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Universidades paranaenses estão entre as melhores da América Latina

As Universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão entre as melhores da América Latina e do Brasil, segundo ranking da consultoria britânica QS World Universitty Rankings.

O Regional Rankings Latin America 2020 considerou oito critérios de avaliação: reputação acadêmica, empregabilidade, proporção professor/estudante, qualificação docente, citações por artigo, artigos por instituição, internacionalização e impacto na web.

O ranking avalia apenas instituições que publicaram, no mínimo, 150 artigos na plataforma Scopus, a maior base de dados de resumos e citações – contém mais de 22 mil títulos de 5 mil editores em todo o mundo.

Os rankings da consultoria Quacquarelli Symonds (QS) estão entre as três principais classificações internacionais de universidades mais influentes, juntamente com o Times Higher Education World University Rankings e a Classificação Acadêmica das Universidades Mundiais.

CLASSIFICAÇÃO 

A UEL, UEM e UEPG melhoraram sua classificação em comparação ao ano de 2019. A UEL subiu 16 posições e ocupa a 86ª colocação. Em seguida aparece a UEM que conquistou sete posições e agora está entre as 92 melhores da América Latina. A UEPG, que antes estava em 133ª colocação, está entre as 132 melhores. A Unioeste ficou na 161ª colocação e a Unicentro se manteve entre as 200 melhores.

MELHORES DO BRASIL

As universidades estaduais do Paraná também estão entre as melhores do Brasil. A UEL ficou na 23ª posição, acompanhada da UEM em 25ª, UEPG em 41ª, Unioeste em 52ª e Unicentro em 59ª.

ESTADUAIS

No comparativo com as universidades estaduais brasileiras a UEL, UEM e UEPG aparecem em 5ª, 6ª e 7ª, respectivamente. A Unioeste é a 9ª melhor universidade estadual do Brasil e a Unicentro é a 14ª.

*Com informações da AEN*

Treze cursos, de 5 universidades estaduais do Paraná, obtiveram nota 5 no Exame Nacional do Desempenho de Estudantes, o Enade, realizado em 2018. A nota é a máxima possível neste processo.

Cursos de cinco universidades estaduais do PR obtêm nota máxima no Enade

Treze cursos, de 5 universidades estaduais do Paraná, obtiveram nota 5 no Exame Nacional do Desempenho de Estudantes, o Enade, realizado em 2018. A nota é a máxima possível neste processo.

Os cursos de Direito, Psicologia, Secretariado Executivo, Ciências Contábeis, Jornalismo, Serviço Social e de Publicidade e Propaganda foram os mais bem avaliados nas instituições de ensino superior.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) tiveram quatro cursos com nota 5; a Universidade Estadual de Londrina (UEL), três; a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), um.

Outros trinta cursos alcançaram o conceito 4 no exame, que avalia o conhecimento dos estudantes no último ano da graduação sobre o conteúdo programático e suas habilidades e competências.

 

Inscrições para Vestibular dos Povos Indígenas do Paraná estão abertas

O Vestibular dos Povos Indígenas do Paraná está com inscrições abertas até o dia 30 de agosto. Realizado desde 2001, a cada ano a organização fica a cargo de uma das universidades públicas do estado. Nesse ano, porém, as provas não ocorrerão mais em apenas um local, elas serão descentralizadas.

“O Vestibular, até ano passado, era aplicado em um único local. Ou seja, nós reuníamos todos os interessados do estado do Paraná, os deslocávamos para Faxinal do Céu e essas provas eram realizadas lá, com uma aglomeração, no ano passado, de 859 candidatos. Este ano, nós vamos fazer a aplicação das provas descentralizadas. Ou seja, nós escolhemos aplicar em cinco polos diferenciados esse vestibular”, explica a coordenadora da Comissão Universidade para os Índios do Paraná (Cuia) e professora da Unicentro, Juliane Angnes.

Assim, este ano, as provas serão aplicadas nos municípios de Curitiba, Londrina, Mangueirinha, Manoel Ribas e Nova Laranjeiras. Todos os indígenas escritos receberão alimentação e transporte da aldeia até o local de provas, com exceção dos que forem fazer a prova em Curitiba.

O objetivo do Vestibular, segundo a professora Juliane, é oportunizar que os indígenas passem por um processo de seleção elaborado a partir de características próprias desses povos, como a oralidade.

“O Vestibular dos Povos Indígenas não funciona pelo sistema de cotas. São criadas vagas a mais nos cursos de graduação das sete universidades estaduais do Paraná mais a Federal, que é parceira no processo, só para esses estudantes. Além disso, os aprovados optam pelo curso somente depois da aprovação no vestibular”.

A Unicentro, segundo o vice-reitor da instituição, professor Victor Hugo Zanetti, participa do Vestibular dos Povos Indígenas desde sua primeira edição e foi uma das impulsionadoras do processo. Ele defende que a descentralização das provas é um facilitador a mais para o acesso dos membros das comunidades indígenas paranaenses ao ensino superior público e gratuito.

“A Unicentro está participando e se propondo a realizar essa regionalização, ou seja, um trabalho mais direcionado para os nossos alunos indígenas. Isso é de fundamental importância. Eu acho que vai ser uma experiência extremamente importante não só para a nossa Unicentro, que desenvolve esse projeto maravilhoso, mas também para todas as comunidades indígenas aqui da nossa região”.

Para fazer a inscrição, o estudante indígena deve ter concluído o ensino médio; não possuir curso superior; preencher a autodeclaração em que se reconhece como indígena; e apresentar documentação que demonstre seu pertencimento a uma terra indígena paranaense para concorrer pelas universidades estaduais.

Justiça determina que universidades estaduais informem gastos com funcionários

O Governo do Paraná obteve uma liminar na Justiça para obrigar que as cinco universidades estaduais informem sobre as despesas com folhas de pagamento de professores e funcionários.  A medida afeta as universidades de Maringá (UEM), Londrina (UEL), do Oeste do Paraná (Unioeste), Ponta Grossa (UEPG) e do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro). O prazo para que as instituições de ensino se adequem ao sistema é de 15 dias.

Três universidades do Paraná estão entre as 50 melhores da América Latina

O assunto é motivo de debate entre as instituições e o Executivo desde o fim do último semestre. Na época, a Secretaria de Fazenda bloqueou mais de R$ 6,2 milhões das contas das universidades pelo não cumprimento da decisão do Tribunal de Contas que havia determinado que as instituição aderissem ao sistema de sistema informatizado de gestão de pessoal, o chamado RH Paraná – Meta 4.

Alunos, funcionários e professores protestam contra o bloqueio de recursos da UEL
Servidores e alunos de universidades estaduais fazem paralisação contra o Meta4

De acordo com a direção das universidades, o Meta4 poderia interferir na autonomia da gestão dos recursos. O juiz Jailton Juan Carlos Tontini reconheceu a autonomia universitária, mas aponta que isso não significa independência. “Embora possuam autonomia suficiente para gerir seus recursos humanos e seus pagamentos, as universidades compõem a administração indireta estadual e estão vinculadas à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – SETI”, declarou no despacho.

Atualmente, o sistema é utilizado pela Secretaria de Administração para analisar os salários de 168 mil servidores e avaliar os gastos com horas-extras, promoções, benefícios e descontos nas folhas de pagamentos. Apenas os funcionários públicos ligados às instituições de ensino estão fora do sistema.

“Por que vamos entregar nossa folha de pagamento a uma empresa estrangeira contratada pelo governo do Estado, com um sistema que é uma caixa-preta?”, questionou o reitor da UEM, Mauro Baesso, após os bloqueios de recursos. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores de Universidades do Oeste do Paraná (Sinteoeste), o governo deseja controlar desde os concursos, vagas de técnicos e docentes até o avanço de carreiras e por trás da justificativa de maior transparência existe o desejo de “sucateamento do ensino público e ataque a autonomia universitária garantida pela Constituição de 88 e pela Constituição Estadual”.

Para o magistrado que concedeu a liminar em favor do Governo do Paraná, a autonomia universitária, longe de ser ilimitada, termina em outras leis e, por tanto, também deve responder aos mesmos princípios da legalidade e de publicidade com relação as normas orçamentárias, de pessoal e formas de controle e fiscalização.”Isto, além de permitir o controle de legalidade mais efetivo, empresta absoluta transparência aos gastos públicos, transparência que, sem dúvida, também é perseguida pelas universidades”, despachou o magistrado.

Unicentro prorroga até domingo inscrições para Vestibular 2018

Da AEN

A Universidade Estadual do Centro-Oeste está dando mais uma chance para os estudantes e prorrogou o período de inscrições para o Vestibular 2018. Até domingo (20) os candidatos poderão se inscrever pelo site. No entanto, para que a inscrição seja válida, a taxa – no valor de R$ 150 – deve ser paga até segunda-feira (21). Além disso, é preciso que definir uma opção de língua estrangeira moderna (inglês ou espanhol).

As provas estão marcadas para os dias 17 e 18 de setembro e, seguindo o modelo já tradicional, serão vocacionadas. “No primeiro dia, no domingo, as provas são iguais para todos os cursos. Temos a prova de Redação, Língua Portuguesa, Literatura e Língua Estrangeira. No segundo dia, como temos o vestibular vocacionado, as disciplinas dependem de acordo com o grupo de curso. São três disciplinas que cada candidato vai realizar”, explicou Maria Aparecida Mores Pinto, diretora da Coordenadoria de Processos Seletivos.

Para o Vestibular 2018, a Unicentro oferta 862 vagas, distribuídas em 41 opções diferentes de cursos ofertados nos campi universitários de Guarapuava – o Santa Cruz e o Cedeteg – e de Irati, e também os campi avançados de Chopinzinho, Coronel Vivida, Pitanga e Prudentópolis.

Todas as informações sobre o Vestibular estão disponíveis no site da Unicentro.

Unicentro oferta capacitação para ex-presos

Com AEN

Os ex-detentos do sistema penitenciário do Paraná têm a possibilidade de conseguir um recomeço na carreira profissional. A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), em Guarapuava, criou o projeto “Patronato”, que auxilia e mostra novas possibilidades com cursos de capacitação e o retorno destas pessoas ao mercado de trabalho.

Entre os cursos, o de panificação é ofertado em parceria com o Departamento de Engenharia de Alimentos da Unicentro. “Nós estamos oferecendo a formação para 30 mulheres que cumprem pena no regime aberto. Elas geralmente têm dificuldades de voltar ao mercado de trabalho, principalmente por conta da falta de habilitação. A ideia do projeto é proporcionar essa capacitação”, explicou a coordenadora do Patronato, professora Stella Maris Nerone.

O treinamento é desenvolvido desde o início do ano e deve continuar até ao final do segundo semestre. Nas aulas semanais as participantes são orientadas por quatro professores e têm a oportunidade de conhecer e testar novas receitas. “Selecionamos receitas de áreas distintas da grande área de panificação. Vamos trabalhar com massas, folhados, salgados, biscoitos. São 12 receitas que nós podemos fazer”, disse o professor Maurício Rigo, do Departamento de Engenharia de Alimentos.

De acordo com o professor José Ranieri, que também orienta as atividades, outros aspectos importantes na cozinha também são abordados. “Vamos trabalhar, principalmente, o chamado controle de qualidade, higiene pessoal. Não é possível elaborar o produto se não tiver esses parâmetros básicos de uma indústria de alimentos”.

Oportunidade

Uma das participantes do curso é a Solange. Toda sexta-feira ela chega animada para colocar a mão na massa. Ela tem a expectativa de se capacitar profissionalmente e poder seguir adiante. “Eu acho que eu estou aprendendo bastante e vai dar para eu sair daqui com o certificado e mudar de vida”, disse.

Esse é o mesmo sentimento da Jucilene – sair do curso preparada para retornar ao mercado de trabalho. Para ela, além da profissionalização, o curso também é um grande incentivador para a mudança de vida. “Para mim está sendo ótimo porque aqui é um passo para a nossa mudança de vida. Eu acho que nós vamos ter muita oportunidade de emprego, que é tudo o que nós merecemos e precisamos no momento. E também de mostrar para todo mundo que nós podemos mudar”, destacou.

De acordo com Stella Maris, quando a Universidade abre as portas para a comunidade todo mundo sai ganhando. Neste caso, foi possível adquirir equipamentos e utensílios de cozinha que foram alocados no Departamento de Engenharia de Alimentos e que são usados no curso de panificação. Os recursos para a compra desses equipamentos vieram por meio de um edital federal. “Todas as semanas são comprados os ingredientes para as aulas e também foram adquiridos um grande forno, batedeiras industriais, vários equipamentos. É um ganho, de fato, para a Universidade”, ressaltou a professora.

Unicentro abre inscrições para Vestibular 2017

A Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro) abriu, nesta segunda-feira (11), as inscrições para o Vestibular 2017. Os interessados têm até 8 de agosto para se candidatar, as provas serão realizadas em setembro.

Para fazer a inscrição é necessário preencher uma ficha online no site da instituição, imprimir um formulário e o boleto referente a taxa de inscrição, que custa R$ 121. O valor deve ser pago até o dia 10 de agosto.

As provas do Vestibular 2017 serão aplicadas nos dias 18 e 19 de setembro. O resultado deve ser divulgado no dia 4 de dezembro.

Ao todo a Unicentro disponibiliza 38 opções de cursos de graduação em sete cidades: Prudentópolis, Coronel Vivida, Laranjeiras do Sul, Pitanga, Chopinzinho, Irati e Guarapuava. Mais informações estão disponíveis no site.