Em extinção, arara-azul nasce no zoológico de Curitiba

O Zoológico de Curitiba tem um novo morador: um filhote de arara-azul. É o quarto filhote da espécie a nascer no zoo do Alto Boqueirão. Segundo a Prefeitura, o bebê ainda está em um recinto, sob os cuidados dos pais, foram de exposição no parque.

A espécie, que vive nas regiões do Pantanal e da Amazônia, é considerada vulnerável na escala de risco de extinção. No último censo realizado, havia apenas quatro mil indivíduos em vida livre, em razão da caça, comércio clandestino e desmatamento.

Equipes do zoo perceberam que os pais ficavam mais tempo no ninho e então descobriram o filhote. A estimativa é que o bebê tenha nascido há quatro meses.

Hoje, quase do tamanho dos pais, o ainda filhote já arrisca alguns voos. Estes animais costumam ficar sob a tutela dos progenitores de 12 a 18 meses após o nascimento.

Para saber se é macho ou fêmea será necessário fazer um teste de DNA, já que as aves não apresentam dimorfismo sexual.

Irmão famoso

O filhote é irmão do Blu, arara-azul que fugiu dos veterinários durante um teste de voo no Passeio Público, ainda em 2014.

Blu está em exposição em um recinto com uma fêmea da mesma espécie. Os dois ainda estão se conhecendo, mas espera-se que possa ser mais um casal a se reproduzir em breve.

*Com informações da SMCS*

Zoológico de Curitiba recebe três novos moradores

O Zoológico de Curitiba ganhou novos moradores: dois micos-leões-dourados, batizados de Lou e Ann, e uma tamanduá-bandeira, chamada Lola. Os nomes foram escolhidos por alunos de escolas municipais da cidade.

De acordo com a administração do zoo, Lola está em uma área só dela, vizinha à de Igor, um animal da mesma espécie. A tendência é que os dois formem um casal assim que atingir a idade adulta.

Conforme o zoo, a vinda dela de um criadouro conservacionista é um esperança de reprodução da espécie ameaçada de extinção.

Os micos-leões-dourado receberam seus nomes em homenagem à pesquisadora Lou Ann Dietz, que trabalha pela conservação da espécie no Brasil desde o início da década de 1980. Eles estão junto dos pequenos primatas, próximos da área dos muriquis.

Apreendidos pelo Ibama em situação irregular, foram encaminhados para o Zoo de Curitiba. Agora, de acordo com a coordenação do zoológico, a ideia é tentar reproduzi-los dentro do programa de conservação de espécies ameaçadas.

Macaco ameaçado de extinção nasce no Zoológico de Curitiba

Faz quase um mês que o casal de muriquis Fernanda e Aguirre tiveram o terceiro filhote nascido no Zoológico de Curitiba, mas as primeiras imagens do novo integrante da família só puderam ser feitas nesta semana. Isso acontece por que o contato humano com o filhote é mínimo, já que a espécie de primatas é uma das mais ameaçadas do mundo.

(Crédito: Lucilia Guimarães/SMCS)

Por este motivo, conta o diretor do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna, Edson Evaristo, ainda não foi possível se aproximar o suficiente para saber se o filhote de muriqui é macho ou fêmea.

“Não queremos atrapalhar o comportamento natural dos animais e, nos primeiros meses, o filhote fica quase o tempo todo agarrado e protegido pela mãe”, explica Evaristo. A intenção da equipe do zoológico, que tem um trabalho voltado à conservação de diversas espécies, é incentivar a reprodução dos primatas.

No Brasil, além de Curitiba, apenas o Zoo de Sorocaba mantem grupos reprodutivos de muriquis.

 

Zoológico de Curitiba bate recorde de visitação

O número é o maior em dez anos durante este período que coincide com as férias escolares. Ano passado, no mesmo mês, foram 91,7 mil pessoas e em 2016, 84,9 mil. Nos anos anteriores, a média de público de julho girou em torno de 60 mil visitantes.

Para a secretária Municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, uma série de fatores podem explicar o aumento no fluxo de pessoas na unidade de conservação, que fica no bairro Alto Boqueirão, parte do Parque Iguaçu. “Há tempos os zoológicos mudaram e em Curitiba não ficamos para trás. Além de os visitantes encontrarem um espaço com a manutenção em dia e animais bem tratados, oferecemos um ambiente em que o conservacionismo, com programas de reprodução de espécies ameaçadas, e a educação ambiental prevalecem”, afirmou Marilza.

Tamanduás e chimpanzés

Entre as atividades voltadas para a educação ambiental, destacam-se o Ano do Tamanduá, programação feita desde o mês de abril, conforme a proposta da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil; e o Dia Mundial do Chimpanzé (World Chimpanzee Day), iniciativa global comemorada em 14 de julho. O Zoo de Curitiba foi o primeiro a declarar o apoio à data no Brasil.

“Sempre aproveitamos a presença dos visitantes para motivá-los a estabelecer atitudes positivas em relação à natureza”, aponta o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna, departamento responsável pelo Zoológico de Curitiba, Edson Evaristo.

Cuidado constante

O que colabora, principalmente para o retorno dos visitantes, é a manutenção do local, que tem cerca de 590 mil metros quadrados de área. “Recentemente foram concluídos serviços de melhoria no recinto dos cervicapras e de renovação do piso no recinto do camelo; além da adequação das calçadas e acessos internos, com reparos na pavimentação das vias”, conta o gerente operacional, Cláudio Fontes.

“São serviços constantes, assim como a roçada das áreas de visitação e a limpeza periódica dos tanques dos hipopótamos, por exemplo”, destacou Evaristo. Os trabalhos têm apoio, ainda, de outros departamentos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, como a Limpeza Pública, e da Administração da Regional Boqueirão.

Aniversário da girafa Pandinha leva dez mil ao zoo de Curitiba

Cerca de dez mil pessoas visitaram o  Zoológico Municipal de Curitiba  durante a última semana, para homenagear a girafa Pandinha, que completou 29 anos no dia 1º de maio.

A festa em frente ao recinto, aconteceu na última sexta-feira (4), na presença de alunos da Escola Municipal Jornalista Arnaldo Alves da Cruz e teve direito a bolo de banana para as crianças e a uma refeição de folhas de amora para a aniversariante. “Viemos aqui homenagear a mascote mais querida das nossas crianças e agradecer a esses quase 30 anos de alegria que a Pandinha deu para nossa cidade”, disse o prefeito Rafael Greca (PMN), que esteve no zoo.

O veterinário do Zoológico, Manoel Lucas Javorouski, explicou que Pandinha é uma junção do nome do pai da girafa, Pacheco, com o da mãe, Amandinha. “Foi daí que surgiu a Pandinha”, disse.

Também participaram da visita as secretárias municipais do Meio Ambiente, Marilza Dias, e da Educação, Maria Silvia Bacila, a presidente do Instituto Curitiba de Saúde, Dora Pizzatto, o administrador da Regional Boqueirão, Ricardo Dias, e funcionários do departamento de Zoológico.

Pandinha tem quase o dobro do tempo de vida de uma girafa na natureza, que é de cerca de 15 anos. “Apesar da idade, nossa girafa está com boa saúde e esperamos que siga assim por muito tempo”, disse Javorouski.

Felinos

Até o fim deste ano, o Zoológico vai ganhar mais um recinto para os felinos. Segundo a secretária do Meio Ambiente, o novo espaço vai oferecer mais qualidade para os animais que já vivem no zoo. “A proposta é ampliar o espaço para os felinos que já moram aqui”, disse ela.

Novo recinto de flamingos no zoológico estimula procriação em cativeiro

SMCS

Adaptado para estimular a procriação em cativeiro, o novo recinto de flamingos, no Zoológico Municipal de Curitiba, foi entregue na manhã desta quinta-feira (22) pelo prefeito Gustavo Fruet. Em um dos cantos do espaço foram instalados espelhos e serão ofertados material próprio, como argila, para que os animais sejam estimulados a acasalar e procriar em cativeiro.

Na natureza, os flamingos vivem em grandes grupos e os espelhos servem para reproduzir essa condição. A estratégia, cientificamente já comprovada em sua eficácia, promove maior segurança e os estimula a acasalar. A espécie também produz seus próprios ninhos e a argila é outro item para atingir esse objetivo.

“Depois de quatro anos, ver o zoológico como está hoje nos dá a certeza de missão cumprida. A requalificação, a conservação é tão importante como as novas construções”, afirmou Fruet. Com lago e tratamento paisagístico, o novo recinto possui 250 metros quadrados e é todo telado para evitar o ataque de predadores. Boa parte dos recintos do zoo também foram revitalizados, como a reforma do sistema de drenagem, para evitar o alagamento dos espaços.

“O zoo sai repaginado. É um esforço de fazer com que as coisas funcionem na cidade. O zoológico é um lugar especial”, disse o secretário municipal do Meio Ambiente, Renato Lima. O grupo de flamingos é proveniente do Passeio Público.

Antes da entrega do novo recinto, o prefeito e o secretário, acompanhados de técnicos, diretores especialistas do Meio Ambiente também entregaram o novo portal de entrada do Zoológico. O portal foi reconstruído com madeira nova, mas no mesmo padrão anterior.