caneta esferográfica, com carga preta ou azul-escura e corpo transparente.

Serão 60 questões objetivas de Conhecimentos Gerais. As disciplinas do Ensino Médio cobradas serão: Biologia, Física, Química, Sociologia, História, Filosofia, Geografia, Matemática e Artes.

Além disso, 2,5 mil fiscais devem trabalhar na aplicação das provas.

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Divulgação/UEL

UEL: TRADIÇÃO DE QUASE 50 ANOS

Presente no ranking das 400 melhores universidades da América Latina, a UEL completou 48 anos em outubro.

De acordo com a World University Rankings 2020, da revista britânica THE (Times Higher Education), a UEL é a 37ª melhor universidade do Brasil. Já no cenário continental, a universidade fica na 76ª colocação.

Recortando o ranking entre as instituições do Paraná, a UEL só fica atrás da UFPR (Universidade Federal do Paraná), 27ª colocada na lista nacional, e da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), que aparece na 33ª posição entre as universidades brasileiras. Ou seja, entre as universidades estaduais do Paraná, a de Londrina é a melhor.

Criada em 1971, a universidade já formou 79.175 profissionais.

Por fim, a instituição conta com uma comunidade formada por cerca de 24 mil pessoas atualmente. São 4.154 servidores, entre professores e funcionários, além de 13.339 alunos de graduação e 6.020 de pós-graduação.

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Pesquisa da UEL desenvolve membrana capaz de ajudar na formação de pele, osso e cartilagem

Uma membrana capaz de ajudar na formação de pele, osso e cartilagem. Esse é o resultado de um projeto de pesquisa do programa de pós-graduação do Departamento de Bioquímica e Biotecnologia, do Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A membrana é composta por nanopartícula bacteriana ou celulose (vegetal).

A iniciativa é liderada pelo professor Cesar Augusto Tischer, do Departamento de Bioquímica e Biotecnologia. Ele explica que, a partir do plástico biodegradável, é possível criar uma estrutura para suporte que proporciona o crescimento de células. Em uma impressora 3D, por exemplo, imprime-se uma estrutura em formato de orelha, aplica-se a membrana que serve como promotora para a proliferação das células.

“Esse material tem alta biocompatibilidade para a proliferação celular, responsável pela formação de tecidos”, diz. Para chegar a essa conclusão, a equipe realizou vários testes nos laboratórios do CCE. O professor destaca o estágio atual da pesquisa. “Sabemos produzir o material estruturante (orelha, por exemplo), sabemos incorporar o biopolímero [nanocelulose] e conhecemos a biocompatibilidade desses materiais e sua capacidade de formação de novas células”.

O projeto de pesquisa tem a participação de professores, alunos de iniciação científica e programas de mestrado e doutorado. O processo de testes em animais, atualmente, é feito com células de rato. Para que seja feito em humanos, muitas etapas precisam ser vencidas. O projeto de pesquisa termina em 2021 e as perspectivas são boas. “Queremos ter esses protótipos testados quanto ao crescimento de células de mamíferos, demonstrando a viabilidade da ideia”, comenta o professor.

Segundo Cesar Tischer, os protótipos para desenvolvimento de células de pele, osso e cartilagem são um estágio anterior ao desenvolvimento de outros tecidos mais complexos. Ele acredita que o desenvolvimento de órgãos vitais, como fígado, pâncreas e coração, deve ocorrer em um período de 10 a 20 anos. “Essa é uma tendência internacional”, afirma o professor.

Por isso, pare ele, esse é um momento de a universidade se abrir. “Temos muito a oferecer com esses estudos. A gente usa a biocompatibilidade para chegar a muitos produtos”. O professor se refere, por exemplo, aos artigos cosméticos. De acordo com ele, há empresas interessadas na nanocelulose bacteriana para usá-la na produção de cremes hidratante e antienvelhecimento.

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Karen Stefany é aluna do programa de pós-graduação e participa da pesquisa com a orientação do professor Cesar Tischer. Divulgação/UEL

PESQUISA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

A estudante Karen Stefany Conceição integra a equipe do professor Cesar Tischer. Ela é aluna, em nível de doutorado, do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia do CCE. “O que mais me chama a atenção nesse projeto é o enfoque na área de saúde e que trabalha com a biocompatibilidade”, afirma a estudante, graduada em Farmácia. Ela fez o mestrado no mesmo programa de Biotecnologia. “Gosto muito da área de pesquisa”.

INOVAÇÃO NA UEL

Cesar Tischer afirma que é grande a aplicabilidade dos estudos de nanopartículas (bacteriana e celulose) e cita Sabrina de Oliveira, mestre em Biotecnologia pela UEL. Sabrina teve projeto selecionado pelo Programa Sinapse da Inovação Paraná, executado pelo Governo do Estado, por meio da Celepar e Fundação Araucária. Ela está entre os 100 projetos aprovados na terceira e última etapa do programa. A seleção está em fase de recursos e o resultado final será divulgado em 15 de outubro.

Sabrina de Oliveira apresentou como problema as queimaduras provocadas pela radioterapia, as chamadas radiodermatites. A proposta de solução, descrita na página do Programa Sinapse da Inovação, é fabricar um produto à base de celulose bacteriana úmida para proteção e regeneração de pele, que agrega a tecnologia de rede nanoestruturada de celulose.

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Entre as 40 melhores universidades do país, UEL completa 48 anos

Presente no ranking das 400 melhores universidades da América Latina, a UEL (Universidade Estadual de Londrina) completa 48 anos nesta segunda-feira (7).

De acordo com a World University Rankings 2020, da revista britânica THE (Times Higher Education), a UEL é a 37ª melhor universidade do Brasil. Já no cenário continental, a universidade fica na 76ª colocação.

Recortando o ranking entre as instituições do Paraná, a UEL só fica atrás da UFPR (Universidade Federal do Paraná), 27ª colocada na lista nacional, e da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), que aparece na 33ª posição entre as universidades brasileiras. Ou seja, entre as universidades estaduais do Paraná, a de Londrina é a melhor.

O reitor da universidade, Sérgio Carvalho, comemora a marca e ressalta a importância da instituição para o futuro. Nesse ano, por exemplo, a universidade teve um aumento de 14% no volume de inscritos no vestibular e duas novas ofertas de cursos: Nutrição e Biotecnologia.

“Embora a UEL seja muito respeitada, configurando-se como a quarta melhor estadual do Brasil, reconhecida na América Latina e até mundialmente, temos um desafio importante que é projetar a instituição para o futuro”, avaliou o reitor.

“Em uma sociedade moderna, onde o conhecimento é a principal moeda, estamos cumprindo esta tarefa. Focamos em todo tipo de pesquisa, mas importante frisar que algumas podem se tornar um produto. A sociedade necessita de novos medicamentos, procedimentos e processos. Cabe à Universidade ter um trabalho voltado para isso”, completou.

NÚMEROS

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(Divulgação/UEL)

A UEL foi criada em 1971, junto com a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) e a UEM (Universidade Estadual de Maringá), por um decreto do então governador Paulo Pimentel.

Desde então, são 79.175 profissionais graduados em Londrina. Além disso, a instituição ainda conta com uma comunidade formada por cerca de 24 mil pessoas. São 4.154 servidores, entre professores e funcionários, além de 13.339 alunos de graduação e 6.020 de pós-graduação.

Atualmente, são 53 cursos ofertados na graduação, com mais 66 residências da área da saúde. Por fim, ainda são 66 especializações presenciais na pós, sete EADs (ensino à distância), 47 mestrados e 30 doutorados.

Treze cursos, de 5 universidades estaduais do Paraná, obtiveram nota 5 no Exame Nacional do Desempenho de Estudantes, o Enade, realizado em 2018. A nota é a máxima possível neste processo.

Cursos de cinco universidades estaduais do PR obtêm nota máxima no Enade

Treze cursos, de 5 universidades estaduais do Paraná, obtiveram nota 5 no Exame Nacional do Desempenho de Estudantes, o Enade, realizado em 2018. A nota é a máxima possível neste processo.

Os cursos de Direito, Psicologia, Secretariado Executivo, Ciências Contábeis, Jornalismo, Serviço Social e de Publicidade e Propaganda foram os mais bem avaliados nas instituições de ensino superior.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) tiveram quatro cursos com nota 5; a Universidade Estadual de Londrina (UEL), três; a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), um.

Outros trinta cursos alcançaram o conceito 4 no exame, que avalia o conhecimento dos estudantes no último ano da graduação sobre o conteúdo programático e suas habilidades e competências.

 

Universidades paranaenses estão entre as melhores do mundo

As universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão classificadas entre as melhores do mundo segundo o World University Rankings 2020 da revista britânica Times Higher Education (THE). O ranking avaliou quase 1,4 mil universidades em 92 países.

Conforme a avaliação, as notas são baseadas em 13 indicadores que medem o desempenho das instituições em ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

A UEL ficou classificada entre as 70 melhores universidades da América Latina e entre as 37 melhores do Brasil. A instituição cresceu no quesito ensino, alcançando a 22ª posição no país. A Unioeste também ficou entre as melhores universidades em ensino aparecendo na 28ª posição. O indicador é composto pela proporção de funcionários, alunos e professores doutores.

Na UEM o destaque ficou na relação com a indústria, que mede a capacidade da universidade criar inovações e invenções para o setor produtivo. A categoria indica o grau de intenção das empresas em pagar por pesquisas e a capacidade de uma universidade atrair financiamentos. A UEM ficou classificada na 36ª posição nacionalmente e na América Latina alcançou a 90ª colocação.

A disseminação de conhecimento por meio de pesquisas científicas fez com que a UEPG esteja entre as 12 melhores universidades em citações do país.

A avaliação também mede a influência das pesquisas pelo número médio de vezes que o trabalho é citado por estudiosos em todo o mundo. A instituição também ficou em 91ª na América Latina. Os dados incluem mais de 23 mil periódicos acadêmicos indexados pelo banco de dados Scopus da Elsevier e todas as publicações indexadas entre 2014 e 2018.

*Com informações da AEN*

UEL abre inscrições para o vestibular na segunda-feira

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) abre as inscrições para o vestibular 2020 na próxima segunda-feira (5). Para se inscrever, os estudantes precisam estar com documentos em dia.

As inscrições seguem até 6 de setembro, com as provas agendadas para 20 de outubro (1ª fase) e 1, 2 e 3 de dezembro (2ª fase).  O valor da taxa é de R$ 153.

A inscrição deve ser feita no site da Coordenadoria de Processos Seletivos (OPS), responsável pela elaboração e aplicação das provas.

Neste ano, as provas das 1ª e 2ª fases serão realizadas também em Curitiba e Cascavel, além de Londrina.

Candidatos destas cidades precisam ficar atentos a alguns casos específicos. A prova de habilidades do curso de Música, por exemplo, será realizada no dia 29 de setembro apenas em Londrina. Nas demais fases, os aprovados poderão indicar a cidade que desejam prestar os testes.

Já os vestibulandos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design Gráfico, Design de Moda e Artes Visuais terão obrigatoriamente que realizar a 2ª fase em Londrina, porque a Prova Específica será no dia 3 de dezembro, último dia do concurso. A 1ª Fase poderá ser realizada nas três cidades.

Outra novidade no concurso de 2020 é a inclusão dos novos cursos de Nutrição e Biotecnologia. A graduação em Biotecnologia terá duração de quatro anos, período integral e carga horária total de 3.750 horas, oferecendo 20 vagas inicialmente. Na 2ª fase do Vestibular as matérias específicas serão Biologia, Química e Matemática.

Já o curso de Nutrição terá carga horária de 3.495 horas, período integral e duração de quatro anos. O curso será ligado academicamente ao Centro de Ciências da Saúde (CCS). As matérias específicas da 2ª fase serão Biologia, Química e Língua Portuguesa.

A COPS já disponibilizou o Manual do Candidato que contém informações como número de vagas em cada um dos 53 cursos de graduação, etapas do processo de seleção e demais detalhes do concurso.

Confira o Manual do Candidato.

Universidades estaduais do PR pagam R$ 20 mi em horas extras e afirmam que falta pessoal

Em meio a debates sobre a implantação de metas nas universidades estaduais do Paraná, cinco delas foram chamadas pelo governo do estado a explicar o pagamento de R$ 20 milhões em horas extras no primeiro semestre deste ano. Segundo o governo, os pagamentos foram feitos sem amparo legal, com gratificações irregulares para servidores temporários, adicionais pagos sem autorização e salários que ficaram acima do teto constitucional, de até R$ 40 mil. As universidades afirmam que estão sobrecarregadas e que falta pessoal, e também questionam a cobrança do governo.

A maior parte dos valores, destacam, foi gasta nos hospitais universitários: foram R$ 12 milhões em serviços extraordinários. Esses hospitais são responsáveis pelo atendimento de milhares de pessoas gratuitamente, pelo SUS. O reitor da UEL (Universidade Estadual de Londrina), Sérgio Carvalho, diz ter sido surpreendido pela cobrança das horas extras.

“Se eu não autorizar a execução de horas extras no HU, o atendimento à população será prejudicado. Horas extras técnicas não estão associadas as horas docentes em sala de aula. Não tem como colocarmos essa dicotomia: ou atende a população ou atende os estudantes. Isso foi colocado na ata da CPS que está extrapolando a razoabilidade”, explica o reitor.

Segundo Carvalho, no mesmo comunicado feito à universidade, o governo também não autorizou o pagamento de horas extras para professores temporários no segundo semestre. Para ele, isso pode inviabilizar parte das aulas a partir de agosto. A UEL tem hoje um déficit de 250 professores no quadro docente, de acordo com o reitor, que ela repõe com a contratação de servidores temporários. Se essas horas extras não forem autorizadas, 366 professores podem ser demitidos.

“Nós estamos apelando ao bom senso das pessoas que representam o Estado para que a gente possa executar as atividades da universidade de maneira que possa cumprir nossa missão e tarefa institucional. No dia 31 de julho, se não tivermos respostas, eu serei obrigado a exonerar 366 temporários ou mantê-los sem uma base de sustentação legal”, comenta.

A UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), que também foi acionada pelo governo, argumenta que vem perdendo cerca de 50 servidores por ano, e que eles não estão sendo repostos. Cinco anos atrás, a universidade tinha 900 funcionários.

Hoje, tem cerca de 720. A UEPG diz que não há salários acima do teto na universidade, e irá contestar administrativamente a decisão do governo. No total, cinco universidades foram questionadas pelo estado: Unespar, UEM, Unioeste, UEPG e UEL. O ofício foi enviado pela Comissão de Política Salarial do estado. O governo diz que quer aumentar a transparência e melhorar a gestão das instituições.

Em meio ao debate, os docentes das sete universidades estaduais ainda deram continuidade à greve nesta semana, o que deve afetar o calendário escolar.

O professor Marcelo Ferracioli, presidente do SindUEPG (Sindicato dos Docentes da UEPG), diz que os professores estão sobrecarregados.

“Se os profissionais da universidade estão fazendo muitas horas extras é porque o contingente que temos hoje é insuficiente para realização das atividades dentro do expediente normal, o que obriga esses profissionais a fazerem horas extras. Nós temos ausência de professores, não temos professores para cobrir determinadas disciplinas, o governo é moroso para contratar professores temporários para cobrir essas vagas e as aulas se acumulam”, diz Ferracioli

Os sindicatos e parte da comunidade acadêmica também se opõem à Lei Geral das Universidades, que quer estabelecer metas e parâmetros para a distribuição das verbas às instituições.

Para Ferracioli, a proposta, que está em discussão desde o mês passado, fere a autonomia e vai precarizar as condições de ensino, diminuindo os repasses. “Os cálculos que nós já realizamos demonstram que praticamente todas as universidades perdem professores com essas proporções. Estabeleceram parâmetros que são bastante abstratos em relação a realidade das universidades e provocará redução de quadros, perda de recursos e de vagas, entre outras coisas”, explica.

O governo destaca que a lei está em um amplo processo de debate com as universidades, e que nenhum parâmetro foi fechado ainda. A superintendência de Ensino Superior do Paraná sustenta que o objetivo é dar mais transparência e melhorar a gestão das instituições, e que, ao longo do tempo, vai aumentar a proporção de professores dedicados à pesquisa e pós-graduação.