Fábricas estimam alta de 11,4% no licenciamento de veículos novos

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) espera que as vendas de veículos novos em todo o país cresçam 11,4% em 2019, com o licenciamento de mais de 2,860 milhões de unidades.

A expectativa é de que a produção também cresça até o fim deste ano, com aumento de 9% em relação ao ano passado. Quanto às exportações, no entanto, a estimativa é de queda de 6,2% em comparação a 2018, disse hoje (8) Antonio Megale, presidente da entidade.

“Acreditamos que as reformas irão acontecer, principalmente a da Previdência, qualquer que seja essa reforma, mais ou menos profunda. Acreditamos também que a inflação continuará controlada e que os juros continuarão baixos. Nós temos uma situação boa de crédito, já que o nível de inadimplência está muito baixo, o mais baixo dos últimos anos. Com isso, os bancos estão mais dispostos a emprestar dinheiro. E estamos apostando no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] entre 2,5% e 3%”, disse.

BALANÇO
Em 2018, a produção de veículos no país cresceu 6,7% na comparação com 2017. Entre janeiro e dezembro do ano passado, 2.880.000 de veículos foram produzidos no país, enquanto em 2017 foram fabricados 2.699.000.

“É um número razoável. Infelizmente, não chegamos aos 3 milhões [de unidades produzidas], que é o que a gente gostaria. E não chegamos aos 3 milhões porque justamente não conseguimos exportar mais para nosso principal parceiro [a Argentina]”, afirmou Megale.

Entre janeiro e dezembro de 2018, 2.566.000 de veículos [o que engloba veículos leves, caminhões e ônibus] foram licenciados no país, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), aumento de 14,6% em comparação a 2017.

É o terceiro ano consecutivo de crescimento na produção e no mercado, que vinha apresentando queda desde 2012.

“Foi um número positivo, acima de nossas expectativas. A gente estava prevendo um crescimento de 13,7% e o total superou, o que foi muito positivo”, disse a Anfavea.

Considerando-se apenas o licenciamento de veículos novos nacionais, 2.255.926 veículos foram licenciados no país com aumento de 13% em comparação a 2017.

Quanto às exportações, houve queda de 17,9% em 2018, com 629.175 unidades exportadas. “Infelizmente, nosso principal mercado, que é a Argentina, está tendo algumas dificuldades e teve uma retração importante, principalmente no segundo semestre. Com isso, exportamos menos”, finalizou.

Em relação aos empregos, o total de pessoas empregadas no setor caiu 0,6% em dezembro na comparação com novembro e de 1,7% em relação a dezembro do ano passado.

Venda de veículos novos cresceu 14,6% em 2018

A venda de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no país cresceu 14,60% no ano passado em relação a 2017, com 2.566.235 unidades emplacadas. É o segundo ano seguido de crescimento. No ano passado, estes segmentos apresentaram crescimento de 9,23%. O dado foi divulgado hoje (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No mês, estes segmentos cresceram 1,70% e, na comparação com o mesmo mês de 2017, o aumento foi de 10,33%.

Considerando apenas automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), houve alta de 13,74% no ano passado na comparação com 2017, com o emplacamento de 2.470.654 unidades. A expectativa para este ano é de aumento de 11% nestes dois segmentos.

Em relação ao emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o aumento foi de 13,58% em 2018, com a venda de 3.653.500 unidades. Para 2019, a expectativa é de que todos os segmentos automotivos apresentem crescimento de 10,1%.

“Iniciamos 2018 com uma expectativa de alta mais moderada, porém, em função da melhora, mais acentuada, da economia e da confiança do consumidor e investidores, ao longo do ano, o desempenho do setor automotivo foi maior do que o esperado. Mesmo com acontecimentos negativos, como a greve dos caminhoneiros, em maio, e a indefinição política – no período pré-eleitoral, o mercado continuou em ritmo de alta”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade.

Dezembro

No mês de dezembro, a venda de todos os segmentos registrou alta de 3,36% na comparação com novembro, totalizando 331.153 emplacamentos. Com relação a dezembro de 2017, o crescimento foi de 9,93%.

Já os emplacamentos de carros e comerciais leves somou 225.001 unidades licenciadas em dezembro, com crescimento de 1,67%, se comparada ao mês de novembro, e de 9,85% na comparação a dezembro do ano passado. “A queda da taxa de juros e a melhora da inadimplência geraram uma maior oferta de crédito, impulsionando, assim, a venda de automóveis e comerciais leves”, disse Assumpção Júnior.

PRF promove leilão de 1060 veículos no Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza na próxima quinta-feira (8), em Cambé, no norte do Paraná, mais um leilão de veículos retidos nos pátios da instituição. O leilão terá início às 9 horas, nas dependências do Buffet Laguna – BR 369, nº 376, Cambé – PR.

Entre os 1060 veículos que serão leiloados, 453 estão conservados e têm condições de voltar a circular. Serão leiloados carros, motos e caminhões retidos nas unidades da PRF localizadas nas regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Pato Branco, Foz do Iguaçú, Guaíra e Londrina.

Os lotes restantes serão negociados como sucatas, para reaproveitamento de peças e partes metálicas. Entre os itens classificados como sucata estão veículos de origem estrangeira.

Os lances mínimos dos veículos conservados variam de R$ 50 a R$ 10 mil. O evento poderá ser acompanhado pelo endereço www.nakakogueleiloes.com.br, com lances presenciais ou via internet.

Quem desejar participar do leilão de forma online deve se cadastrar previamente, através do site. Os veículos poderão ser examinados pelos interessados ao longo dos cinco dias que antecedem o leilão, das 9 às 16 horas.

Conforme o artigo 328 do Código de Trânsito, o veículo recolhido que não vier a ser reclamado por seu proprietário dentro de um prazo de dois meses pode ser avaliado e levado a leilão A PRF mantém hoje cerca de 6 mil veículos retidos em seus pátios no estado.

– Íntegra do edital: www.nakakogueleiloes.com.br/logos/Leilao_786835_25.pdf

– Lotes Conservados: www.nakakogueleiloes.com.br/lotes/36329/

– Lotes Sucatas: www.nakakogueleiloes.com.br/lotes/36331/

Comissão aprova relatório de MP que cria incentivo ao setor automotivo

A comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 843/18, que cria uma nova política industrial para o setor automotivo, aprovou nesta quarta-feira (24) o parecer do relator, deputado Alfredo Kaefer (PP-PR). A medida segue para análise do plenário da Câmara dos Deputados.

Pelo acordo, foram incluídas no texto do projeto de lei de conversão alterações previstas em duas emendas que prorrogam benefícios fiscais de fabricantes de automóveis das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os itens tratam da prorrogação, até 2025, do Regime Automotivo do Desenvolvimento Regional (Lei 9.440/97), cujo encerramento estava previsto para dezembro.

Segundo o texto, para continuarem se beneficiando do crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as empresas dessas regiões deverão fazer mais investimentos e pesquisas para o desenvolvimento de novos produtos ou de outros modelos para produtos já existentes. O acordo favorece principalmente os estados da Bahia, de Pernambuco e do Ceará, que abrigam fábricas da Ford e da Fiat.

A previsão de renúncia total da medida provisória será de R$ 2,113 bilhões em 2019; e R$ 1,646 bilhões em 2020. A renúncia já foi incluída pelo governo no projeto da lei orçamentária do próximo ano.

Assinada em julho, a medida cria o Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, que concede créditos tributários. O subsídio vale igualmente para montadoras que atuam no país e para as empresas importadoras, que poderão abatê-lo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). [

O Rota 2030 substitui o Inova- Auto, que vigorou de 2012 a 2017 e concedia vantagens tributárias para a cadeia produtiva do setor no país, além de aumentar a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a importação de automóveis.

Para fazer jus ao benefício tributário, no entanto, a indústria automobilística terá que garantir um aporte mínimo anual de R$ 5 bilhões em investimentos nas áreas de pesquisa e desenvolvimento. Cada empresa poderá gerar crédito tributário de até 10,2% do valor investido. Serão estabelecidos indicadores e metas relacionadas à segurança veicular, tecnologia embarcada e redução de consumo de combustível.

Comissão do Senado aprova data para proibir carro movido a combustível fóssil

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou nesta terça-feira (16) um projeto que reduz gradualmente a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis, como gasolina e diesel. O texto estabelece a proibição total a partir de 2060.

A proposta segue para análise da Comissão de Meio Ambiente do Senado. Depois, por tramitar em caráter terminativo, irá direto para a Câmara. O projeto só precisará passar pelo plenário do Senado se houver apresentação de recurso pelos senadores.

Pelo projeto, a participação dos veículos novos a combustão nas vendas do país não poderá ultrapassar 90% em 2030, 70% em 2040 e 10% em 2050. A partir de 2060, as vendas estarão proibidas.
Há exceção dessa regra para os veículos movidos a biocombustíveis, como etanol e biodiesel. Esses modelos poderão continuar sendo vendidos, desde que funcionem exclusivamente com esses combustíveis.

A alternativa ao modelo de combustão é o motor elétrico, que ainda tem pequena participação no mercado brasileiro.

O autor do projeto, Telmário Mota (PTB-RR), argumenta que outros países já estabeleceram datas para proibir veículos movidos a combustíveis fósseis. Para ele, a medida gera redução da poluição, o que traz impacto positivo para a saúde das pessoas.

“Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa. A troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, diz.

Curitibanos estão entre os que mais esquecem itens em carros de App de transporte

A 99 POP lança duas ferramentas, neste mês, para evitar o esquecimento e facilitar a localização dos achados e perdidos dentro dos carros cadastrados no aplicativo. De acordo com um levantamento feito pela empresa, Curitiba está entre as cidades brasileiras que mais esquecem objetos nas corridas.  

“Recentemente peguei um passageiro que esqueceu um objeto estranho no porta malas do carro. Só depois, quando fui devolver, soube do que se tratava: uma máquina de inseminação artificial para equinos”, afirma o motorista Tiago, de Quixeramobim (CE). 

 Entre as novidades para evitar os esquecimentos, terá uma mensagem de voz que avisa usuários para verificarem se nada foi deixado no veículo. A segunda é um canal no próprio aplicativo para que usuários contatem os condutores em caso de perdas. Juntas, as duas novidades são responsáveis por uma redução de 50% dos casos de esquecimento em chamadas da plataforma.

Em 2018, foram esquecidos mais de 160 mil objetos por passageiros da 99. Semanalmente, eram cerca de 5 mil antes do lançamento das funcionalidades. São Paulo é a cidade campeã de achados e perdidos, seguida por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Recife. As peças mais esquecidas são celulares, carteiras e chaves. Entre os mais inusitados estão máquina de inseminação artificial; perna mecânica; a mãe; varinha do Harry Potter; microondas; gato; papagaio; 150 Yakults; uma pia; saco de folhas de amora e churrasqueira.

“Os objetos e suas histórias podem ser engraçadas, mas a 99 se preocupa genuinamente em fornecer a melhor experiência em sua plataforma”, diz Caio Poli, diretor de relacionamento com clientes da 99. “Ajudar a recuperar essas coisas significa mais segurança e comodidade aos usuários. 

O que fazer em caso de esquecimento?

– Clique no bonequinho no canto superior esquerdo da tela. Depois, escolha “ajuda”

– Se o objeto tiver sido esquecido na última corrida, ela estará selecionada automaticamente

– Se não, escolha a opção “ver todas”. Depois, “achados e perdidos”

– Descreva o objeto esquecido e envie a mensagem

– Você receberá o nome e telefone do motorista no e-mail cadastrado

– Se preferir, ligue para o número 0300 3132 421

Aumento nas vendas de consórcio impulsiona setor de veículos leves

Nos cinco primeiros meses de 2018, mais de 235,3 mil pessoas foram contempladas e e puderam utilizar R$ 9,6 bilhões em crédito para comprar um veículo leve (automóveis, camionetas ou utilitários), segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

Esse número é 7,3% superior ao registrado em igual período de 2017, quando 219,5 mil pessoas contempladas nessa categoria se valeram de R$ 8,95 bilhões para a aquisição de veículos dessa categoria. “Como o consumidor tem adotado a medida de planejar com antecedência a compra de um veículo, o consórcio tem se mostrado uma ótima solução. Prova disso é que o número de adesões está em crescimento”, destaca Rogério Pereira, Diretor Comercial da Embracon, administradora de consórcios.

“Além disso, o crédito disponibilizado no mercado constituiu um fator importante para a cadeia produtiva do segmento automobilístico, que é beneficiada com a venda de veículos nos meses subsequentes, quando o consorciado se vale da carta de crédito para concretizar a compra”, considera.

O segmento de Veículos Leves representa cerca de 51% do mercado de consórcios. Até maio deste ano, esse segmento registrou 3,57 milhões de participantes ativos, o que significa 4,1% a mais do que os 3,43 milhões até maio de 2017. Outro ponto é que as adesões aumentam mês a mês. Mais de 467 mil novas cotas de consórcio de Veículos Leves foram comercializadas entre janeiro e maio deste ano, volume 8,5% superior às 430,6 mil novas cotas registradas em igual período do ano passado.

Dados da ABAC indicam que, na média nacional, cerca de 31% dos veículos leves são comercializados no Brasil por meio de consórcio. Isso significa que um a cada três veículos leves são adquiridos no país por meio desse sistema.

Esse índice é quatro vezes o observado em 2009, quando apenas 7,8% dos veículos leves eram adquiridos por consórcio.Na região Nordeste, esse índice chega a 40,8%, seguida das regiões Centro Oeste (34,9%) e Norte (32,7%). Os Estados que lideram a utilização de consórcio para a compra de veículos leves são a Bahia (62,3%), Mato Grosso (52,5%) e Tocantins (45,4%).

Mercado Automobilístico
Os reflexos da contribuição do segmento de consórcio para as vendas de veículos podem ser observados nos dados do mercado. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os licenciamentos de veículos leves registraram aumento de 13,7% e passaram de 993,1 mil no primeiro semestre de 2017 para 1,1 milhão no mesmo período de 2018.

Os resultados apresentados pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos (Fenabrave), entidade que representa os concessionários, confirmam a tendência, uma vez que foram emplacados 1,1 milhão de veículos leves no primeiro semestre de 2018, número 13,7% superior aos 991,3 mil emplacados no primeiro semestre de 2017.

“Adquirir um veículo por meio de consórcio é extremamente vantajoso. Além não incorrer juros, é uma modalidade bastante flexível. Outro ponto é que a carta de crédito é vantajosa para ambos os lados porque garante mais poder de negociação para o comprador e representa dinheiro em caixa para o vendedor”, complementa Pereira.

Vantagens do Sistema de Consórcios
A flexibilidade e possibilidade de crédito acessível, sem incidência dos juros praticados pelo financiamento bancário, tem atraído cada vez mais o consumidor. Veja algumas das vantagens do Sistema de Consórcios:

  • O sistema conta com várias opções de crédito, prazos e parcelas que cabem no orçamento do consorciado;
  • Para participar não é necessário avalista e nem comprovação de renda;
  • A carta de crédito dá ao consorciado o poder de negociar a aquisição do bem à vista, o que lhe confere mais poder na hora de negociar;
  • Após a contemplação no consórcio de automóvel, a carta de crédito pode ser utilizada para quitar um financiamento ou consórcio de outra administradora em nome do próprio consorciado;
  • O consorciado pode utilizar o carro usado como lance na compra de um novo;
  • O sistema de consórcio conta com legislação específica e a administradora deve ser autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, o que traz mais segurança ao consumidor.

Vendas de carros seminovos e usados crescem 3,1% no Paraná

As vendas do setor de veículos seminovos e usados continuam positivas no Paraná, acompanhando a tendência nacional. No acumulado dos primeiros cinco meses de 2018, de janeiro a maio, as vendas aumentaram 3,1% no Estado, se comparado com o mesmo período de 2017. Os dados são da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado do Paraná (Assovepar) com a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (FENAUTO), que compreendem as categorias: automóvel, comercial leve, comercial pesado, motos e outros.

Os dados registram que no Paraná foram vendidos no acumulado dos cinco primeiros meses do ano de 2018, o total de 496.862 veículos, contra 481.902 unidades comercializadas no mesmo período de 2017. O crescimento também foi registrado se comparado o mês de maio com abril de 2018. Em maio foram comercializados 105.126 veículos, contra 101.121 em abril de 2018, registrando também um volume maior de vendas, com crescimento de 4%.

O presidente da Assovepar, Cesar Lançoni dos Santos, comenta que as vendas estão positivas e normalizadas como tradicionalmente pelo período. Também ressalta que a expectativa é boa para os últimos meses do ano. “Mesmo durante a crise, o nosso setor manteve positiva as vendas e agora vemos que o mercado já está seguindo normalmente com crescimento gradativo. E para este segundo semestre, acreditamos que o setor estará mais aquecido, pois o consumidor está sempre mais disposto a comprar ou trocar de veículo nos últimos meses do ano”. Ele também orienta que as lojas associadas Assovepar são empresas sérias na comercialização de veículos seminovos e usados, sendo uma ótima opção para quem está procurando vender ou comprar um veículo. “As revendas Assovepar oferecem comodidade ao cliente, pois contam com ótimas infraestruturas, com vendedores qualificados e trabalham com carros de procedência para dar segurança na negociação. Além disso, é aberta e preparada para diversos tipos de negócios que podem facilitar e agilizar a venda”, finaliza.

Freis capuchinhos benzem carros até às 21h desta sexta-feira

Por Narley Resende

Realizada toda primeira sexta-feira do ano na Igreja dos Capuchinhos, em Curitiba, a bênção dos carros começou hoje (sexta) às 6 horas da manhã e vai até às 21 horas da noite.

São 40 freis que se revezam em frente à igreja, na Avenida Manoel Ribas. Eles contam com a ajuda de voluntários paroquianos e escoteiros e dos agentes da Setran, que organizam o trânsito.

A tradição teve início na década de 1950, quando o frei Nereu José Bassi começou a abençoar os carros de moradores da região.

A expectativa é de que cerca de 15 mil veículos e motoristas sejam abençoados ao longo do dia.

Quem puder e quiser pode deixar uma oferta para o Convento dos Capuchinhos.