Universidades paranaenses estão entre as melhores do mundo

As universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão classificadas entre as melhores do mundo segundo o World University Rankings 2020 da revista britânica Times Higher Education (THE). O ranking avaliou quase 1,4 mil universidades em 92 países.

Conforme a avaliação, as notas são baseadas em 13 indicadores que medem o desempenho das instituições em ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

A UEL ficou classificada entre as 70 melhores universidades da América Latina e entre as 37 melhores do Brasil. A instituição cresceu no quesito ensino, alcançando a 22ª posição no país. A Unioeste também ficou entre as melhores universidades em ensino aparecendo na 28ª posição. O indicador é composto pela proporção de funcionários, alunos e professores doutores.

Na UEM o destaque ficou na relação com a indústria, que mede a capacidade da universidade criar inovações e invenções para o setor produtivo. A categoria indica o grau de intenção das empresas em pagar por pesquisas e a capacidade de uma universidade atrair financiamentos. A UEM ficou classificada na 36ª posição nacionalmente e na América Latina alcançou a 90ª colocação.

A disseminação de conhecimento por meio de pesquisas científicas fez com que a UEPG esteja entre as 12 melhores universidades em citações do país.

A avaliação também mede a influência das pesquisas pelo número médio de vezes que o trabalho é citado por estudiosos em todo o mundo. A instituição também ficou em 91ª na América Latina. Os dados incluem mais de 23 mil periódicos acadêmicos indexados pelo banco de dados Scopus da Elsevier e todas as publicações indexadas entre 2014 e 2018.

*Com informações da AEN*

Universidades estaduais do PR pagam R$ 20 mi em horas extras e afirmam que falta pessoal

Em meio a debates sobre a implantação de metas nas universidades estaduais do Paraná, cinco delas foram chamadas pelo governo do estado a explicar o pagamento de R$ 20 milhões em horas extras no primeiro semestre deste ano. Segundo o governo, os pagamentos foram feitos sem amparo legal, com gratificações irregulares para servidores temporários, adicionais pagos sem autorização e salários que ficaram acima do teto constitucional, de até R$ 40 mil. As universidades afirmam que estão sobrecarregadas e que falta pessoal, e também questionam a cobrança do governo.

A maior parte dos valores, destacam, foi gasta nos hospitais universitários: foram R$ 12 milhões em serviços extraordinários. Esses hospitais são responsáveis pelo atendimento de milhares de pessoas gratuitamente, pelo SUS. O reitor da UEL (Universidade Estadual de Londrina), Sérgio Carvalho, diz ter sido surpreendido pela cobrança das horas extras.

“Se eu não autorizar a execução de horas extras no HU, o atendimento à população será prejudicado. Horas extras técnicas não estão associadas as horas docentes em sala de aula. Não tem como colocarmos essa dicotomia: ou atende a população ou atende os estudantes. Isso foi colocado na ata da CPS que está extrapolando a razoabilidade”, explica o reitor.

Segundo Carvalho, no mesmo comunicado feito à universidade, o governo também não autorizou o pagamento de horas extras para professores temporários no segundo semestre. Para ele, isso pode inviabilizar parte das aulas a partir de agosto. A UEL tem hoje um déficit de 250 professores no quadro docente, de acordo com o reitor, que ela repõe com a contratação de servidores temporários. Se essas horas extras não forem autorizadas, 366 professores podem ser demitidos.

“Nós estamos apelando ao bom senso das pessoas que representam o Estado para que a gente possa executar as atividades da universidade de maneira que possa cumprir nossa missão e tarefa institucional. No dia 31 de julho, se não tivermos respostas, eu serei obrigado a exonerar 366 temporários ou mantê-los sem uma base de sustentação legal”, comenta.

A UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), que também foi acionada pelo governo, argumenta que vem perdendo cerca de 50 servidores por ano, e que eles não estão sendo repostos. Cinco anos atrás, a universidade tinha 900 funcionários.

Hoje, tem cerca de 720. A UEPG diz que não há salários acima do teto na universidade, e irá contestar administrativamente a decisão do governo. No total, cinco universidades foram questionadas pelo estado: Unespar, UEM, Unioeste, UEPG e UEL. O ofício foi enviado pela Comissão de Política Salarial do estado. O governo diz que quer aumentar a transparência e melhorar a gestão das instituições.

Em meio ao debate, os docentes das sete universidades estaduais ainda deram continuidade à greve nesta semana, o que deve afetar o calendário escolar.

O professor Marcelo Ferracioli, presidente do SindUEPG (Sindicato dos Docentes da UEPG), diz que os professores estão sobrecarregados.

“Se os profissionais da universidade estão fazendo muitas horas extras é porque o contingente que temos hoje é insuficiente para realização das atividades dentro do expediente normal, o que obriga esses profissionais a fazerem horas extras. Nós temos ausência de professores, não temos professores para cobrir determinadas disciplinas, o governo é moroso para contratar professores temporários para cobrir essas vagas e as aulas se acumulam”, diz Ferracioli

Os sindicatos e parte da comunidade acadêmica também se opõem à Lei Geral das Universidades, que quer estabelecer metas e parâmetros para a distribuição das verbas às instituições.

Para Ferracioli, a proposta, que está em discussão desde o mês passado, fere a autonomia e vai precarizar as condições de ensino, diminuindo os repasses. “Os cálculos que nós já realizamos demonstram que praticamente todas as universidades perdem professores com essas proporções. Estabeleceram parâmetros que são bastante abstratos em relação a realidade das universidades e provocará redução de quadros, perda de recursos e de vagas, entre outras coisas”, explica.

O governo destaca que a lei está em um amplo processo de debate com as universidades, e que nenhum parâmetro foi fechado ainda. A superintendência de Ensino Superior do Paraná sustenta que o objetivo é dar mais transparência e melhorar a gestão das instituições, e que, ao longo do tempo, vai aumentar a proporção de professores dedicados à pesquisa e pós-graduação.

Provas do Vestibular de Inverno da UEPG serão neste domingo e segunda

Neste domingo e nesta segunda-feira, será realizado o Vestibular de Inverno da Universidade Estadual de Ponta Grossa. São 744 vagas, disputadas por 10.880 inscritos, para 37 cursos de graduação, segundo a instituição.

As provas serão aplicadas em 13 cidades do Paraná:  Ponta Grossa, Apucarana, Cascavel, Castro, Curitiba, Francisco Beltrão, Guarapuava, Irati, Jacarezinho, Maringá, Palmeira, Telêmaco Borba e Umuarama. Para a realização delas, os candidatos podem usar apenas caneta preta ou azul, de material transparente.

Nos locais de provas, os portões ficam abertos entre 13h e 13h30. A recomendação da universidade aos vestibulandos é que cheguem com antecedência e que tenham em mãos um documento de identificação original, com foto. Não será aceita fotocópia, de acordo com a organização.

Inscrições para o Vestibular de Inverno da UEPG vão até quarta-feira (15)

As inscrições para o Vestibular de Inverno da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)  acabam nesta quarta-feira (15). Em 2019, o processo seletivo oferece, na edição de Inverno, 744 vagas em 37 diferentes cursos de graduação.

Os(as) vestibulandos(as) podem realizar o pagamento da inscrição até a próxima quinta-feira (16) e garantir a participação no Vestibular.

A inscrição é feita apenas pela internet, no endereço cps.uepg.br/vestibular – a taxa de inscrição no Vestibular é de R$ 151.

As provas acontecerão nos dias 07 e 08 de julho, em 13 cidades do Paraná. Além de Ponta Grossa, os candidatos podem optar por realizar as avaliações do vestibular em Apucarana, Cascavel, Castro, Curitiba, Francisco Beltrão, Guarapuava, Irati, Jacarezinho, Maringá, Palmeira, Telêmaco Borba e Umuarama.

Após carta com ameaças a alunos, UEPG toma medidas de segurança

Uma carta encontrada em um banheiro da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) fez com que a instituição tomasse medidas de segurança nesta quinta-feira (21). O texto, que também foi compartilhado nas redes sociais, ameaça alunos, dizendo que “em dois anos e meio esta cidade conhecerá a maior execução de alunos já vista em todo o mundo”.

A carta cita dois atentados recentes, na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, onde oito pessoas morreram, além dos dois atiradores, e em Christchurch, Nova Zelândia, onde um atirador, que foi preso, deixou cerca de 50 mortos em uma mesquita.

Em nota, a universidade afirmou que solicitou o reforço da vigilância interna e acionou os órgãos de segurança externos. Segundo a instituição, dois investigadores da Polícia Civil atuam no caso e imagens das câmeras de segurança devem ser usadas para esclarecer a autoria do texto.

“Reitera-se que ameaças semelhantes já foram registradas em outras universidades brasileiras e estão sob investigação dos órgãos competentes. O reitor, professor Miguel Sanches Neto, pede calma à comunidade acadêmica e agradece o pronto atendimento dos agentes universitários, Polícia Civil e Militar”, diz a nota.

Em entrevista coletiva nesta tarde, o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, garantiu que todas as medidas necessárias foram tomadas. “Esse episódio foi muito amplificado por conta do contexto nacional que estamos vivendo hoje pela tragédia em Suzano. Isso fez com que todo Paraná se voltasse para esse episódio”, disse. Ele garantiu a segurança no campus Uvaranas, onde a carta foi encontrada, e ressaltou a eficiência da polícia e da segurança da universidade.

Ele também afirmou que já existe uma linha de investigação “bastante coerente”, e que já há suspeitas sobre a autoria do texto. Segundo a direção da UEPG, as atividades não devem ser suspensas. O vice-reitor, professor Everson Krum, pediu calma aos pais e alunos.

Leia na íntegra:

Nota Oficial da UEPG

Sobre a mensagem que está circulando nas redes sociais e grupos de Whatsapp, em que há ameaça à segurança dos alunos e professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), a instituição esclarece:

O bilhete foi encontrado em um dos banheiros do campus Uvaranas. Para investigar o caso, a UEPG solicitou o reforço da vigilância interna e acionou os órgãos de segurança externos. A Polícia Civil enviou dois investigadores que estão trabalhando no caso. As câmeras de segurança estão sendo analisadas para confirmar o fato e identificar a autoria. Há carros da polícia e agentes de segurança interna fazendo vistorias no Campus neste momento.

Reitera-se que ameaças semelhantes já foram registradas em outras universidades brasileiras e estão sob investigação dos órgãos competentes.

O reitor, professor Miguel Sanches Neto, pede calma à comunidade acadêmica e agradece o pronto atendimento dos agentes universitários, Polícia Civil e Militar.

UEPG divulga datas do Vestibular de Inverno

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), nos Campos Gerais, divulgou a data para o Vestibular de Inverno 2019. As provas serão realizadas nos dias 7 e 8 de julho.

A instituição também definiu as datas para o Processo Seletivo Seriado (PSS), que está agendado para 17 de novembro, e para o Vestibular de Verão, que será nos dias 8 e 9 de dezembro.

Além disso, a UEPG também tornou públicos os conteúdos programáticos de cada uma das provas, os gêneros de redação e ainda as obras literárias que serão cobradas nas provas.

Outro documento importante já disponibilizado pela Coordenadoria de Processos de Seleção (CPS) da UEPG é o conteúdo programático dos Vestibulares de Inverno e Verão de 2019 – o documento pode ser acessado neste link.

UEPG expulsa aluno acusado de matar ex-namorada a facadas

Um aluno acusado de matar a ex-namorada foi expulso da Universidade Estadual de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Mateus Gonçalves, de 22 anos, está preso desde o dia 06 de abril, data da morte da ex Nathalia Deen. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Paraná.

O jovem, que cursava o terceiro ano de Agronomia, tinha até semana passada para recorrer da expulsão, o que não ocorreu.

De acordo com a polícia, após o crime, ele teria tentado se matar dentro da própria universidade. Nathalia também estudava na mesma instituição e foi morta em casa. O irmão dela, que também estava no local no momento do crime, teve vários ferimentos pelo corpo. O acusado foi preso momentos depois.

O Ministério Público do Paraná denunciou Mateus por feminicídio, uso de meio cruel, motivo torpe e impossibilitar a defesa da vítima.

O processo corre em segredo de justiça.

Justiça determina que universidades estaduais informem gastos com funcionários

O Governo do Paraná obteve uma liminar na Justiça para obrigar que as cinco universidades estaduais informem sobre as despesas com folhas de pagamento de professores e funcionários.  A medida afeta as universidades de Maringá (UEM), Londrina (UEL), do Oeste do Paraná (Unioeste), Ponta Grossa (UEPG) e do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro). O prazo para que as instituições de ensino se adequem ao sistema é de 15 dias.

Três universidades do Paraná estão entre as 50 melhores da América Latina

O assunto é motivo de debate entre as instituições e o Executivo desde o fim do último semestre. Na época, a Secretaria de Fazenda bloqueou mais de R$ 6,2 milhões das contas das universidades pelo não cumprimento da decisão do Tribunal de Contas que havia determinado que as instituição aderissem ao sistema de sistema informatizado de gestão de pessoal, o chamado RH Paraná – Meta 4.

Alunos, funcionários e professores protestam contra o bloqueio de recursos da UEL
Servidores e alunos de universidades estaduais fazem paralisação contra o Meta4

De acordo com a direção das universidades, o Meta4 poderia interferir na autonomia da gestão dos recursos. O juiz Jailton Juan Carlos Tontini reconheceu a autonomia universitária, mas aponta que isso não significa independência. “Embora possuam autonomia suficiente para gerir seus recursos humanos e seus pagamentos, as universidades compõem a administração indireta estadual e estão vinculadas à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – SETI”, declarou no despacho.

Atualmente, o sistema é utilizado pela Secretaria de Administração para analisar os salários de 168 mil servidores e avaliar os gastos com horas-extras, promoções, benefícios e descontos nas folhas de pagamentos. Apenas os funcionários públicos ligados às instituições de ensino estão fora do sistema.

“Por que vamos entregar nossa folha de pagamento a uma empresa estrangeira contratada pelo governo do Estado, com um sistema que é uma caixa-preta?”, questionou o reitor da UEM, Mauro Baesso, após os bloqueios de recursos. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores de Universidades do Oeste do Paraná (Sinteoeste), o governo deseja controlar desde os concursos, vagas de técnicos e docentes até o avanço de carreiras e por trás da justificativa de maior transparência existe o desejo de “sucateamento do ensino público e ataque a autonomia universitária garantida pela Constituição de 88 e pela Constituição Estadual”.

Para o magistrado que concedeu a liminar em favor do Governo do Paraná, a autonomia universitária, longe de ser ilimitada, termina em outras leis e, por tanto, também deve responder aos mesmos princípios da legalidade e de publicidade com relação as normas orçamentárias, de pessoal e formas de controle e fiscalização.”Isto, além de permitir o controle de legalidade mais efetivo, empresta absoluta transparência aos gastos públicos, transparência que, sem dúvida, também é perseguida pelas universidades”, despachou o magistrado.

UEPG divulga aprovados no Vestibular de Inverno 2017

Da AEN

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) divulgou nesta segunda-feira (7) a relação dos aprovados em primeira chamada e a lista de espera do Vestibular de Inverno 2017. A relação com os 707 aprovados em primeira chamada já está disponível.
Dos 13.689 inscritos no Vestibular de Inverno, 12.465 compareceram às provas – índice de ausência ficou em 8,94%. A divulgação dos aprovados, prevista para 1º de setembro, acontece com 24 dias de antecedência.

Os aprovados em primeira chamada deverão fazer matrícula e registro acadêmico em 25 e 26 de janeiro de 2018, em local e horários informados no Manual do Candidato. Para os optantes pelas cotas para negros e estudantes da rede pública de ensino será necessário a apresentação de históricos escolares originais, comprovando o estudo na rede púbica de ensino em todas as séries dos ensinos fundamental e médio.

Para a lista de espera a matrícula ocorre em 1º e 2 de fevereiro de 2018. A segunda chamada será divulgada em 14 de fevereiro.

Candidatos da cota universal deverão apresentar histórico escolar original; ou declaração de conclusão do ensino médio; ou ainda diploma original, histórico escolar ou diploma original do ensino superior, com data de colação de grau (acrescido de duas cópias).
Todos os candidatos deverão ainda apresentar duas cópias do RG, CPF, Certidão de Nascimento e do termo de declaração e ciência / autodeclaração de cotista.

O requerimento de matrícula e a ficha de autodeclaração estarão disponíveis aos candidatos no portal de UEPG, menu ‘matrículas calouros 2018’.

Para saber mais sobre os concursos vestibulares da UEPG, os interessados devem acessar o endereço.