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PRF faz o último leilão de veículos do ano; menor lance será de R$50

São  1.570 veículos que estarão disponíveis, na próxima segunda-feira (09), durante  o último leilão do ano para venda de veículos retidos nos pátios da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Do total de veículos que serão leiloados,  590 poderão retornar a circular no trânsito. Serão leiloados carros, motos e caminhões retidos nas unidades da PRF localizadas nas regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Pato Branco, Foz do Iguaçu, Guaíra e Londrina.

Os veículos restantes serão negociados como sucatas, para reaproveitamento de peças e partes metálicas. Entre os itens classificados como sucata estão veículos de origem estrangeira.

Os lances mínimos dos veículos conservados variam de R$ 50 a R$ 5 mil.

O evento poderá ser acompanhado pelo endereço www.nakakogueleiloes.com.br, com lances presenciais ou via internet. Quem desejar participar do leilão de forma online deve se cadastrar previamente, através do site.

Os veículos poderão ser examinados pelos interessados ao longo dos cinco dias que antecedem o leilão, das 9 às 16 horas.

Conforme o artigo 328 do Código de Trânsito Brasileiro, o veículo recolhido que não vier a ser reclamado por seu proprietário dentro de um prazo de dois meses pode ser avaliado e levado a leilão.

Este é o terceiro e último leilão do ano, onde já foram arrematados mais de 3.000 veículos.

A PRF mantém hoje cerca de 4,7 mil veículos retidos em seus pátios no estado.

O leilão terá início às 9 horas e será realizado em Curitiba, em Curitiba, na Av. Senador Accioly Filho, 1625, Cidade Industrial.

Carros soterrados em desabamento em abril começam a ser retirados

Depois de sete meses, os donos dos carros atingidos pelo desabamento de um muro no bairro Campo Comprido puderam acessar as carcaças dos veículos.

Os dez carros e uma moto que foram soterrados no dia 7 de abril de 2019, após fortes chuvas, só começaram a ser retirados ontem (04) por causa de vistorias e avaliações necessárias para a definição do pagamento de indenizações aos proprietários.

Segundo a síndica do residencial, Marilene Casimiro da Silva, embora tenham esperado sete meses, os moradores comemoram o desfecho do caso.

A ideia, desde o início, era resolver tudo de forma extrajudicial, para tentar agilizar o processo.

Um acordo com o dono do terreno de onde veio a terra foi feito para indenizar os proprietários dos veículos atingidos.

Dessa forma, mesmo quem não tinha seguro do carro, pode ser ressarcido. Sem poder mexer nos veículos ou reformar a área atingida, durante a espera, a rotina dos moradores foi diretamente impactada.

Apesar dos grandes prejuízos materiais, o incidente não deixou feridos. Uma retroescavadeira está sendo usada para quebrar o muro e permitir o acesso aos carros.

As carcaças que estão sendo retiradas vão ser entregues aos moradores para que eles possam vender as peças que ainda podem ser reaproveitadas.

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Polícia investiga se agentes públicos tinham participação no esquema da JMK

A PC-PR (Polícia Civil) apura se agentes públicos tiveram alguma participação no esquema de superfaturamento na prestação de serviço à frota oficial do Estado. O crime, segundo a investigação, foi cometido por sócios e funcionários da empresa JMK, que, de 2015 a 2019, foi responsável pela manutenção de 17 mil veículos oficiais. Uma nova investigação foi aberta para descobrir se funcionários públicos proporcionaram algum tipo de facilitação ou se acobertaram as práticas.

No primeiro inquérito, concluído no mês passado, dois sócios da JMK e outras doze pessoas foram indiciadas. Entre os indiciados estão Aldo Marchini Junior e Jairo Cezar Vernalha Guimarães, donos da empresa. São pessoas suspeitas de crimes como lavagem de dinheiro, fraude em licitação, falsidade ideológica, falsificação de documentos e organização criminosa.

Agora, o Ministério Público pode, ou não, apresentar denúncia à Justiça. A averiguação foi iniciada por causa de indícios de que os responsáveis pela empresa falsificavam e adulteravam orçamentos de oficinas credenciadas para aumentar o valor dos serviços prestados.

O delegado Alan Flore explica o objetivo dessa nova etapa de investigação. “A empresa teve contrato com o poder público por mais de quatro anos e uma das vertentes agora, que nós trabalhamos, é a participação de outros envolvidos. Tando pessoas que não são agentes, como também agentes públicos. Nós estramos que essa empresa tenha praticado tantas fraudes de uma forma reiterada, sem que ela fosse incomodada em algum momento”, afirma o delegado.

Além disso, peças paralelas – de baixa qualidade, eram colocadas nos veículos. Mesmo assim, segundo a polícia, o valor cobrado era superior ao de peças originais. Um prejuízo total estimado em R$ 125 milhões. O delegado Guilherme Luiz Dias foi um dos responsáveis pela investigação.

A polícia também alega que, pelo contrato, havia a previsão inicial de uma porcentagem de 4%, cobrada das oficinas pela JMK. No entanto, o índice cresceu e chegou a 20%. As oficinas que se recusavam a pagar eram descredenciadas, segundo a polícia.

Confira a íntegra da nota da JMK:

A defesa da JMK vai apresentar à Justiça todas as provas de que cumpriu rigorosamente o contrato e está à disposição do Ministério Público para qualquer esclarecimento.

O sistema de gestão compartilhada implantado pela JMK oferecia ao Estado economia, transparência e ferramentas de fiscalização e possibilitou uma economia de R$ 96 milhões ao Estado.

Mais da metade das notas foram pagas em atraso pelo Governo, gerando uma série de problemas com as oficinas contratadas, como também prejuízos para a JMK.

A empresa segue acreditando na Justiça e está confiante que o Ministério Público não irá acolher o indiciamento feito pela Autoridade Policial, que desde o início tem agido com indevida precipitação na análise do caso.

 

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Operação no Paraná mira quadrilha que alugava carros para contrabando de cigarros

A PF (Polícia Federal) deflagrou, no Paraná, a Operação Smoke Rent para desmantelar uma quadrilha que contrabandeava cigarros do Paraguai com veículos alugados.

A suspeita é que o grupo, com oito integrantes, usaram 20 veículos para, ao menos, 25 viagens ao país vizinho entre os meses março e outubro de 2019.

Cerca de 45 policiais federais vão cumprindo 10 mandados de busca e apreensão em Curitiba e na Região Metropolitana nesta sexta-feira (11).

A estimativa é que a organização tenha transportado cerca de 200 mil maços de cigarro, com evasão de mais de R$ 1 milhão em tributos e multas à Receita Federal.

Conforme a PF, a identificação da associação se deu a partir de uma sequência de prisões em flagrante. A partir disso, a PF passou a cruzar dados com a Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e levantou como funcionava o modus operandi da quadrilha para realizar a operação nesta manhã.

Por fim, vale lembrar que as penas de contrabando e organização criminosa podem chegar a 8 anos de prisão.

Cigarros encontrados na Operação Smoke Rent, no Paraná. (Divulgação / PF)

Fábricas estimam alta de 11,4% no licenciamento de veículos novos

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) espera que as vendas de veículos novos em todo o país cresçam 11,4% em 2019, com o licenciamento de mais de 2,860 milhões de unidades.

A expectativa é de que a produção também cresça até o fim deste ano, com aumento de 9% em relação ao ano passado. Quanto às exportações, no entanto, a estimativa é de queda de 6,2% em comparação a 2018, disse hoje (8) Antonio Megale, presidente da entidade.

“Acreditamos que as reformas irão acontecer, principalmente a da Previdência, qualquer que seja essa reforma, mais ou menos profunda. Acreditamos também que a inflação continuará controlada e que os juros continuarão baixos. Nós temos uma situação boa de crédito, já que o nível de inadimplência está muito baixo, o mais baixo dos últimos anos. Com isso, os bancos estão mais dispostos a emprestar dinheiro. E estamos apostando no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] entre 2,5% e 3%”, disse.

BALANÇO
Em 2018, a produção de veículos no país cresceu 6,7% na comparação com 2017. Entre janeiro e dezembro do ano passado, 2.880.000 de veículos foram produzidos no país, enquanto em 2017 foram fabricados 2.699.000.

“É um número razoável. Infelizmente, não chegamos aos 3 milhões [de unidades produzidas], que é o que a gente gostaria. E não chegamos aos 3 milhões porque justamente não conseguimos exportar mais para nosso principal parceiro [a Argentina]”, afirmou Megale.

Entre janeiro e dezembro de 2018, 2.566.000 de veículos [o que engloba veículos leves, caminhões e ônibus] foram licenciados no país, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), aumento de 14,6% em comparação a 2017.

É o terceiro ano consecutivo de crescimento na produção e no mercado, que vinha apresentando queda desde 2012.

“Foi um número positivo, acima de nossas expectativas. A gente estava prevendo um crescimento de 13,7% e o total superou, o que foi muito positivo”, disse a Anfavea.

Considerando-se apenas o licenciamento de veículos novos nacionais, 2.255.926 veículos foram licenciados no país com aumento de 13% em comparação a 2017.

Quanto às exportações, houve queda de 17,9% em 2018, com 629.175 unidades exportadas. “Infelizmente, nosso principal mercado, que é a Argentina, está tendo algumas dificuldades e teve uma retração importante, principalmente no segundo semestre. Com isso, exportamos menos”, finalizou.

Em relação aos empregos, o total de pessoas empregadas no setor caiu 0,6% em dezembro na comparação com novembro e de 1,7% em relação a dezembro do ano passado.

Venda de veículos novos cresceu 14,6% em 2018

A venda de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no país cresceu 14,60% no ano passado em relação a 2017, com 2.566.235 unidades emplacadas. É o segundo ano seguido de crescimento. No ano passado, estes segmentos apresentaram crescimento de 9,23%. O dado foi divulgado hoje (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No mês, estes segmentos cresceram 1,70% e, na comparação com o mesmo mês de 2017, o aumento foi de 10,33%.

Considerando apenas automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), houve alta de 13,74% no ano passado na comparação com 2017, com o emplacamento de 2.470.654 unidades. A expectativa para este ano é de aumento de 11% nestes dois segmentos.

Em relação ao emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o aumento foi de 13,58% em 2018, com a venda de 3.653.500 unidades. Para 2019, a expectativa é de que todos os segmentos automotivos apresentem crescimento de 10,1%.

“Iniciamos 2018 com uma expectativa de alta mais moderada, porém, em função da melhora, mais acentuada, da economia e da confiança do consumidor e investidores, ao longo do ano, o desempenho do setor automotivo foi maior do que o esperado. Mesmo com acontecimentos negativos, como a greve dos caminhoneiros, em maio, e a indefinição política – no período pré-eleitoral, o mercado continuou em ritmo de alta”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade.

Dezembro

No mês de dezembro, a venda de todos os segmentos registrou alta de 3,36% na comparação com novembro, totalizando 331.153 emplacamentos. Com relação a dezembro de 2017, o crescimento foi de 9,93%.

Já os emplacamentos de carros e comerciais leves somou 225.001 unidades licenciadas em dezembro, com crescimento de 1,67%, se comparada ao mês de novembro, e de 9,85% na comparação a dezembro do ano passado. “A queda da taxa de juros e a melhora da inadimplência geraram uma maior oferta de crédito, impulsionando, assim, a venda de automóveis e comerciais leves”, disse Assumpção Júnior.

PRF promove leilão de 1060 veículos no Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza na próxima quinta-feira (8), em Cambé, no norte do Paraná, mais um leilão de veículos retidos nos pátios da instituição. O leilão terá início às 9 horas, nas dependências do Buffet Laguna – BR 369, nº 376, Cambé – PR.

Entre os 1060 veículos que serão leiloados, 453 estão conservados e têm condições de voltar a circular. Serão leiloados carros, motos e caminhões retidos nas unidades da PRF localizadas nas regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Pato Branco, Foz do Iguaçú, Guaíra e Londrina.

Os lotes restantes serão negociados como sucatas, para reaproveitamento de peças e partes metálicas. Entre os itens classificados como sucata estão veículos de origem estrangeira.

Os lances mínimos dos veículos conservados variam de R$ 50 a R$ 10 mil. O evento poderá ser acompanhado pelo endereço www.nakakogueleiloes.com.br, com lances presenciais ou via internet.

Quem desejar participar do leilão de forma online deve se cadastrar previamente, através do site. Os veículos poderão ser examinados pelos interessados ao longo dos cinco dias que antecedem o leilão, das 9 às 16 horas.

Conforme o artigo 328 do Código de Trânsito, o veículo recolhido que não vier a ser reclamado por seu proprietário dentro de um prazo de dois meses pode ser avaliado e levado a leilão A PRF mantém hoje cerca de 6 mil veículos retidos em seus pátios no estado.

– Íntegra do edital: www.nakakogueleiloes.com.br/logos/Leilao_786835_25.pdf

– Lotes Conservados: www.nakakogueleiloes.com.br/lotes/36329/

– Lotes Sucatas: www.nakakogueleiloes.com.br/lotes/36331/

Comissão aprova relatório de MP que cria incentivo ao setor automotivo

A comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 843/18, que cria uma nova política industrial para o setor automotivo, aprovou nesta quarta-feira (24) o parecer do relator, deputado Alfredo Kaefer (PP-PR). A medida segue para análise do plenário da Câmara dos Deputados.

Pelo acordo, foram incluídas no texto do projeto de lei de conversão alterações previstas em duas emendas que prorrogam benefícios fiscais de fabricantes de automóveis das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os itens tratam da prorrogação, até 2025, do Regime Automotivo do Desenvolvimento Regional (Lei 9.440/97), cujo encerramento estava previsto para dezembro.

Segundo o texto, para continuarem se beneficiando do crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as empresas dessas regiões deverão fazer mais investimentos e pesquisas para o desenvolvimento de novos produtos ou de outros modelos para produtos já existentes. O acordo favorece principalmente os estados da Bahia, de Pernambuco e do Ceará, que abrigam fábricas da Ford e da Fiat.

A previsão de renúncia total da medida provisória será de R$ 2,113 bilhões em 2019; e R$ 1,646 bilhões em 2020. A renúncia já foi incluída pelo governo no projeto da lei orçamentária do próximo ano.

Assinada em julho, a medida cria o Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, que concede créditos tributários. O subsídio vale igualmente para montadoras que atuam no país e para as empresas importadoras, que poderão abatê-lo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). [

O Rota 2030 substitui o Inova- Auto, que vigorou de 2012 a 2017 e concedia vantagens tributárias para a cadeia produtiva do setor no país, além de aumentar a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a importação de automóveis.

Para fazer jus ao benefício tributário, no entanto, a indústria automobilística terá que garantir um aporte mínimo anual de R$ 5 bilhões em investimentos nas áreas de pesquisa e desenvolvimento. Cada empresa poderá gerar crédito tributário de até 10,2% do valor investido. Serão estabelecidos indicadores e metas relacionadas à segurança veicular, tecnologia embarcada e redução de consumo de combustível.

Comissão do Senado aprova data para proibir carro movido a combustível fóssil

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou nesta terça-feira (16) um projeto que reduz gradualmente a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis, como gasolina e diesel. O texto estabelece a proibição total a partir de 2060.

A proposta segue para análise da Comissão de Meio Ambiente do Senado. Depois, por tramitar em caráter terminativo, irá direto para a Câmara. O projeto só precisará passar pelo plenário do Senado se houver apresentação de recurso pelos senadores.

Pelo projeto, a participação dos veículos novos a combustão nas vendas do país não poderá ultrapassar 90% em 2030, 70% em 2040 e 10% em 2050. A partir de 2060, as vendas estarão proibidas.
Há exceção dessa regra para os veículos movidos a biocombustíveis, como etanol e biodiesel. Esses modelos poderão continuar sendo vendidos, desde que funcionem exclusivamente com esses combustíveis.

A alternativa ao modelo de combustão é o motor elétrico, que ainda tem pequena participação no mercado brasileiro.

O autor do projeto, Telmário Mota (PTB-RR), argumenta que outros países já estabeleceram datas para proibir veículos movidos a combustíveis fósseis. Para ele, a medida gera redução da poluição, o que traz impacto positivo para a saúde das pessoas.

“Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa. A troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, diz.

Curitibanos estão entre os que mais esquecem itens em carros de App de transporte

A 99 POP lança duas ferramentas, neste mês, para evitar o esquecimento e facilitar a localização dos achados e perdidos dentro dos carros cadastrados no aplicativo. De acordo com um levantamento feito pela empresa, Curitiba está entre as cidades brasileiras que mais esquecem objetos nas corridas.  

“Recentemente peguei um passageiro que esqueceu um objeto estranho no porta malas do carro. Só depois, quando fui devolver, soube do que se tratava: uma máquina de inseminação artificial para equinos”, afirma o motorista Tiago, de Quixeramobim (CE). 

 Entre as novidades para evitar os esquecimentos, terá uma mensagem de voz que avisa usuários para verificarem se nada foi deixado no veículo. A segunda é um canal no próprio aplicativo para que usuários contatem os condutores em caso de perdas. Juntas, as duas novidades são responsáveis por uma redução de 50% dos casos de esquecimento em chamadas da plataforma.

Em 2018, foram esquecidos mais de 160 mil objetos por passageiros da 99. Semanalmente, eram cerca de 5 mil antes do lançamento das funcionalidades. São Paulo é a cidade campeã de achados e perdidos, seguida por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Recife. As peças mais esquecidas são celulares, carteiras e chaves. Entre os mais inusitados estão máquina de inseminação artificial; perna mecânica; a mãe; varinha do Harry Potter; microondas; gato; papagaio; 150 Yakults; uma pia; saco de folhas de amora e churrasqueira.

“Os objetos e suas histórias podem ser engraçadas, mas a 99 se preocupa genuinamente em fornecer a melhor experiência em sua plataforma”, diz Caio Poli, diretor de relacionamento com clientes da 99. “Ajudar a recuperar essas coisas significa mais segurança e comodidade aos usuários. 

O que fazer em caso de esquecimento?

– Clique no bonequinho no canto superior esquerdo da tela. Depois, escolha “ajuda”

– Se o objeto tiver sido esquecido na última corrida, ela estará selecionada automaticamente

– Se não, escolha a opção “ver todas”. Depois, “achados e perdidos”

– Descreva o objeto esquecido e envie a mensagem

– Você receberá o nome e telefone do motorista no e-mail cadastrado

– Se preferir, ligue para o número 0300 3132 421