casos de sarampo crescem no Paraná

Casos de sarampo no Paraná chegam a 934 confirmações desde o início do ciclo

Mesmo com o coronavírus e a dengue tendo maior atenção das autoridades de saúde do Paraná, os casos de sarampo no estado seguem a crescer. Segundo boletim epidemiológico da Sesa (Secretaria do Estado da Saúde) quatro novas ocorrências foram registradas no Paraná nesta última semana, totalizando 934 confirmações desde agosto de 2019.

A faixa de idade entre pessoas de 20 a 29 anos lidera o número de ocorrências, seguidas dos jovens entre 10 e 19 anos.

A única forma de impedir a contaminação pela doença é via vacinação. Pessoas de cinco a 59 anos devem ser imunizadas, em especial com as pessoas de 20 a 29 anos, que podem fazer um reforço da imunização.

“Nossa preocupação de hoje é o enfrentamento ao coronavírus. Mas temos outros vírus circulando e doenças em nosso Estado. Por isso, alerto que a vacina é a melhor prevenção. Mesmo neste período de isolamento e distanciamento social, busque algum local com pouca circulação e vacine-se”, ressaltou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Confira abaixo o número de casos por município do Paraná:

  • Curitiba: 552
  • Almirante Tamandaré: 28
  • Antonina: 1
  • Araucária: 13
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 7
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 30
  • Campo Magro: 11
  • Campo Mourão: 1
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 70
  • Fazenda Rio Grande: 13
  • Francisco Beltrão: 1
  • General Carneiro: 1
  • Guaratuba: 1
  • Irati: 6
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 7
  • Jandaia do Sul: 1
  • Lapa: 2
  • Londrina: 9
  • Mallet: 3
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Paranaguá: 2
  • Pinhais: 38
  • Piraquara: 26
  • Quatro Barras: 6
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 8
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • Santa Helena: 1
  • São José dos Pinhais: 32
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 4
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 18
Campanha de vacinação para a gripe em Curitiba começará com os idosos

Idosos poderão ser vacinados contra a gripe em drive-thrus em Curitiba

A partir da próxima segunda-feira (23), 37 pontos externos e cinco drive-thrus irão dar início a campanha de vacinação contra a gripe em idosos de Curitiba.

A expectativa da Prefeitura de Curitiba é que 118 mil idosos sejam imunizados. A decisão da aplicação das vacinas em ambiente aberto visa diminuir os riscos de contágio do coronavírus.

O horário da vacinação será das 9h às 17h, sendo que os cinco drive-thrus ficam localizados nos seguintes locais:

  • Praça Afonso Botelho (também conhecida como Praça do Athletico);
  • Praça da Maternidade Bairro Novo;
  • Praça do Eucaliptos;
  • Restaurante Madalosso;
  • Paróquia Santo Antônio

“Pede-se o comparecimento à vacinação principalmente às pessoas idosas. Não queremos perder ninguém”, explicou o prefeito de Curitiba, Rafael Greca.

O local completo dos postos de vacinação podem ser encontrados neste link.

CAMPANHA DA VACINAÇÃO EM CURITIBA

A Prefeitura de Curitiba irá dividir a campanha da vacinação em três fases:

  • 1ª fase (a partir de 23/3) – Idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde;
  • 2ª fase (a partir de 16/4) – Professores das escolas públicas e privadas, profissionais das forças de segurança e doentes crônicos (que tenham prescrição médica ou sejam acompanhados por programas da unidade de saúde);
  • 3ª fase (a partir do dia 9/5) – Crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas (mães que tiveram bebês até 45 dias e apresentem algum documento que comprove a condição) e adultos de 55 a 59 anos.

“Nesse momento é de extrema importância que as pessoas do público-alvo se vacinem contra a gripe, nos ajuda a evitar que mais pessoas fiquem doentes”, afirma a secretária municipal da Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak.

Ao todo devem ser imunizados 620 mil pessoas em Curitiba, sendo que a meta é conseguir vacinar ao menos 90% desse público-alvo definido pelo Ministério da Saúde. O órgão federal antecipou em quase um mês a aplicação das vacinas como medida para diminuir os impactos do coronavírus.

Curitiba - Vacinação - Sarampo - Crianças - Paraná

Curitiba registra 60% dos casos de sarampo do Paraná neste ciclo

Após 20 anos, o Paraná está sofrendo com o sarampo. Segundo boletim epidemiológico divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nesta quinta-feira (6), são 831 casos totais da doença no estado, 23 confirmados somente na última semana.

Dessas ocorrências, Curitiba registra 60% das confirmações e lidera o foco das contaminações.

A faixa de idade que mais tem sofrido com as infecções é entre 20 e 29 anos, com 435 casos confirmados. Na sequência aparecem os jovens de dez a 19 anos, com 216 casos.

Para tentar combater a doença, o Ministério da Saúde irá iniciar a Campanha Nacional de Vacinação a partir da próxima segunda-feira (10). O Paraná irá disponibilizar mais de 1,245 milhão de doses da vacina.

No estado, o foco principal será imunizar as pessoas entre cinco e 59 anos, diferente da política nacional que prevê a vacinação apenas para jovens de cinco a 19 anos.

“O objetivo desta campanha é interromper a circulação do vírus e garantir alta cobertura vacinal no Estado, que hoje está com cerca de 90% para as crianças de um ano quando o ideal seria de 95% em todas as faixas etárias. A vacina é a única forma de proteção e está disponível nas Unidades de Saúde do Paraná”, explicou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

A vacinação no Paraná será feita da seguinte forma:

  • de 20 a 29 anos: vacinação indiscriminada, possibilitando que todas as pessoas dessa faixa etária possam se imunizar;
  • de cinco a 19 anos e de 30 a 59 anos: nessa faixa é obrigatório o comprovante vacinal, porque apenas quem nunca recebeu a imunização será vacinado.

COMBATE AO SARAMPO

O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. Mas em crianças de até cinco anos, os efeitos podem ocasionar meningite, encefalite e pneumonia. A contaminação pelo vírus podem ser transmitidas pelo ar, por meio de gotículas de saliva e outras secreções.

Os principais sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, manchas avermelhadas na pela e, em casos mais graves, cefaleia, indisposição e diarreia.

A vacina é a única forma de prevenir o sarampo. Conforme o esquema vacinal definido pelo Ministério da Saúde, a população com até 29 anos deve tomar duas doses da tríplice viral. Quem tem entre 30 e 49 anos é considerado protegido com apenas uma dose. Além disso, foi instituída no ano passado a chamada “dose zero”, para bebês entre 6 e 11 meses de vida.

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Com 21 novos casos de sarampo, confirmações passam de 800 no Paraná

O Paraná confirmou 21 novos casos de sarampo na última semana. Assim, o total de casos confirmados chega a 808 desde o início do ciclo epidemiológico, em agosto do ano passado. A vacina é a única forma de prevenir a doença, que é altamente contagiosa.

42 cidades do Paraná registram surto de sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, todos os municípios que têm ao menos um caso de sarampo confirmado recentemente são classificados desta forma.

O boletim mais recente do sarampo foi divulgado pelas autoridades da saúde nesta quinta-feira (30). A região metropolitana de Curitiba concentra o maior número de casos. Conforme a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) 90% do casos confirmados (728 registros) são na capital e municípios do entorno.

“O sarampo é uma realidade que se instalou em nosso Estado depois de 20 anos após a baixa da cobertura vacinal. Vamos eliminar novamente essa patologia com a vacina, por isso, peço pensem nos filhos, nos sobrinhos e na sua família e procure uma unidade de saúde para atualizar a sua carteira de vacinação”, afirmou o secretário da saúde Beto Preto.

Além disso, o novo boletim do sarampo indica que o jovens continuam a aparecer entre os mais afetados. Conforme os dados da Sesa, 424 registros estão relacionados a pessoas com idades entre 20 e 29 anos. Os dados completos podem ser acessados por meio deste link.

SARAMPO: VACINA É A ÚNICA FORMA DE PREVENÇÃO

A vacina é a única forma de prevenir o sarampo. Conforme o esquema vacinal definido pelo Ministério da Saúde, a população com até 29 anos deve tomar duas doses da tríplice viral. Quem tem entre 30 e 49 anos é considerado protegido com apenas uma dose. Além disso, foi instituída no ano passado a chamada “dose zero”, para bebês entre 6 e 11 meses de vida.

A imunização está disponível gratuitamente em todas salas de vacinação do Paraná.

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Mais de 1300 casos de sarampo estão sob investigação no Paraná

1.338 pessoas estão sob observação para a presença de sarampo no estado do Paraná, segundo novo boletim epidemiológico divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nesta quinta-feira (23).

Além disso, foram confirmados novos 34 casos, totalizando 787 ocorrências da doença no estado. Somente as regionais de saúde de Guarapuava, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Apucarana, Telêmaco Borba e Ivaiporã não confirmaram casos de sarampo.

Paranaguá se juntou a lista dos municípios com ocorrências da doença, registrando dois casos confirmados na última semana. Confira abaixo o número de casos por cidades no estado:

  • Curitiba: 476
  • Almirante Tamandaré: 20
  • Antonina: 1
  • Araucária: 10
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 6
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 25
  • Campo Magro: 9
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 56
  • Fazenda Rio Grande: 10
  • General Carneiro: 1
  • Irati: 5
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 6
  • Lapa: 2
  • Londrina: 8
  • Mallet: 4
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Paranaguá: 2
  • Pinhais: 30
  • Piraquara: 15
  • Quatro Barras: 3
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 1
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • São José dos Pinhais: 29
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 3
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 18

SARAMPO

sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa, de fácil transmissão e que pode levar à morte.

Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

VACINA

A vacina do Sarampo é feita com o vírus vivo, só que enfraquecido. Ela estimula o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os vírus causadores de doenças. A aplicação é por injeção subcutânea.

Geralmente, o medicamente faz efeito em aproximadamente 15 dias. Ela está disponível, de maneira gratuita, e, 1.852 salas de vacinação em unidades básicas de saúde de todo o estado.

O Ministério da Saúde recomenda que pessoas entre um e 29 anos devam receber duas doses da vacina tríplice viral, enquanto as de 30 a 49 anos, uma dose. Crianças com idade entre seis e 11 meses também devem ser imunizadas.

Casos de sarampo crescem 16,2% em dezembro no Paraná

O sarampo segue crescendo no Paraná. Desde 19 de dezembro, os casos da doença no estado subiram 16,2%, chegando a 753 ocorrências totais, segundo o primeiro boletim epidemiológico emitido pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) em 2020.

Contando as incidências entre as faixas de idade, o maior número de ocorrências se situa entre 20 e 29 anos. Confira abaixo esses números:

  • 0 a seis meses: 12
  • seis meses a um ano: 15
  • um a quatro anos: 8
  • cinco a nove anos: 3
  • dez a 19 anos: 199
  • 20 a 29 anos: 395
  • 30 a 39 anos: 82
  • 40 a 49 anos: 28
  • 50 a 59 anos: 11

Dentro dos municípios, Paranaguá, Rio Azul e Sarandi entraram na lista de cidades com registro de ao menos um caso de sarampo confirmado. Confira abaixo o número de casos por municípios:

  • Curitiba: 459
  • Almirante Tamandaré: 20
  • Antonina: 1
  • Araucária: 7
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 6
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 24
  • Campo Magro: 9
  • Carlópolis: 6
  • Castro: 2
  • Cruz Machado: 3
  • Colombo: 52
  • Fazenda Rio Grande: 10
  • General Carneiro: 1
  • Irati: 5
  • Itaperuçu: 1
  • Jacarezinho: 6
  • Lapa: 2
  • Londrina: 8
  • Mallet: 4
  • Mandirituba: 1
  • Marechal Cândido Rondon: 1
  • Maringá: 3
  • Matinhos: 1
  • Pinhais: 30
  • Piraquara: 15
  • Quatro Barras: 3
  • Quintandinha: 1
  • Paranaguá: 1
  • Paulo Freitas: 5
  • Ponta Grossa: 1
  • Rio Branco do Sul: 8
  • Rio Azul: 1
  • Rio Negro: 1
  • Rolândia: 1
  • São José dos Pinhais: 27
  • São Mateus do Sul: 1
  • Sarandi: 1
  • Toledo: 3
  • União da Vitória: 17

SARAMPO

sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa, de fácil transmissão e que pode levar à morte.

Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

VACINA

A vacina do Sarampo é feita com o vírus vivo, só que enfraquecido. Ela estimula o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os vírus causadores de doenças. A aplicação é por injeção subcutânea.

Geralmente, o medicamente faz efeito em aproximadamente 15 dias. Ela está disponível, de maneira gratuita, em todo o ano nas unidades de saúde de todo o país.

vACINA FEBRE AMARELA

Febre Amarela: Reforço da vacina é importante nos períodos de chuva e calor

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) a reforçou, nesta quarta (08) o pedido para a que população faça a vacinação contra a febre amarela, a partir dos nove meses de vida.

A necessidade de reforço está ligada ao verão, que traz um período de altas temperaturas e chuva.

A vacina está disponível, gratuitamente, em 110 unidades de saúde de Curitiba, de segunda à sexta-feira, em horário comercial. A dose é única, ou seja: quem já tomou uma vez na vida não precisa repetir.

Caso a pessoa não tenha certeza se já foi imunizada, basta verificar se há registro na carteira vacinal – isso pode ser feito com um pré-cadastro no Aplicativo Saúde Já, disponível para smartphones e tablets com os sistemas operacionais Android e iOS.

A outra alternativa é procurar a unidade de saúde mais próxima de casa.

Já as pessoas com mais de 60 anos, gestantes e mães que amamentam bebês menores de seis meses precisam de avaliação clínica para confirmar a indicação ou contraindicação da vacina.

A imunização é contraindicada para pessoas com febre alta, deficiência do sistema imunológico ou que tenham histórico de reação alérgica grave aos componentes da vacina, como ovo e gelatina.

ACOMPANHAMENTO

Até o momento não há registro da circulação do vírus da febre amarela em Curitiba. Em 2019, Curitiba registrou quatro casos importados de febre amarela do tipo “silvestre” – que é a forma como a doença vem ocorrendo no país.

Segundo o diretor do Centro de Epidemiologia da SMS, Alcides Oliveira, a ocorrência da doença em macacos em municípios próximos a Curitiba sugere a possibilidade de aproximação do vírus da febre amarela na região de mata.

“Por isso”, segundo ele, “há a necessidade de quem ainda não se imunizou procurar se vacinar o quantos antes”.

Em 2019 o governo estadual registrou a ocorrência da doença em macacos em São José dos Pinhais, Campo Largo e Balsa Nova, na região metropolitana de Curitiba e Ponta Grossa.

Alerta

Embora não passe a doença ao homem, o macaco é monitorado por servir de “sentinela”, uma vez que alerta sobre a aproximação do vírus, transmitido pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes na febre amarela silvestre – a febre amarela urbana é transmitida pelo Aedes aegypti e Albopictus, mas não é registrada no Brasil desde 1942.

Doença sazonal, a febre amarela avança porque a circulação do vírus é favorecida pelas temperaturas mais altas, em que os mosquitos se reproduzem com mais intensidade.

O ideal seria estar imunizado antes da chegada do calor, mas ainda vale a orientação para tomar a vacina até dez dias antes de ir para um local de mata. Esses cuidados podem manter a cidade de Curitiba sem circulação do vírus.

Até 2017, o Ministério da Saúde determinava a vacinação em Curitiba apenas àqueles que iriam se deslocar para área de risco em outros estados. Com o avanço da doença no país e nas regiões Sudeste e Sul, a partir de 2018 a vacina foi incluída no calendário de vacinação de rotina das crianças, sendo recomendada uma dose única aos 9 meses de idade.

“Desde, então, portanto, a vacina passou a ser recomendada também a todos em Curitiba que têm mais de nove meses, independentemente se vão se deslocar para área de risco”, explicou a médica infectologista da SMS Marion Burger.

Sintomas

1ª fase – período de infecção: febre, calafrios, dores pelo corpo, náuseas e vômitos, sintomas comuns a várias outras doenças, como leptospirose e dengue.

2ª fase – período tóxico: febre, icterícia (pele e olhos amarelados, daí o nome febre amarela), urina escura, dores abdominais, hemorragias e outras complicações.

* Com informações da Prefeitura de Curitiba

agropecuária paraná santa catarina

Paraná e Santa Catarina intensificam a defesa agropecuária

O Paraná e Santa Catarina vão intensificar a defesa agropecuária nas suas divisas e na fronteira com a Argentina. A partir de 2020, é proibida a entrada de animais vacinados contra a febre aftosa – com exceção daqueles que vão ao abate imediato.

A fiscalização com a suspensão de vacinas traz uma série de ações do governo estadual. Desde outubro, por exemplo, o uso e comercialização de vacinas já estão proibidos.

Ontem (11), representantes dois dois estados estiveram reunidos para discutir as estratégias de controle do trânsito de animais. O evento contou com a presença de representantes das agências de defesa, órgãos de segurança pública dos dois estados e o Exército.

“Nossa parceria com Santa Catarina é de longa data, mas precisamos pensar juntos em estratégias para afinar o trabalho nas unidades de monitoramento e proteger nosso status sanitário”, afirma Norberto Ortigara, secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento.

DEFESA AGROPECUÁRIA NO PARANÁ E EM SANTA CATARINA 

Santa Catarina não aplica vacinas contra febre aftosa no rebanho desde 2000 – e obteve o reconhecimento da OIE (World Organization for Animal Health) sete anos depois. Com isso, conquistou novas fatias de mercados em países que não compram carnes de animais vacinados.

“Desde que obtivemos a certificação, manter essa vigilância nas nossas divisas e na fronteira com a Argentina é uma preocupação constante. Temos interesses em comum com o Paraná, e estamos unindo forças na fiscalização”, disse a presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Luciane de Cássia Surdi.

Já o presidente da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná ), Otamir Cesar Martins, explicou que a proibição da entrada de animais vacinados é mais uma etapa de um longo trabalho que o Estado desenvolve para fortalecer a defesa agropecuária.

“Além da campanha semestral de atualização do cadastro de animais, tivemos autorização para contratação de profissionais para o trabalho de fiscalização e vigilância, reformas de barreiras interestaduais e investimento em fiscalização volante”, completou.

*** com informações da AEN

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Sarampo chega a 32 municípios do Paraná com 479 casos confirmados

O novo boletim epidemiológico da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) mostrou que o sarampo continua a avançar no Paraná. De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (28), a doença chegou em mais três municípios (totalizando 32 cidades) e registra 479 casos em todo o estado.

Em comparação com o levantamento da última semana, 50 novos casos foram registrados. A maior zona de infecção segue sendo Curitiba e sua região metropolitana com 435 casos.

Com o objetivo de prevenir a contaminação entre jovens de 20 e 29 anos, neste sábado (30) será realizado o Dia D de vacinação contra o sarampo. A iniciativa do Ministério da Saúde irá colocar as unidades de saúde abertas em dia especial para aumentar a imunização.

“O sarampo é bastante perigoso e potencialmente evitável. A vacina é a forma de prevenir e é gratuita. Vá no sábado até a unidade de saúde e se vacine, isso beneficia toda a população”, frisou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 306
  • Almirante Tamandaré: 10
  • Araucária: 3
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 12
  • Campo Magro: 1
  • Colombo: 32
  • Fazenda Rio Grande: 3
  • Itaperuçu: 1
  • Lapa: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 21
  • Piraquara: 13
  • Quatro Barras: 1
  • Rio Branco do Sul: 6
  • São José dos Pinhais: 17
  • Castro: 2
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 3
  • Cruz Machado: 1
  • General Carneiro: 1
  • Paulo Freitas: 3
  • União da Vitória: 8
  • Maringá: 3
  • Londrina: 8
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 6
  • Jacarezinho: 5
  • Toledo: 1
  • Matinhos: 1

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.

Curitiba - Vacinação - Sarampo - Crianças - Paraná

Sarampo avança 16,5% nos casos e chega em 29 municípios no Paraná

O sarampo continua como um problema para a saúde pública no Paraná. De acordo com dados da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), 429 casos confirmados da doença foram registrados no estado, número 16,5% superior do que na última semana.

Além disso, três novos municípios tiveram casos confirmados da doença. General Carneiro, Paula Freitas e Toledo fazem com que a lista some 29 cidades paranaenses com registros de sarampo.

“Nosso levantamento aponta que 227, dos 429 casos confirmados, são de pessoas na faixa etária entre 20 e 29 anos. São os nossos jovens, que não sabem se tomaram a vacina ou acreditam que não ficam doentes. A vacina é uma forma de bloqueio do vírus. Se todos forem imunizados não teremos sarampo, podemos chegar novamente ao patamar que estávamos anteriormente”, afirmou o secretário estadual da saúde, Beto Preto.

Sobre as vacinas, a segunda fase da campanha nacional ocorre até o dia 30 de novembro (próximo sábado), data em que será realizada o dia D para a vacinação, com os postos de saúde abertos em horário especial para atender o máximo de pessoas possíveis.

“O Ministério da Saúde estimou que há quase 800 mil jovens sem vacina. Esta segunda etapa de vacinação é voltada a este público, jovens entre 20 e 29 anos. Precisamos aumentar a cobertura especialmente nessa faixa de idade porque eles representam mais do que a metade dos casos no Paraná”, finalizou Preto.

CASOS DE SARAMPO NO PARANÁ

  • Curitiba: 278
  • Almirante Tamandaré: 7
  • Araucária: 3
  • Balsa Nova: 2
  • Campina Grande do Sul: 2
  • Campo do Tenente: 3
  • Campo Largo: 10
  • Colombo: 26
  • Fazenda Rio Grande: 3
  • Itaperuçu: 1
  • Lapa: 1
  • Mandirituba: 1
  • Pinhais: 19
  • Piraquara: 12
  • Quatro Barras: 1
  • Rio Branco do Sul: 6
  • São José dos Pinhais: 15
  • Castro: 2
  • Ponta Grossa: 1
  • Irati: 2
  • General Carneiro: 1
  • Paulo Freitas: 3
  • União da Vitória: 8
  • Maringá: 2
  • Londrina: 8
  • Rolândia: 1
  • Carlópolis: 6
  • Jacarezinho: 4
  • Toledo: 1

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema – manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo. Também podem ocorrer dores de cabeça, indisposição e diarreia.