Explosão de dinamite provocou tragédia em Curitiba no ano de 1976

 

Em setembro de 1976, o estrondo de uma explosão foi ouvido em toda a cidade. Um caminhão, que transportava uma tonelada e meia de dinamite,  pegou fogo e explodiu, deixando dois mortos e dezenas de feridos no bairro Cabral.

 

Vídeo produzido para a TV Band Paraná sobre o caso.

 

O jornalista Ney Hamilton foi um dos primeiros a chegar. Ele trabalhava no Instituto de Biologia (Depois Tecpar) , que ficava na Rua dos Funcionários, a uma dez quadras.  Com o estrondo os vidros do laboratório cairam no chão.

Ele foi ver o que tinha acontecido, pensando ser uma queda de avião. Mais perto, pela coluna de fumaça, imaginou ser a explosão de um posto na Avenida Munhoz da Rocha. Ficou impressionado pelo numero pássaros mortos ao longo do caminho. E com os vidros de casas que quebraram, a quase um quilometro, em ondas de maior ou menor intensidade.

No local o caminhão em pedaços não era mais identificado, havia uma cratera e um pedestre morto, atingido por parte do motor do caminhão. Ao redor as casas de madeira estavam destruídas ou destelhadas, e os fios de luz estavam no chão.

Parte do motor do caminhão foi parar em cima da marquise da Fábrica de Biscoitos Lucinda, que ficava a mais de 100 metros do local da explosão. A tragédia só não teve mais vítimas porque o motorista e o ajudante do caminhão viram o fogo,  e sairam gritando para alertar os moradores. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.

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História da primeira grande fábrica de papel do Brasil em Telêmaco Borba

 

A indústria Klabin inaugurou a primeira grande fábrica de papel e celulose do Brasil no ano de 1946.  A guerra tinha impedido a importação de papel nos anos 1940, e com isso a construção de uma fábrica nacional teve o apoio de Getúlio Vargas.

 

 

 

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Como era Curitiba há 120 anos

 

Veja neste vídeo como era a capital do Paraná há 120 anos, na passagem do século XIX para o século XX, em 1900.

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Taxista perde o controle do carro e atropela três pessoas no Paraná; veja o vídeo

A polícia de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, vai investigar o atropelamento de três pessoas registrado no último dia do ano (31/12). Um taxista perdeu o controle do carro e atropelou o grupo, que andava pela rua. Imagens de câmeras de segurança devem auxiliar a investigações (veja o vídeo abaixo).

Conforme o registro, um grupo de três pessoas andava pela rua quando o táxi, aparentemente desgovernado, atropela as pessoas em cheio. Apesar da aparente gravidade, todas as vítimas passam bem. Uma pessoa continua no hospital, em observação.

De acordo com o relato de testemunhas, o taxista teria perdido o controle da direção.

Conforme a polícia, uma das vítimas permanece internada. Ela tem 52 anos e está em observação porque bateu com a cabeça. Outras duas vítimas do atropelamento, de 17 e 30 anos, sofreram ferimentos leves.

As imagens foram disponibilizadas à polícia do Paraná.

* Com informações do Tarobá News

Uma grande cratera de meteorito no Paraná

O sudoeste do Paraná tem uma cratera de meteorito com quase dez quilometros de largura, formada há 115 milhões de anos por um impacto gigante. O local foi identificado em 2004 por professores da Unicamp. Fica no distrito de Vista Alegre, na cidade de Coronel Vivida.

Este vídeo foi produzido com a colaboração do professor Marco Aurélio Risemberg Hundsdorfer, da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

 

 

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Neve em Curitiba completa 44 anos nesta quarta; veja imagens e relatos

O dia 17 de julho deste ano, em Curitiba, foi gelado. A capital registrou uma geada leve e os termômetros chegaram à 0°C. Mas o frio de hoje não se compara ao que foi registrado há 44 anos.

Nesse mesmo dia, só que em 1975, a capital viu a sua última nevasca. O fenômeno não era inédito, mas a neve não era vista pelos curitibanos desde 1928.

Desde aquele ano, não houve episódio parecido com aquele registrado há 44 anos. E ainda há quem aguarda por neve como aquela.

“Parecia que era piada”

O jornalista José Wille, colunista do Paraná Portal, relembra o 17 de julho de 75. Na época, ele estudava à noite e servia o Exército. No dia que nevou, Wille dormia em casa e foi acordado por seu pai.

“Não tinha essa história de nevar em Curitiba. Não acontecia desde 1928. Mas meu pai abriu a janela e pediu para que olhássemos para fora. E realmente vimos a grama branca e a neve caindo. Foi uma surpresa muito grande”, relatou.

A neve foi terrível para a economia paranaense. A maior parte das plantações de café se perderam, deixando milhares de trabalhadores do campo desempregados e desamparados. Mas os prejuízos foram calculados depois. No dia que nevou o clima da cidade era festivo.

“A primeira sensação que você tem, quando acontece algo assim, é que se tornaria corriqueiro. Como se a neve tivesse vindo para ficar”, contou o jornalista.

Wille destaca que o episódio de 1975 surpreendeu pela duração. A impressão é de que a neve duraria poucos minutos. No entanto, ela permaneceu caindo por horas, ficando ainda mais intensa por alguns momentos da manhã e da tarde.

“Não é sempre assim?”

Vilma Barbosa havia chegado recente à capital paranaense. Vinda de Minas Gerais, ela trouxe os sete filhos para morar em Curitiba. Foi na casa da família, no bairro Água Verde, que viu a neve pela primeira vez.

“Nós éramos de uma cidade bem ‘encalorada’. Lá não tinha nada disso. Foi uma surpresa! Ninguém esperava por isso”, conta ela, que hoje tem 82 anos.

Num misto de medo e euforia, ela tratou de agasalhar os filhos para que todos pudessem aproveitar a manhã nevada na capital. Ela conta que a neve foi suficiente para espalhar a cor branca pelos telhados, gramados e ruas de toda a vizinhança.

“Meu filhos saíram todos de moletom, casacos e jaquetas. Tudo estava branco e as crianças se divertiam fazendo bonecos de neve”, relatou.

Uma frustração de Vilma foi nunca mais ter visto neve como aquela. Para uma recém-chegada a Curitiba, a impressão era de que o fenômeno aconteceria com mais frequência.

 

Dia de folga

Orlando Sálvaro, conhecido como ‘Seu Orlando’, guarda uma memória extraordinária da ocasião. Ele morava no Bairro Alto e tinha que fazer uma boa caminhada para pegar o ônibus e ir até Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, onde trabalhava como contador de uma empresa. O problema é que, naquele dia, não tinha como trabalhar.

“Nem fui trabalhar para presenciar a neve. Me enfiei em um cobertor e fiquei vendo a neve… Curtindo. Quando você nunca vê algo e acha bonito, fica entusiasmado. Foi fabulosa”, descreve.

Apesar de ter ficado encantado, nem tudo foi perfeito. “Uma lembrança que eu guardo muito é que meu filho iria fazer um ano no dia 22. Fomos aprontar uma festa e os canos da casa estouraram com o gelo. Foi um auê…”, relembra ele. Mesmo com o trabalho, o que ele guarda é saudade. “Foi uma experiência única. Infelizmente na época eu não tinha máquina, mas eu bem gostaria ter tirado uma foto”, completou.

Confira mais sobre a neve em Curitiba:

O “Dia da Neve” em Curitiba no ano de 1975

 

No dia 17 de julho de 1975 começou a nevar muito cedo em Curitiba. Desde 1928 não havia uma nevasca tão forte na cidade.  No interior o problema foi com a geada forte, que acabou com o café no Paraná. 

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Este vídeo mostra o “Dia da Neve” em 1975.

 

 

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A história do Autódromo Internacional em Pinhais

 

 

.Vídeo sobre a história do Autódromo Internacional.

 

 

Antes da existência de um local próprio, as competições de velocidade em Curitiba eram em locais improvisados, como a BR 116. O autódromo só começou a ser construído no ano de 1965, terminando em 1967, quando o local ainda estava dentro da área da capital. E por isso era conhecido conhecido como Autódromo de Curitiba. A cidade de Pinhais só surgiu em 1992, e a partir daí a região do autódromo passou a integrar o novo município. Inicialmente era um circuito oval, de 3 curvas, e quase 3 quilômetros de extensão. E era usado para competições de automobilismo, motociclismo e ciclismo. E teve ainda outros nomes, como Autódromo de Pinhais,  e depois Circuito Raul Boesel, nome de um piloto curitibano.  Em 1995 o empresário Jauvenal de Oms, conhecido como Peteco, investiu R$ 13 milhões em reformas e modernização do autódromo.

A partir desta época, começaram as provas de várias categorias de velocidade nacionais, como a Fórmula Truck, Copa Turismo, Pick Up, Stock Car, Campeonato Paranaense de Arrancada, Campeonato de Moto Velocidade e Copa Turismo. O autódromo ficou conhecido no Brasil. E por algum tempo, foi considerado o circuito brasileiro mais moderno, e com melhor estrutura, depois de Interlagos. E estava dentro dos padrões da Federação Internacional de Automobilismo.

As dificuldades começaram em 2010, quando já tinha o nome de Autódromo internacional de Curitiba. E até se falou em sua extinção. Por volta de 2016, empreendedores do setor de imóveis, estavam interessados na área, para construir um grande empreendimento na Região Metropolitana de Curitiba. Com a falta de apoio das entidades esportivas, para poder comprar o terreno, o local foi negociado para a construção de um condomínio residencial, e outro comercial. Mas no ano passado, finalmente houve a confirmação de que o autódromo não ia mais ser fechado, podendo manter suas competições por tempo indeterminado.

 

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jose.wille

Confira as imagens da comemoração do título do Athletico

O Athletico se tornou campeão do Campeonato Paranaense pela 25.ª vez em sua história.

O Furacão derrotou o Toledo nos pênaltis (6 a 5) após ter vencido por 1 a 0 no tempo normal, mesmo resultado que o Porco havia vencido no jogo de ida.

Confira os registros do fotógrafo Geraldo Bubniak na decisão do Estadual:

FESTA NA BAIXADA!!!Veja as imagens da comemoração do título do FuracãoFotos: Geraldo Bubniak

Publicado por Paraná Portal em Domingo, 21 de abril de 2019

 

PÊNALTIS!!! Athletico vence o Toledo por 1 a 0 e o título do Campeonato Paranaense 2019 será definido nas penalidades. O gol foi marcado pelo meia Matheus Rossetto, em cobrança de faltaConfira as imagens de Geraldo Bubniak na decisão do Estadual

Publicado por Paraná Portal em Domingo, 21 de abril de 2019

 

Foto: Geraldo Bubniak / AGB
Foto: Geraldo Bubniak / AGB

Polícia divulga imagens de assaltantes que balearam cobrador e passageiro em estação-tubo

A Polícia Civil divulgou imagens do assalto que terminou com um cobrador e um passageiro baleados em uma estação-tubo, no Centro de Curitiba, nas proximidades do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na última quarta-feira (22).

> Estudante é esfaqueado dentro do ônibus ao reagir a tentativa de assalto

As imagens mostram o momento em que um dos homens aborda o cobrador e outro assaltante rouba celulares. Um dos passageiros reage e acaba baleado. Pelo menos seis tiros foram disparados. Os suspeitos conseguiram fugir e não foram localizados. Veja nas imagens:

O cobrador baleado nesta quarta-feira foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador, com ferimentos moderados. Já o passageiro, que não teve a identidade divulgada, foi levado em estado grave ao Hospital Evangélico, passou por uma cirurgia e está estável.