casos de sarampo crescem no Paraná

Casos de sarampo no Paraná chegam a 934 confirmações desde o início do ciclo

Mesmo com o coronavírus e a dengue tendo maior atenção das autoridades de saúde do Paraná, os casos de sarampo no estado seguem a crescer. Segundo boletim epidemiológico da Sesa (Secretaria do Estado da Saúde) quatro novas ocorrências foram registradas no Paraná nesta última semana, totalizando 934 confirmações desde agosto de 2019.

A faixa de idade entre pessoas de 20 a 29 anos lidera o número de ocorrências, seguidas dos jovens entre 10 e 19 anos.

A única forma de impedir a contaminação pela doença é via vacinação. Pessoas de cinco a 59 anos devem ser imunizadas, em especial com as pessoas de 20 a 29 anos, que podem fazer um reforço da imunização.

“Nossa preocupação de hoje é o enfrentamento ao coronavírus. Mas temos outros vírus circulando e doenças em nosso Estado. Por isso, alerto que a vacina é a melhor prevenção. Mesmo neste período de isolamento e distanciamento social, busque algum local com pouca circulação e vacine-se”, ressaltou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Confira abaixo o número de casos por município do Paraná:

  • Curitiba: 552
  • Almirante Tamandaré: 28
  • Antonina: 1
  • Araucária: 13
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 7
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 30
  • Campo Magro: 11
  • Campo Mourão: 1
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 70
  • Fazenda Rio Grande: 13
  • Francisco Beltrão: 1
  • General Carneiro: 1
  • Guaratuba: 1
  • Irati: 6
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 7
  • Jandaia do Sul: 1
  • Lapa: 2
  • Londrina: 9
  • Mallet: 3
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Paranaguá: 2
  • Pinhais: 38
  • Piraquara: 26
  • Quatro Barras: 6
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 8
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • Santa Helena: 1
  • São José dos Pinhais: 32
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 4
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 18
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Três macacos morreram por febre amarela no Paraná na última semana

Mais três macacos morreram infectados com febre amarela na última semana, segundo informações da Sesa (Secretaria da Saúde do Paraná). Desde julho de 2019, 117 primatas faleceram pela doença no estado.

As novas mortes foram registradas em Piên (região Sul), Rebouças (região Centro-Sul) e Pitanga (região central).

Ao todo são 672 notificações de mortes de macaco, sendo que destas 117 foram confirmadas, 199 estão sendo investigadas, 295 aconteceram por causas indeterminadas e outras 61 foram descartadas para a doença.

O Paraná ainda não apresenta casos humanos de febre amarela neste ciclo. Até o momento são 95 notificações, sendo 82 já descartadas e 13 que seguem em investigação.

“Os casos de morte de macacos sinalizam a presença do vírus da doença na região e alertam para a necessidade de se tomar a vacina. A Secretaria da Saúde orienta a população sobre a importância de estar imunizado contra a febre amarela”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

A vacina está disponível em todas as unidades de saúde. A dose é única e a pessoa fica protegida para toda a vida. O público-alvo para vacinação da febre amarela é dos nove meses de vida até 59 anos, sendo que desde 2018, todos os municípios do Estado passaram a ser área com recomendação vacinal contra a doença.

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Febre Amarela: vírus circula em 31 cidades, aponta Sesa

Um novo boletim divulgado nesta quarta-feira (04) pela Sesa (Secretaria da Saúde do Paraná) aponta que 31 cidades têm circulação ativa do vírus da febre amarela. A identificação é feita por meio da análise das carcaças de macacos mortos. Por enquanto, não há registros da doença em humanos neste ciclo de monitoramento, que começou em julho de 2019.

Os dados divulgados nesta quarta-feira apontam para 23 novas mortes de macacos infectados com o vírus da febre amarela. Assim, o total de primatas mortos neste ciclo chega a 114.

De acordo com a Sesa, as mortes mais recentes foram registradas nas cidades de Araucária (5), São Mateus do Sul (4), Balsa Nova (3), Lapa (2), Quitandinha (2), Antonio Olinto (2), Piên (1), São José dos Pinhais (1), Rio Negro (1), Rio Azul (1) e Paulo Frontin (1).

Ainda conforme a Secretaria da Saúde do Paraná, as notificações de macacos mortos possivelmente pela febre amarela estão espalhadas por todo o estado. 20 das 22 regionais de saúde investigam casos suspeitos. Foram 610 notificações de julho de 2019, o que corresponde a 2,5 notificações por dia, em média.

“Os macacos não transmitem a doença, mas também são infectados pela picada do mosquito transmissor da febre como os humanos. No entanto, as epizootias mostram que o vírus está circulando e que é fundamental que a população esteja imunizada. A vacina contra a febre amarela está disponível em todas as unidades de saúde e é a única forma de se proteger contra a doença”, afirma o secretário da Saúde, Beto Preto.

Em relação à febre amarela em humanos, foram 93 notificações desde julho de 2019. Exames descartaram 79 casos, enquanto 14 suspeitas continuam em análise.

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Sarampo: Paraná confirma mais 25 casos em uma semana

O Paraná confirmou mais 25 casos de sarampo. A informação consta no boletim semanal divulgado hoje (20) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). Assim, o Paraná chega a 875 casos desde agosto do ano passado.

Além disso, as autoridades de saúde ainda investigam outros 1.740 casos suspeitos. Exames clínicos e laboratoriais precisam ser feitos para confirmar ou descartar as suspeitas.

Curitiba e região metropolitana concentram mais de 90% dos casos confirmados no Paraná. A faixa-etária mais atingida pelo sarampo é a de jovens com idades entre 20 e 29 anos.

Na sequência, conforme o boletim da Sesa, aparecem crianças e jovens com idades entre 10 e 19 anos. A terceira faixa-etária mais afetada pelo sarampo, conforme o boletim, é de adultos entre 30 e 39 anos.

VACINA PREVINE CONTRA O SARAMPO

A única forma de prevenir contra o sarampo é por meio da vacina. A imunização está disponível gratuitamente da rede pública de saúde.

“Estamos em plena campanha nacional de vacinação contra o sarampo. Nosso foco são os jovens, mas também estamos imunizando de forma seletiva”, explicou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

“De acordo com o histórico vacinal, todo o público de cinco até 59 anos pode garantir a vacina”, completou.

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Curitiba e região metropolitana concentram 90,17% dos casos do Paraná (Reprodução/Sesa)

DOENÇA E SINTOMAS

Conforme a Sesa, o sarampo é uma doença infecciosa, altamente contagiosa e pode ser contraída por pessoas de qualquer idade.

Transmitido por meio da fala, tosse, espirro e respiração, o sarampo pode levar a complicações como meningite e pneumonia.

De acordo com as autoridades da saúde, os sintomas mais comuns incluem febre alta e tosse. Além disso, o sarampo se manifesta por meio de coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele (que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo).

Outros sintomas possíveis são cefaleia (dor de cabeça), indisposição e diarreia também podem ocorrer.

No Paraná, atualmente, a cobertura da vacina que previne o sarampo varia entre 92,59% e 89,81%. Conforme o Ministério da Saúde, a meta é manter mais de 95% da população imunizada.

Vacinação -sarampo campanha

Sarampo: campanha de vacinação começa com mais de 1 milhão de doses

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo começa hoje (10) e vai até o dia 13 de março. No Paraná, o objetivo é interromper a circulação do vírus e garantir a distribuição de vacinas no estado. Ao todo, são mais de 1,245 milhão de doses da vacina disponíveis nas unidades estaduais de saúde neste início de campanha.

Além disso, o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, estará em Curitiba no próximo sábado (15), data definida como o Dia D de mobilização nacional. A capital paranaense foi escolhida pelo alto número registrado de casos de sarampo.

AÇÕES NO PR

O Paraná avaliou as estratégias definidas pelo Ministério de Saúde, mas adotou ações diferenciadas para conter a transmissão do vírus. Nessa primeira etapa da campanha, o público-alvo da campanha nacional é dos cinco a 19 anos. Contudo, o governo estadual optou por contemplar as pessoas de cinco a 59 anos.

“A maioria dos casos confirmados de sarampo está na faixa etária de 20 a 29 anos. Por esse motivo o Paraná também fará a estratégia de vacinação indiscriminada, ou seja, todas as pessoas nessa faixa etária devem procurar as unidades de saúde para se vacinar”, explica Vera Rita da Maia, chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria.

Já pessoas de 5 a 19 anos, ou dos 30 a 59, têm a vacinação seletiva. É necessário levar o comprovante vacinal porque só serão vacinados aqueles que nunca receberam a dose (ou que estejam com o esquema vacinal incompleto).

SARAMPO: O QUE É E SINTOMAS

O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus, e que pode ser contraída em qualquer idade. As complicações mais graves se dão em crianças com menos de cinco anos, como meningite, encefalite e pneumonia.

O vírus é transmitido pela respiração, fala, tosse e espirro. Já que as micropartículas virais ficam suspensas no ar, existe um poder alto no contágio.

Os principais sintomas do sarampo são: febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo). Outros sintomas, como cefaleia, indisposição e diarreia, também podem ocorrer.

É necessário ficar atento aos sintomas, já que não existe tratamento específico. Os doentes ficam em isolamento domiciliar ou hospitalar a partir do aparecimento das manchas vermelhas.

VACINAS DO SARAMPO

A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses enquanto a primeira dose deve ser aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola). Já a segunda dose é dada aos 15 meses de vida com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).

A população com até 29 anos deve receber duas doses da vacina. Já as pessoas entre 30 e 49 anos precisam ter o registro de uma dose.

Além disso, mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas e aquelas que desejam engravidar, devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina.

Por fim, não há indicação para tomar a vacina pessoas com: imunidade baixa, grávidas, menores de seis meses de idade e pacientes que tomam medicações imunossupressoras.

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Curitiba registra 60% dos casos de sarampo do Paraná neste ciclo

Após 20 anos, o Paraná está sofrendo com o sarampo. Segundo boletim epidemiológico divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nesta quinta-feira (6), são 831 casos totais da doença no estado, 23 confirmados somente na última semana.

Dessas ocorrências, Curitiba registra 60% das confirmações e lidera o foco das contaminações.

A faixa de idade que mais tem sofrido com as infecções é entre 20 e 29 anos, com 435 casos confirmados. Na sequência aparecem os jovens de dez a 19 anos, com 216 casos.

Para tentar combater a doença, o Ministério da Saúde irá iniciar a Campanha Nacional de Vacinação a partir da próxima segunda-feira (10). O Paraná irá disponibilizar mais de 1,245 milhão de doses da vacina.

No estado, o foco principal será imunizar as pessoas entre cinco e 59 anos, diferente da política nacional que prevê a vacinação apenas para jovens de cinco a 19 anos.

“O objetivo desta campanha é interromper a circulação do vírus e garantir alta cobertura vacinal no Estado, que hoje está com cerca de 90% para as crianças de um ano quando o ideal seria de 95% em todas as faixas etárias. A vacina é a única forma de proteção e está disponível nas Unidades de Saúde do Paraná”, explicou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

A vacinação no Paraná será feita da seguinte forma:

  • de 20 a 29 anos: vacinação indiscriminada, possibilitando que todas as pessoas dessa faixa etária possam se imunizar;
  • de cinco a 19 anos e de 30 a 59 anos: nessa faixa é obrigatório o comprovante vacinal, porque apenas quem nunca recebeu a imunização será vacinado.

COMBATE AO SARAMPO

O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. Mas em crianças de até cinco anos, os efeitos podem ocasionar meningite, encefalite e pneumonia. A contaminação pelo vírus podem ser transmitidas pelo ar, por meio de gotículas de saliva e outras secreções.

Os principais sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, manchas avermelhadas na pela e, em casos mais graves, cefaleia, indisposição e diarreia.

A vacina é a única forma de prevenir o sarampo. Conforme o esquema vacinal definido pelo Ministério da Saúde, a população com até 29 anos deve tomar duas doses da tríplice viral. Quem tem entre 30 e 49 anos é considerado protegido com apenas uma dose. Além disso, foi instituída no ano passado a chamada “dose zero”, para bebês entre 6 e 11 meses de vida.

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Com 21 novos casos de sarampo, confirmações passam de 800 no Paraná

O Paraná confirmou 21 novos casos de sarampo na última semana. Assim, o total de casos confirmados chega a 808 desde o início do ciclo epidemiológico, em agosto do ano passado. A vacina é a única forma de prevenir a doença, que é altamente contagiosa.

42 cidades do Paraná registram surto de sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, todos os municípios que têm ao menos um caso de sarampo confirmado recentemente são classificados desta forma.

O boletim mais recente do sarampo foi divulgado pelas autoridades da saúde nesta quinta-feira (30). A região metropolitana de Curitiba concentra o maior número de casos. Conforme a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) 90% do casos confirmados (728 registros) são na capital e municípios do entorno.

“O sarampo é uma realidade que se instalou em nosso Estado depois de 20 anos após a baixa da cobertura vacinal. Vamos eliminar novamente essa patologia com a vacina, por isso, peço pensem nos filhos, nos sobrinhos e na sua família e procure uma unidade de saúde para atualizar a sua carteira de vacinação”, afirmou o secretário da saúde Beto Preto.

Além disso, o novo boletim do sarampo indica que o jovens continuam a aparecer entre os mais afetados. Conforme os dados da Sesa, 424 registros estão relacionados a pessoas com idades entre 20 e 29 anos. Os dados completos podem ser acessados por meio deste link.

SARAMPO: VACINA É A ÚNICA FORMA DE PREVENÇÃO

A vacina é a única forma de prevenir o sarampo. Conforme o esquema vacinal definido pelo Ministério da Saúde, a população com até 29 anos deve tomar duas doses da tríplice viral. Quem tem entre 30 e 49 anos é considerado protegido com apenas uma dose. Além disso, foi instituída no ano passado a chamada “dose zero”, para bebês entre 6 e 11 meses de vida.

A imunização está disponível gratuitamente em todas salas de vacinação do Paraná.

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Mais de 1300 casos de sarampo estão sob investigação no Paraná

1.338 pessoas estão sob observação para a presença de sarampo no estado do Paraná, segundo novo boletim epidemiológico divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nesta quinta-feira (23).

Além disso, foram confirmados novos 34 casos, totalizando 787 ocorrências da doença no estado. Somente as regionais de saúde de Guarapuava, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Apucarana, Telêmaco Borba e Ivaiporã não confirmaram casos de sarampo.

Paranaguá se juntou a lista dos municípios com ocorrências da doença, registrando dois casos confirmados na última semana. Confira abaixo o número de casos por cidades no estado:

  • Curitiba: 476
  • Almirante Tamandaré: 20
  • Antonina: 1
  • Araucária: 10
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 6
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 25
  • Campo Magro: 9
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 56
  • Fazenda Rio Grande: 10
  • General Carneiro: 1
  • Irati: 5
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 6
  • Lapa: 2
  • Londrina: 8
  • Mallet: 4
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Paranaguá: 2
  • Pinhais: 30
  • Piraquara: 15
  • Quatro Barras: 3
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 1
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • São José dos Pinhais: 29
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 3
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 18

SARAMPO

sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa, de fácil transmissão e que pode levar à morte.

Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

VACINA

A vacina do Sarampo é feita com o vírus vivo, só que enfraquecido. Ela estimula o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os vírus causadores de doenças. A aplicação é por injeção subcutânea.

Geralmente, o medicamente faz efeito em aproximadamente 15 dias. Ela está disponível, de maneira gratuita, e, 1.852 salas de vacinação em unidades básicas de saúde de todo o estado.

O Ministério da Saúde recomenda que pessoas entre um e 29 anos devam receber duas doses da vacina tríplice viral, enquanto as de 30 a 49 anos, uma dose. Crianças com idade entre seis e 11 meses também devem ser imunizadas.

Casos de sarampo crescem 16,2% em dezembro no Paraná

O sarampo segue crescendo no Paraná. Desde 19 de dezembro, os casos da doença no estado subiram 16,2%, chegando a 753 ocorrências totais, segundo o primeiro boletim epidemiológico emitido pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) em 2020.

Contando as incidências entre as faixas de idade, o maior número de ocorrências se situa entre 20 e 29 anos. Confira abaixo esses números:

  • 0 a seis meses: 12
  • seis meses a um ano: 15
  • um a quatro anos: 8
  • cinco a nove anos: 3
  • dez a 19 anos: 199
  • 20 a 29 anos: 395
  • 30 a 39 anos: 82
  • 40 a 49 anos: 28
  • 50 a 59 anos: 11

Dentro dos municípios, Paranaguá, Rio Azul e Sarandi entraram na lista de cidades com registro de ao menos um caso de sarampo confirmado. Confira abaixo o número de casos por municípios:

  • Curitiba: 459
  • Almirante Tamandaré: 20
  • Antonina: 1
  • Araucária: 7
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 6
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 24
  • Campo Magro: 9
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 52
  • Fazenda Rio Grande: 10
  • General Carneiro: 1
  • Irati: 5
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 6
  • Lapa: 2
  • Londrina: 8
  • Mallet: 4
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Pinhais: 30
  • Piraquara: 15
  • Quatro Barras: 3
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 1
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • São José dos Pinhais: 27
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 1
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 17

SARAMPO

sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa, de fácil transmissão e que pode levar à morte.

Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

VACINA

A vacina do Sarampo é feita com o vírus vivo, só que enfraquecido. Ela estimula o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os vírus causadores de doenças. A aplicação é por injeção subcutânea.

Geralmente, o medicamente faz efeito em aproximadamente 15 dias. Ela está disponível, de maneira gratuita, em todo o ano nas unidades de saúde de todo o país.

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Paraná recebe doses da vacina pentavalente e espera normalizar estoque até fevereiro

O Paraná recebeu 44 mil doses da vacina pentavalente nesta sexta-feira (10). O abastecimento estava suspenso desde julho. Para suprir a demanda em todos os municípios, a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) espera receber mais 45 mil doses do Ministério da Saúde na semana que vem. A expectativa é que o estoque seja normalizado até fevereiro.

A vacina pentavalente teve o abastecimento suspenso há quase seis meses porque foi reprovada em testes de qualidade. Assim, a imunização foi suspensa até um novo lote passar pelo crivo do INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade de Saúde) e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“A falta de uma vacina prevista em calendário nacional causou uma comoção geral. Recebendo essas novas doses, imediatamente enviaremos às regionais para distribuição”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

A vacina pentavalente protege contra múltiplas doenças ao mesmo tempo (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta). Ela deve ser tomada em três doses: aos dois meses, aos quatro meses, e aos seis meses de vida.

Essa imunização está prevista no Calendário Nacional de Vacinação desde 2012.

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Estoque da vacina pentavalente deve ser regularizado no Paraná até fevereiro. (Ilustração/Pixabay)

VACINA PENTAVALENTE EM FALTA

Para suprir a demanda nas 22 regionais, o Paraná precisa, em média, de 60 mil doses por mês. São as regionais que distribuem as vacinas pentavalente e organizam a oferta em todos os municípios. Assim, com as remessas previstas pelo Ministério da Saúde, a expectativa da Sesa é normalizar a situação até o final do mês.

A última vez que o Paraná recebeu as vacinas pentavalente do governo federal foi em outubro de 2019. Com três meses de desabastecimento, a quantidade em estoque não foi mais suficiente para regularizar a fila de espera nas salas de vacina.

“Considerando que nos meses anteriores não recebemos a vacina, esse envio total de 89 mil doses programado para os próximos dias ainda é insuficiente para atender a demanda do estado“, explicou a técnica do Programa de Imunização da Sesa, Fernanda Crosewski.

“No entanto, estes lotes vão permitir a cobertura vacinal de boa parcela da população até a situação se normalizar com o envio de mais vacinas pelo Ministério da Saúde”, completou.

ONDE VACINAR

A vacina pentavalente, quando o estado dispõe do estoque regular, pode ser encontrada gratuitamente em todas as 1.852 salas de vacinação das UBS (Unidades Básicas de Saúde).

Durante o período de desabastecimento, a dose regular chegou a ser substituída temporariamente pela DTP, que previne difteria, tétano e pertússis (coqueluche), por exemplo. No entanto, a vacina DTP é considerada um reforço à pentavalente, e deve ser aplicada em duas doses: aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

Como a expectativa é normalizar a situação até fevereiro, a substituição da vacina pentavalente pela DTP não é mais recomendada.

“Orientamos que os pais aguardem a chegada da pentavalente. Essa é a vacina indicada para a criança e as remessas da vacina estão sendo regularizadas. Não se faz necessário mais necessário, nesse momento, a substituição”, finalizou Crosewski.