Vendas de Natal devem aumentar cerca de 4% neste ano

Foto: Arquivo/Agência Brasil
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Da BandNews Curitiba

As vendas de natal deste ano devem aumentar em cerca  de 4% na comparação ao ano passado, de acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Por causa da expectativa de melhoria nas vendas, vários lojistas já vêm preparando o comércio para o fim de ano.

De acordo com o diretor de Planejamento e Gestão da Fecomércio-PR Rodrigo Rosalém, o momento é oportuno para começar as estratégias de vendas para o natal. Além disso, nesta época do ano, começa as contratações temporárias – para atender a maior demanda em dezembro.

“Na nossa última pesquisa a opinião do proprietário mostrou uma expectativa positiva para o semestre, que é o que realmente acreditamos que vai acontecer. Não é cedo para começar a pensar em final de ano, principalmente se nós começarmos a pensar em vagas temporárias que é bem comum nesse período”, afirmou.

Segundo Rosalém, embora a data comemorativa pareça distante, muitos consumidores devem começar a comprar os presentes natalinos logo após o pagamento da primeira parcela do 13º.

“Muita gente começa a receber 13ª na primeira ou segunda quinzena de dezembro e já começa a procurar promoções, então toda a preparação do empresário precisa acontecer nessa época”, disse.

Este não é o caso da paranaense Dayane Azevedo que prefere investir em um jantar em família. Segundo Dayane, muitas pessoas se endividam por causa da data comemorativa. “Vamos fazer tudo juntos: o jantar e montar a árvore. Muita gente começa o ano pagando os presentes do dia das crianças e vão até o carnaval pagando os de natal. É muita coisa que o brasileiro inventou para movimentar o comércio”, argumenta.

De acordo com dados da divisão econômica da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), o volume de contratações em supermercados vai ser grande. O ramo responde por 30% do varejo e foi afetado de maneira positiva pela queda de preços dos alimentos importados, por causa do valor do dólar que está baixo em relação a outros anos.