Casos de sarampo crescem 16,2% em dezembro no Paraná

O sarampo segue crescendo no Paraná. Desde 19 de dezembro, os casos da doença no estado subiram 16,2%, chegando a 753 ocorrências totais, segundo o primeiro boletim epidemiológico emitido pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) em 2020.

Contando as incidências entre as faixas de idade, o maior número de ocorrências se situa entre 20 e 29 anos. Confira abaixo esses números:

  • 0 a seis meses: 12
  • seis meses a um ano: 15
  • um a quatro anos: 8
  • cinco a nove anos: 3
  • dez a 19 anos: 199
  • 20 a 29 anos: 395
  • 30 a 39 anos: 82
  • 40 a 49 anos: 28
  • 50 a 59 anos: 11

Dentro dos municípios, Paranaguá, Rio Azul e Sarandi entraram na lista de cidades com registro de ao menos um caso de sarampo confirmado. Confira abaixo o número de casos por municípios:

  • Curitiba: 459
  • Almirante Tamandaré: 20
  • Antonina: 1
  • Araucária: 7
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 6
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 24
  • Campo Magro: 9
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 52
  • Fazenda Rio Grande: 10
  • General Carneiro: 1
  • Irati: 5
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 6
  • Lapa: 2
  • Londrina: 8
  • Mallet: 4
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Pinhais: 30
  • Piraquara: 15
  • Quatro Barras: 3
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 1
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • São José dos Pinhais: 27
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 1
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 17

SARAMPO

sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa, de fácil transmissão e que pode levar à morte.

Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

VACINA

A vacina do Sarampo é feita com o vírus vivo, só que enfraquecido. Ela estimula o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os vírus causadores de doenças. A aplicação é por injeção subcutânea.

Geralmente, o medicamente faz efeito em aproximadamente 15 dias. Ela está disponível, de maneira gratuita, em todo o ano nas unidades de saúde de todo o país.

vACINA FEBRE AMARELA

Febre Amarela: Reforço da vacina é importante nos períodos de chuva e calor

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) a reforçou, nesta quarta (08) o pedido para a que população faça a vacinação contra a febre amarela, a partir dos nove meses de vida.

A necessidade de reforço está ligada ao verão, que traz um período de altas temperaturas e chuva.

A vacina está disponível, gratuitamente, em 110 unidades de saúde de Curitiba, de segunda à sexta-feira, em horário comercial. A dose é única, ou seja: quem já tomou uma vez na vida não precisa repetir.

Caso a pessoa não tenha certeza se já foi imunizada, basta verificar se há registro na carteira vacinal – isso pode ser feito com um pré-cadastro no Aplicativo Saúde Já, disponível para smartphones e tablets com os sistemas operacionais Android e iOS.

A outra alternativa é procurar a unidade de saúde mais próxima de casa.

Já as pessoas com mais de 60 anos, gestantes e mães que amamentam bebês menores de seis meses precisam de avaliação clínica para confirmar a indicação ou contraindicação da vacina.

A imunização é contraindicada para pessoas com febre alta, deficiência do sistema imunológico ou que tenham histórico de reação alérgica grave aos componentes da vacina, como ovo e gelatina.

ACOMPANHAMENTO

Até o momento não há registro da circulação do vírus da febre amarela em Curitiba. Em 2019, Curitiba registrou quatro casos importados de febre amarela do tipo “silvestre” – que é a forma como a doença vem ocorrendo no país.

Segundo o diretor do Centro de Epidemiologia da SMS, Alcides Oliveira, a ocorrência da doença em macacos em municípios próximos a Curitiba sugere a possibilidade de aproximação do vírus da febre amarela na região de mata.

“Por isso”, segundo ele, “há a necessidade de quem ainda não se imunizou procurar se vacinar o quantos antes”.

Em 2019 o governo estadual registrou a ocorrência da doença em macacos em São José dos Pinhais, Campo Largo e Balsa Nova, na região metropolitana de Curitiba e Ponta Grossa.

Alerta

Embora não passe a doença ao homem, o macaco é monitorado por servir de “sentinela”, uma vez que alerta sobre a aproximação do vírus, transmitido pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes na febre amarela silvestre – a febre amarela urbana é transmitida pelo Aedes aegypti e Albopictus, mas não é registrada no Brasil desde 1942.

Doença sazonal, a febre amarela avança porque a circulação do vírus é favorecida pelas temperaturas mais altas, em que os mosquitos se reproduzem com mais intensidade.

O ideal seria estar imunizado antes da chegada do calor, mas ainda vale a orientação para tomar a vacina até dez dias antes de ir para um local de mata. Esses cuidados podem manter a cidade de Curitiba sem circulação do vírus.

Até 2017, o Ministério da Saúde determinava a vacinação em Curitiba apenas àqueles que iriam se deslocar para área de risco em outros estados. Com o avanço da doença no país e nas regiões Sudeste e Sul, a partir de 2018 a vacina foi incluída no calendário de vacinação de rotina das crianças, sendo recomendada uma dose única aos 9 meses de idade.

“Desde, então, portanto, a vacina passou a ser recomendada também a todos em Curitiba que têm mais de nove meses, independentemente se vão se deslocar para área de risco”, explicou a médica infectologista da SMS Marion Burger.

Sintomas

1ª fase – período de infecção: febre, calafrios, dores pelo corpo, náuseas e vômitos, sintomas comuns a várias outras doenças, como leptospirose e dengue.

2ª fase – período tóxico: febre, icterícia (pele e olhos amarelados, daí o nome febre amarela), urina escura, dores abdominais, hemorragias e outras complicações.

* Com informações da Prefeitura de Curitiba

agropecuária paraná santa catarina

Paraná e Santa Catarina intensificam a defesa agropecuária

O Paraná e Santa Catarina vão intensificar a defesa agropecuária nas suas divisas e na fronteira com a Argentina. A partir de 2020, é proibida a entrada de animais vacinados contra a febre aftosa – com exceção daqueles que vão ao abate imediato.

A fiscalização com a suspensão de vacinas traz uma série de ações do governo estadual. Desde outubro, por exemplo, o uso e comercialização de vacinas já estão proibidos.

Ontem (11), representantes dois dois estados estiveram reunidos para discutir as estratégias de controle do trânsito de animais. O evento contou com a presença de representantes das agências de defesa, órgãos de segurança pública dos dois estados e o Exército.

“Nossa parceria com Santa Catarina é de longa data, mas precisamos pensar juntos em estratégias para afinar o trabalho nas unidades de monitoramento e proteger nosso status sanitário”, afirma Norberto Ortigara, secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento.

DEFESA AGROPECUÁRIA NO PARANÁ E EM SANTA CATARINA 

Santa Catarina não aplica vacinas contra febre aftosa no rebanho desde 2000 – e obteve o reconhecimento da OIE (World Organization for Animal Health) sete anos depois. Com isso, conquistou novas fatias de mercados em países que não compram carnes de animais vacinados.

“Desde que obtivemos a certificação, manter essa vigilância nas nossas divisas e na fronteira com a Argentina é uma preocupação constante. Temos interesses em comum com o Paraná, e estamos unindo forças na fiscalização”, disse a presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Luciane de Cássia Surdi.

Já o presidente da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná ), Otamir Cesar Martins, explicou que a proibição da entrada de animais vacinados é mais uma etapa de um longo trabalho que o Estado desenvolve para fortalecer a defesa agropecuária.

“Além da campanha semestral de atualização do cadastro de animais, tivemos autorização para contratação de profissionais para o trabalho de fiscalização e vigilância, reformas de barreiras interestaduais e investimento em fiscalização volante”, completou.

*** com informações da AEN

sarampo - curitiba - paraná

Sarampo chega a 32 municípios do Paraná com 479 casos confirmados

O novo boletim epidemiológico da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) mostrou que o sarampo continua a avançar no Paraná. De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (28), a doença chegou em mais três municípios (totalizando 32 cidades) e registra 479 casos em todo o estado.

Em comparação com o levantamento da última semana, 50 novos casos foram registrados. A maior zona de infecção segue sendo Curitiba e sua região metropolitana com 435 casos.

Com o objetivo de prevenir a contaminação entre jovens de 20 e 29 anos, neste sábado (30) será realizado o Dia D de vacinação contra o sarampo. A iniciativa do Ministério da Saúde irá colocar as unidades de saúde abertas em dia especial para aumentar a imunização.

“O sarampo é bastante perigoso e potencialmente evitável. A vacina é a forma de prevenir e é gratuita. Vá no sábado até a unidade de saúde e se vacine, isso beneficia toda a população”, frisou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 306
  • Almirante Tamandaré: 10
  • Araucária: 3
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 12
  • Campo Magro: 1
  • Colombo: 32
  • Fazenda Rio Grande: 3
  • Itaperuçu: 1
  • Lapa: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 21
  • Piraquara: 13
  • Quatro Barras: 1
  • Rio Branco do Sul: 6
  • São José dos Pinhais: 17
  • Castro: 2
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 3
  • Cruz Machado: 1
  • General Carneiro: 1
  • Paulo Freitas: 3
  • União da Vitória: 8
  • Maringá: 3
  • Londrina: 8
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 6
  • Jacarezinho: 5
  • Toledo: 1
  • Matinhos: 1

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

Curitiba - Vacinação - Sarampo - Crianças - Paraná

Sarampo avança 16,5% nos casos e chega em 29 municípios no Paraná

O sarampo continua como um problema para a saúde pública no Paraná. De acordo com dados da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), 429 casos confirmados da doença foram registrados no estado, número 16,5% superior do que na última semana.

Além disso, três novos municípios tiveram casos confirmados da doença. General Carneiro, Paula Freitas e Toledo fazem com que a lista some 29 cidades paranaenses com registros de sarampo.

“Nosso levantamento aponta que 227, dos 429 casos confirmados, são de pessoas na faixa etária entre 20 e 29 anos. São os nossos jovens, que não sabem se tomaram a vacina ou acreditam que não ficam doentes. A vacina é uma forma de bloqueio do vírus. Se todos forem imunizados não teremos sarampo, podemos chegar novamente ao patamar que estávamos anteriormente”, afirmou o secretário estadual da saúde, Beto Preto.

Sobre as vacinas, a segunda fase da campanha nacional ocorre até o dia 30 de novembro (próximo sábado), data em que será realizada o dia D para a vacinação, com os postos de saúde abertos em horário especial para atender o máximo de pessoas possíveis.

“O Ministério da Saúde estimou que há quase 800 mil jovens sem vacina. Esta segunda etapa de vacinação é voltada a este público, jovens entre 20 e 29 anos. Precisamos aumentar a cobertura especialmente nessa faixa de idade porque eles representam mais do que a metade dos casos no Paraná”, finalizou Preto.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 278
  • Almirante Tamandaré: 7
  • Araucária: 3
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 10
  • Colombo: 26
  • Fazenda Rio Grande: 3
  • Itaperuçu: 1
  • Lapa: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 19
  • Piraquara: 12
  • Quatro Barras: 1
  • Rio Branco do Sul: 6
  • São José dos Pinhais: 15
  • Castro: 2
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 2
  • General Carneiro: 1
  • Paulo Freitas: 3
  • União da Vitória: 8
  • Maringá: 2
  • Londrina: 8
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 6
  • Jacarezinho: 4
  • Toledo: 1

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

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Casos de sarampo no Paraná crescem 16% na última semana

O Paraná continua sem registrar queda nos casos de sarampo. Segundo o boletim epidemiológico publicado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nesta quinta-feira (14), houve aumento de 16% nas ocorrências (52 confirmações ao todo) da doença na última semana, totalizando 368 contaminações no estado.

Dois municípios do Paraná registraram seus primeiros casos de sarampo. Itaperuçu, na região metropolitana de Curitiba, e União da Vitória, no sudoeste paranaense, tiveram os primeiros casos confirmados nesta última semana.

De acordo como o Ministério da Saúde, o Paraná é o segundo colocado em número de casos confirmados no país. Apenas São Paulo com 5.123 ocorrências fica na frente do estado. Ao todo, 10.429 aparições da doença foram registradas em 19 dos 27 estados do Brasil.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 250
  • Almirante Tamandaré: 5
  • Araucária: 1
  • Balsa Nova: 1
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 10
  • Colombo: 24
  • Fazenda Rio Grande: 2
  • Itaperuçu: 1
  • Lapa: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 10
  • Piraquara: 10
  • Quatro Barras: 1
  • Rio Branco do Sul: 6
  • São José dos Pinhais: 13
  • Castro: 3
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 1
  • União da Vitória: 2
  • Maringá: 2
  • Londrina: 8
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 6
  • Jacarezinho: 4

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

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Segunda fase de vacinação contra sarampo começa segunda-feira (18)

Começa na próxima segunda-feira (18) a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Nesta fase o público-alvo são jovens de 20 a 29 anos. De acordo com o Ministério da Saúde esta faixa etária está entre os grupos de maior vulnerabilidade à doença. Quem tem até 29 anos precisa ter duas doses da vacina para estar imunizado.

A vacina é a forma mais eficaz de proteção contra o sarampo, já que a doença que é transmitida pelo ar (respiração, tosse, fala, espirro) e que pode ser contraída em qualquer idade. Para reforçar a campanha, a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) vai fazer o Dia D de vacinação no sábado dia 30/11.

Dados parciais do Ministério da Saúde, do início da campanha até agora, apontam que cobertura vacinal no Paraná está entre 95% e 100% para a faixa de menores de um até dois anos incompletos.A vacinação seletiva, de seis meses a 11 meses aponta cobertura de 76,5%.

O estado confirmou 316 casos de sarampo, segundo o último boletim epidemiológico divulgado na semana passada pela Sesa. Das 22 regionais de saúde, 20 têm casos confirmados ou em investigação. Apenas as regionais de Campo Mourão e Cornélio Procópio não registram notificações de sarampo. A cidade com maior número de casos é Curitiba com 217 registros da doença.

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Casos de sarampo no Paraná crescem 30% e chegam a 316 ocorrências

Os casos de sarampo seguem em alta no Paraná. De acordo com o Boletim Epidemiológico da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), houve crescimento de 30% nas ocorrências dessa doença nessa última semana, com 43 novos registos e 316 pessoas infectadas no estado.

O alcance da doença também tem crescido. Apenas duas das 22 regionais do estado – Campo Mourão e Cornélio Procópio, não registraram casos de sarampo.

“O vírus se espalha rapidamente e o sarampo pode ter consequências muito graves. É uma doença que pode comprometer seriamente a saúde. As complicações que uma pessoa que teve sarampo pode desenvolver são otites, infecções respiratórias e doenças neurológicas, a redução da capacidade mental, surdez, cegueira e retardo do crescimento”, alertou Beto Preto, secretário da Saúde.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 217
  • Almirante Tamandaré: 4
  • Araucária: 1
  • Balsa Nova: 1
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 8
  • Colombo: 20
  • Fazenda Rio Grande: 1
  • Lapa: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 10
  • Piraquara: 10
  • Quatro Barras: 1
  • Rio Branco do Sul: 5
  • São José dos Pinhais: 11
  • Castro: 2
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 1
  • Maringá: 2
  • Londrina: 7
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 3
  • Jacarezinho: 3

CURITIBA LIDERA CASOS

Dos 217 casos de sarampo na capital paranaense, 58% estão lotados entre pessoas de 20 a 29 anos. Outros 271 indivíduos estão sendo monitorados pela SMS (Secretaria Municipal da Saúde), em parceria com a Sesa. Nessas ocorrências, grande parte das confirmações é obtidas apenas com o exame de sangue, sete dias após o surgimento das manchas vermelhas na pele.

Ainda de acordo com a SMS, 29 casos foram importados de outras localidades. A Secretaria acredita que São Paulo tenha sido a fonte dessas infecções. Ao todo apenas 12 pessoas precisaram sem internadas, mas todas já receberam alta hospitalar.

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

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Sarampo avança mais 18% em uma semana e casos confirmados chegam a 273 no Paraná

A escalada do sarampo continua e o Paraná já registra 273 casos confirmados, de acordo com a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). Foram 42 doentes novos em uma semana, o que representa uma avanço de 18% em sete dias.

Quase 73% dos casos estão concentrados em Curitiba. Considerando os municípios do entorno, a região metropolitana da capital registra 95,5% de todos os registros do sarampo no Paraná.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 199
  • Almirante Tamandaré: 3
  • Araucária: 1
  • Balsa Nova: 1
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 2
  • Campo Largo: 7
  • Colombo: 18
  • Fazenda Rio Grande: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 6
  • Piraquara: 4
  • Rio Branco do Sul: 2
  • São José dos Pinhais: 11
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 1
  • Maringá: 2
  • Londrina: 5
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 3
  • Jacarezinho: 2

PARANÁ REFORÇA NECESSIDADE DA VACINA

De acordo com a Sesa, a maior incidência do sarampo ocorre entre os adultos jovens, na faixa etária entre 20 e 29 anos, com 151 casos. Outras 69 confirmações foram registradas na população com idades entre 10 e 19 anos.

“Precisamos que todas as pessoas não-vacinadas compareçam nas unidades de saúde e tomem as doses necessárias gratuitamente. Para acabar com as cadeias de transmissão, é essencial que todos estejam prevenidos”, reforçou o secretário de Saúde Beto Preto.

A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo está prevista para acontecer entre os dias 18 e 30 de novembro. Neste período, o foco estará juntamente na faixa etária mais afetada no Paraná (20 a 29 anos).

Vacinação -sarampo

13 estados ficam abaixo da meta global de vacinação contra o sarampo

Balanço parcial divulgado pelo Ministério da Saúde (MS) indica que o Brasil atingiu a meta global de vacinação de sarampo para crianças de 6 meses a menores de 1 ano, com o registro de 95% da população geral nessa faixa etária imunizada. O desempenho da cobertura vacinal não foi uniforme, no entanto, entre todos os estados (veja mapa).

Estão abaixo da meta de vacinação Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Em relação aos municípios, o ministério contabiliza que 34,5% (1.923 cidades) precisam reforçar os esforços para atender à meta de vacinação.

A segunda etapa da campanha de vacinação está prevista para começar em 18 de novembro. O governo federal tem expectativa de que agentes comunitários de saúde de combate às endemias façam busca ativa em residências para vacinação.

sarampo - vacinação - brasil
Divulgação/Ministério da Saúde

O foco é a população adulta. “Um novo grupo, composto por adultos de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia terá a oportunidade de se vacinar até 30 de novembro, quando termina a campanha”, destaca nota divulgada hoje (29) em Brasília pelo ministério.

Novo boletim epidemiológico do sarampo será publicado no dia 6 de novembro e “trará como registro, dos últimos 90 dias, 5.660 casos confirmados” da doença, antecipa o Ministério da Saúde. “Dezenove estados estão na lista de transmissão ativa da doença e 90,5% dos casos confirmados estão concentrados no estado de São Paulo”.

A pasta alerta que o sarampo é uma doença infecciosa grave que pode causar a morte, especialmente de crianças. “Nos últimos 90 dias, foram confirmadas 14 mortes pela doença no Brasil, sendo sete em menores de 5 anos de idade, três na faixa etária de 20 a 29 anos e quatro em adultos maiores de 40 anos. Foram 13 óbitos registrados em São Paulo e um em Pernambuco”, detalha nota do ministério.

No total, 304 municípios (5,5% das cidades brasileiras) apresentaram casos de sarampo. O Ministério da Saúde tem expectativa que o próximo boletim assinale queda de casos recentes da doença

SINTOMAS

De acordo com informe do Ministério da Saúde, a transmissão do sarampo ocorre pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. A única maneira prevenir a doença é pela vacina.

Há uma preocupação especial da pasta a partir do final do ano: o período de férias – que ocasiona aumento de circulação de pessoas adultas pelo país para celebrar o Natal, descansar no veraneio e brincar o carnaval.

Além disso, o aumento de chuva de verão pode elevar o número de casos de dengue. O sarampo tem alguns sintomas que podem ser confundidos com doença transmitida pelo Aedes aegypti, como febre alta, dor de cabeça e manchas vermelhas.

No caso do sarampo, é comum que a febre ocorra acompanhada de tosse e que haja irritação nos olhos, mal-estar intenso e nariz escorrendo e entupido. Um médico deverá ser consultado para o diagnóstico correto.