Startups: vamos falar um pouco mais? Parte II…

In loco: transmitindo informações e compartilhando experiências

Nas entrelinhas do Direito, por André Cesar de Mello

Hoje é sexta-feira, como de costume, da série “nas entrelinhas do Direito”, e o tema escolhido, foi merecedor de um destaque, em continuidade, e precisamos refletir:

Falar, pensar e refletir, em prol de muito trabalho:

 Startups: vamos falar um pouco mais? Parte II…

Por André Cesar de Mello e Vinicius Leonart

Acreditamos que a importância das startups para o Brasil já foi transmitida no texto anterior sobre esse tema[1]. E que tal falarmos agora um pouco mais sobre o mercado de investimento nas startups no Brasil? Lembrando que esse ponto é fundamental para as empresas que estão começando nesse ramo. Estão prontos? Ah, só uma coisa: é importante ler esse texto juntamente com a outra coluna já publicada em 28/06/2019[2]. Certo? Prontos? Vamos lá!

CENÁRIO DE INVESTIMENTO NO BRASIL

Esse é o assunto do momento. Recorrentemente vemos notícias de startups recebendo vários milhões de dólares em investimento de forma muito fácil e rápida. Várias das empresas que receberam grandes aportes nos últimos anos são brasileiras, como o Quinto Andar, Ebanx e iFood. Não é à toa que startups como Ebanx se tornou o primeiro unicórnio do sul do país; ou seja, a empresa é avaliada em mais de um bilhão de dólares.

No Brasil, o investimento em startups cresceu mais de 51% no último ano, chegando ao valor de R$ 5,1 bilhão em aportes em 2018. Segundo Paulo Veras, fundador da 99 (transporte por aplicativo) e investidor, “o mercado nunca teve tanto dinheiro para startup”[3]. Somente no primeiro semestre deste ano as startups já receberam R$ 3,4 bilhões em investimentos.

Apesar de ser um mercado em expansão e a oferta de capital ser cada vez mais comum, receber um aporte de um fundo de investimento não é tão simples quanto parece. São necessários algumas informações bem determinadas e alguns cuidados imprescindíveis.

Vamos analisar cada um desses elementos:

QUANTO VALE MINHA EMPRESA?

Investimento em startups não é nada mais e nada menos do que alguma pessoa, física ou jurídica, comprando uma fração das cotas sociais ou do negócio. Portanto, para conseguir um investimento, o empreendedor deverá saber quanto vale sua empresa e quanto dela está disposto a dispor a terceiros, pois essa é a forma comum pela qual ele conseguirá recursos para desenvolver sua atividade.

Possuímos 3 formas mais comuns de calcular o valuation (valor de mercado da empresa) de uma startup:

O primeiro método considera o total de ativos (bens e direitos da empresa) e lucro líquido (diferença entre receita total e custo total da estrutura/operação); ou seja, tem uma abordagem direcionada às finanças da empresa.

Para determinar o valor basta somar todos os ativos e os resultados (lucro líquido) obtidos pelo balanço fiscal mais recente. Então, se a startup possui, por exemplo, R$ 100.000,00 em matéria-prima e obteve R$ 80.000,00 de lucro acumulado no último exercício, seu valor de mercado é de R$ 180.000,00. Ou seja: ativo + lucro líquido = valor de mercado. Esta metodologia é mais recomendada para empresas de pequeno porte que estão começando em seu mercado.

A segunda opção é da base zero, que também é bem simples de ser realizada. Segundo esta opção, o valor da startup é quanto dinheiro uma pessoa necessitaria para criar uma empresa com características e segmento autuação igual. Nesse caso, o valuation será calculado por uma comparação que avaliaria todos os investimentos realizados com aluguel do espaço, matéria-prima, contratação de pessoal, desenvolvimento de software, produtos em estoque, impostos e demais custos.

O terceiro é o método para venture capital, em que as informações analisadas e os cálculos realizados ficam mais complexos. Geralmente esse método é utilizado para startups com mais tempo de mercado que possuem um faturamento mais significativo e que estão buscando investimento de risco no mercado. Ah, claro: venture capital é definida como uma modalidade de investimento em que é composta por investidores e fundos de investimento de risco. A finalidade da venture capital é realizar investimentos em startups que tenham expectativa de crescimento rápido e elevado grau de rentabilidade.

O principal objetivo deste exercício é saber o quanto sua empresa vale hoje e quanto ela poderá valorizar o capital do investidor ao médio e longo prazo. Para tanto, é necessário considerar algumas informações imprescindíveis como: Quanto pretende investir na empresa; estimativa de faturamento anual; projeção de receita para o ano de resgate do investimento (em regra, 5 anos); e margem líquida esperada para esse mesmo período.

Além disso, este cálculo também leva em conta o múltiplo P/L (preço sobre lucro) do mercado que a startup atua e a taxa de desconto que o investidor espera receber com sua empresa.

Caso a empreendedor não esteja familiarizado com essas informações e com cálculos financeiros, recomenda-se a contratação de um profissional da área financeira e advogado especializado. Quanto mais preciso for os cálculos e as informações coletadas, mais preparado estará o empreendedor para ter negociações serias e justas com os fundos de investimento.

QUAIS SÃO OS TIPOS E MODALIDADES DE INVESTIMENTO?

O mercado costuma criar nomenclaturas para definir os diversos tipos de investimento em startups com um objetivo de facilitar a comunicação.

A primeira modalidade de investimento é aquele realizada pelas aceleradoras de startups, que consistem em empresas que selecionam e ajudam as startups iniciantes que possuem grande potencial a se estruturarem. Geralmente, os aportes nessa fase são de R$ 100.000,00 por 8% da startup, considerando um valuation de R$ 800.000,00.

Depois temos os investimentos-anjo que, em regra, é realizado por pessoas físicas que acreditam muito no potencial da empresa investida e estão mais propensas a grandes riscos. Esses aportes giram em torno de R$ 180.000,00 por 12% da startup.

Vamos lembrar de uma coisa: no texto publicado em 28/06/2019 “Nas Entrelinhas do Direito”[4], nós dissemos que são inúmeras as formas de, juridicamente, investir em uma startup. Não necessariamente o investidor ingressará no quadro societário (sendo sócio/acionista/quotista), caso em que haverá contratos muito específicos que o ampararão, principalmente em relação ao seu empréstimo/investimento na startup. Portanto, esse percentual de participação do investidor (12%, 8% ou qualquer outro) não necessariamente estará incluído no contrato social, mas em contratos à parte. Poderá estar incluído, mas não é uma exigência.

Para startups que já possuem um produto bem desenvolvido e já conhecem seu mercado, temos o investimento seed (semente) ofertados por fundos de venture capital, em sua maioria. Por serem empresas mais estruturadas que estão em fase de tração (momento em que estão em fase de pleno crescimento e buscam escalabilidade), essa rodada chega em até R$ 2.000.000,00 por 15% da empresa.

A partir desse momento, o mercado costuma chamar os próximos investimentos de Séries A, B, C e assim sucessivamente. Somente chegam nessas rodadas de investimento as startups que encontraram sua estratégia de crescimento e somente necessitam do capital externo para crescer cada vez mais. Um investimento de Série A fica em torno de R$ 8.000.000,00 por 20% e uma Série B geralmente arrecada R$ 27.000.000,00 por 30%. Por exemplo, o Quinto Andar, plataforma de aluguel de imóveis urbanos, recebeu em uma das suas rodadas de investimento R$ 250.000.000,00 do Softbank, colocando-a no clube seleto de startups brasileiras que valem mais de R$ 1 Bilhão.

Apenas para explicar: as rodadas de investimento de séries A, B, C e sucessivamente servem para startups já consolidadas, cada qual com o seu nível de risco, investimento e retorno, como visto. Na fase “A” a empresa já tem um modelo de negócio definido, mercado conhecido e o mercado já conhece o produto/serviço. Na rodada “B” a empresa tem o objetivo de expandir ainda mais o negócio, pois a startup já está mais consolidada, de modo que passa a recrutar talentos e criar mais departamentos. Muda a cara da empresa. Na rodada “C” a empresa tem o objetivo de acelerar ainda mais, muitas vezes expandido internacionalmente. A rodada “C” geralmente antecede a abertura do capital da empresa na bolsa de valores, o que se chama de IPO (em português: oferta pública inicial).

Portanto, todas as startups possuem oportunidades de investimento no mercado brasileiro, desde que possuam um bom produto, um bom mercado e uma organização financeira. É a lógica da oportunidade: viu um desafio/melhoria/oportunidade, deve agarrá-la, lembrando que essa mesma oportunidade é careca na parte de trás da cabeça. O que isso significa? Você não consegue mais agarrá-la se deixá-la passar. E isso serve para tudo na vida.  

OS CUIDADOS AO BUSCAR INVESTIMENTO

Apesar destes valores despertarem o interesse de vários empreendedores, é necessário ter vários cuidados nesse processo de investimento. O primeiro cuidado é relativo à organização formal da empresa e da relação entre os sócios-fundadores. Como o investidor comprará parte de uma pessoa jurídica, esta deverá estar devidamente constituída e obedecendo todas as normativas do seu regime (tanto societário, quanto tributário). Nenhum investidor quer entrar em uma empresa bagunçada e informal. Além disso, um acordo formal entre os fundadores que determine claramente quais serão as responsabilidades de cada um é muito importante e isso permite maior segurança para quem entra no meio do caminho.

Outro ponto relevante é a negociação com o investidor. É nesse momento em que os fundadores podem perder a gerência de sua própria empresa. Cuidado! Essa negociação dependerá muito do perfil de cada investidor: alguns tem uma atuação mais intervencionista e outros preferem somente monitorar as métricas de vendas e financeiras. É importante o sócio-fundador não perder a gerência da empresa, justamente porque a face/cara dela deve ser a do fundador, em sua maioria. Um bom acordo é essencial.

Independente de qualquer situação, o empreendedor deve contar com um advogado nestes momentos para que não se comprometa com obrigações que não conseguirá cumprir ou que atrapalharão suas atividades diárias. Encontrar um bom investidor e fazer uma boa negociação é o que poderá levar sua empresa para o sucesso.

Como de costume, costumamos trazer uma ideia final para que o leitor possa melhor compreender o que estamos dizendo. Como a vida é cíclica, por vezes as coisas podem não dar certo. E isso é bem normal. Com as startups o mesmo pode ocorrer. Se você é sonhador, meu querido leitor, tem uma ideia e crê que isso possa realmente dar certo, Raul Seixas já deixou uma mensagem para você: “Nunca é tarde demais para começar tudo de novo”.

Enorme abraço a todos.

Uma ótima sexta-feira a todos!

Abraços

Janaina Chiaradia

[1] Disponível em: <https://paranaportal.uol.com.br/opiniao/in-loco-novas-tendencias-do-direito/startups-vamos-falar-um-pouco-mais/>.

[2] Disponível em: <https://paranaportal.uol.com.br/opiniao/in-loco-novas-tendencias-do-direito/as-inovacoes-advindas-com-as-startups/>.

[3] Disponível em: < https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2019/05/epoca-negocios-investimento-em-startups-brasileiras-cresce-51-em-1-ano.html>.

[4] Disponível em: <https://paranaportal.uol.com.br/opiniao/in-loco-novas-tendencias-do-direito/as-inovacoes-advindas-com-as-startups/>.

Startups: vamos falar um pouco mais?

In loco: transmitindo informações e compartilhando experiências

Nas entrelinhas do Direito, por André Cesar de Mello

 

Hoje não é sexta-feira, como de costume, da série “nas entrelinhas do Direito”, mas o tema escolhido, foi merecedor de um destaque, em plena terça-feira, afinal, precisamos refletir:

Falar, pensar e refletir, em prol de muito trabalho:

 

Startups: vamos falar um pouco mais?

Por André Cesar de Mello e Vinicius Leonart

 

Estamos em outra segunda-feira da coluna “Nas Entrelinhas do Direito” e hoje iremos falar sobre um assunto do momento (deste momento e do futuro) que afeta muitos empresários, seja como oportunidade de crescimento, seja como concorrência possível. Já falamos sobre as startups anteriormente[1] e hoje iremos abordar sobre esse mundo de uma forma diferente: vamos dar um tom mais prático e trazer uma startup curitibana para mostrar como funciona. Faremos essa compreensão mais profunda das startups em duas semanas: nesta segunda e na próxima sexta-feira. Temos que entender esse novo fenômeno para respirar novos ares. Prontos? Vamos lá!

 

DIFERENÇAS ENTRE STARTUP E EMPRESAS COMUNS

 

Já mencionamos essa diferença no artigo anterior, mas é importante relembrar que o mercado costuma definir uma startup como aquela empresa escalável e replicável que trabalha em um mercado incerto. Consideramos escalável uma empresa que consegue crescer sua operação muito rápido, aumentar sua oferta e seus clientes, por exemplo, sem necessitar aumentar suas despesas. Replicável, por sua vez, diz respeito à capacidade de entrega seus produtos em escala potencialmente ilimitada em diversos contextos. Além disso, estar em um mercado incerto também é importante; startups geralmente criam seu próprio mercado com uma solução totalmente inovadora ou entram em um mercado que está iniciando.

Perceba que no conceito mais aceito pelo mercado não há nenhuma referência de tecnologia, disrupção ou inovação. Isso porque a tecnologia é a ferramenta que permite uma empresa ser escalável e replicável; somente por ela é possível crescer exponencialmente com uma estrutura pequena. Contudo, ter tecnologia não significa que sua empresa é uma startup.

Portanto, a diferença de uma startup para uma empresa tradicional é a capacidade de crescimento, replicabilidade e a sustentação de uma estrutura enxuta para maximizar o lucro.

 

E COMO POSSO TIRAR A IDEIA DA CABEÇA E COMEÇAR UMA STARTUP?

 

Atualmente vemos várias startups conquistarem valores expressivos de investimento e valuation (valor de mercado da startup), o que faz com que várias pessoas tenham vontade de abrir a sua para aproveitar esse mar de oportunidades. Naturalmente a primeira pergunta a ser realizada para isso é: “Qual será minha solução?” Sempre começamos pensando no que vamos construir, quem serão nossos sócios e quanto precisaremos gastar. Será que esse pensamento está certo?

Infelizmente, esse é um caminho muito errado. A melhor maneira de começar uma empresa é olhando para quais serão os problemas que pretende resolver. Entender seu público, quais são suas ações diárias, quais são as dores que sentem em sua vida e quais são os ganhos que esperam receber no futuro é o primeiro e mais importante passo. Esse exercício serve para possibilitar a criação de uma solução valiosa; ninguém precisa de uma solução para um problema que não possui. Entendendo os problemas que seu público possui, a criação de soluções valiosas se torna natural e esperado. Esse exercício ainda fica mais fácil quando essa análise é sobre assuntos que o empreendedor domina. Mas se lembrem: a visão pessoal do empreendedor não é a necessidade do mercado; todas as conclusões sobre os problemas devem ser retiradas de perguntas e informações obtidas diretamente com seu público alvo. Para isso é importante fazer questionários e perceber o seu público.

Após esse exercício, o empreendedor estará capaz de construir soluções úteis e valiosas para seu público. Essas soluções geralmente são tecnológicas, pois conseguem ter um valor de operação baixo e atender inúmeros clientes ao mesmo tempo. Tendo o problema bem definido e uma solução lógica, o empreendedor possui uma ideia de negócio. Essa é a melhor maneira de tirar uma ideia do papel, na minha visão. Isso permitirá o empreendedor correr atrás de investimento para fazer sua ideia resultar em um negócio de sucesso, justamente porque está com a faca (problema) e o queijo (solução) na mão. A fome, meus queridos leitores, surge logo em seguida.

Para compreender ainda mais sobre esse cenário, utilizaremos o exemplo da HUNTAX, uma startup tipicamente paranaense. Vamos lá!

 

HUNTAX: O QUE É E COMO COMEÇOU?

 

A HUNTAX conecta o passado e presente tributário da sua empresa ao futuro, por meio da colaboração e automação. Somos uma plataforma que revisa o passado tributário para localização de ativos desconhecidos; realiza previsões para possibilitar planejamentos mais precisos e automatiza procedimentos fiscais diários para empresas mais tributariamente inteligentes e lucrativas.

A idealização da HUNTAX iniciou em fevereiro de 2018, quando os fundadores criaram as primeiras estruturas dos softwares. Ao ver uma oportunidade no mercado jurídico, os fundadores se viram capazes de levar seus estudos técnicos ao próximo nível e no processo contribuir para a comunidade jurídica brasileira de um modo relevante. A juventude e o amor pela técnica motivaram a reunião para a criação de soluções inovadoras e essenciais para o mercado jurídico contemporâneo. Bom, aí os fundadores já tinham um problema e uma solução em vista. Lembram da importância disso?

A HUNTAX originalmente foi idealizada pelos advogados Vinicius Leonart e Diogo Lecheta, responsáveis pela pesquisa e validação jurídica das soluções criadas. Após a estruturação do negócio, o analista de sistemas Tiago Costa foi convidado para a sociedade, com o objetivo de construir os softwares idealizados.

Em fevereiro a HUNTAX entrou na primeira turma de 2019 do programa de aceleração da Baita Aceleradora, situada em Campinas/SP. Neste programa de aceleração foram criadas as estratégias comerciais e de marketing, possibilitando o crescimento da base de clientes. Além disso, foi no processo de aceleração que conseguimos entender melhor quais eram os reais problemas dos nossos clientes e, por isso, aumentamos nossa proposta de solução.

 

HUNTAX: ATUALMENTE COMO ESTÁ.

 

Estamos vivendo um momento muito interessante: estamos desenvolvendo diversas novas funcionalidades que chegarão ao mercado em breve. Além disso, abrimos nossa primeira rodada de investimento; conversar com fundos de investimento em startups é algo muito específico e singular. Cada fundo possui uma característica de investimento diversa e, consequentemente, olham para dados diversos. Encontrar o fundo mais condizente com o perfil da sua empresa é uma tarefa complexa, que exige um pouco de sorte. É importante o empresário focar nesses detalhes importantes.

 

E O MERCADO FUTURO DAS STARTUPS?

 

Estamos vendo a chegada de grandes investidores mundiais no Brasil, como o Softbank por exemplo. A oferta expressiva de capital faz com que as empresas se valorizem e, por isso, estamos vendo o continuo aparecimento de startups unicórnio. Apesar disso ser muito benéfico para os empreendedores, pois conseguem mais opções baratas de aquisição de capital, tem um efeito de bolha. Na minha percepção, veremos várias startups que prometem muito agora quebrarem logo, caso não apresentem resultados concretos. O que eu vejo hoje é muito empresa prometer lucros gigantescos no futuro, mas o que vemos hoje é necessidade de obtenção de capital para sustentar seu modelo. Quando essas empresas não cumprirem repetidamente suas metas, o mercado ficará mais conservador no momento de entrega de capital. Será nesse momento que a bolha estourará e somente ficarão as empresas que possuem negócios realmente saudáveis.

PRÓXIMA COLUNA: NOVAMENTE STARTUPS SIM SENHORES E SENHORAS.

 

Na próxima coluna abordaremos assuntos importantíssimos sobre as startups, sempre com uma perspectiva prática para que o público possa compreender plenamente esse mundo. Veremos todos vocês na próxima sexta-feira!

Abraço a todos.

Mãos as obras!!!

Até amanhã!

Janaina Chiaradia

Uma musiquinha boa, para ficar bem “de boa”, e iniciar os trabalhos:

 

[1] Disponível em: <https://paranaportal.uol.com.br/opiniao/in-loco-novas-tendencias-do-direito/as-inovacoes-advindas-com-as-startups/>.